The way we were

A Rititi escreveu e eu fiquei curiosa. Já conheci a música, mas não o filme e tive uma tarde deliciosa:
– com um Robert Redford que justificou os suspiros todos que ouvi a minha Mãe dar em seu dia;
– com diálogos que me fizeram tremer na verdade das palavras e explicação do porquê de ser possível um homem apaixonar-se pela mulher imperfeita;
– com um início em que se vê claramente que ele não está apaixonado por aquela miúda cheia de extremos e opostos, e com um final em que ele está e continuará perdidamente apaixonado por ela, porque a aprendeu a amar.

Aliás, eu diria que ela lhe ensina o que é amar, amar alguém incondicionalmente.
Há uma altura no filme (minuto 2:30 do excerto em baixo) em que ele lhe diz:

“Quando amas viras surda, burra e cega”.

Eu nunca tive uma causa ou um ídolo pelo qual ficasse surda, burra e cega. Mas quando me apaixonei aqui há uns anos, quando me apaixonei a sério, fui surda, burra e cega. Todos nós já o fomos, e abençoados aqueles que o são.

Muito bom filme, mesmo muito bom.

Melhor explicação que esta, só o post da Rititi.

2 comments:

  1. Oi! Fui eu quem deixou o video da Babs com o cão em Paris e que acabou por ser um tópico no teu blog! 🙂

    Eu adoro esse filme! Se possível, dá uma vista de olhos ao DVD pq traz um featurette sobre o filme com cenas cortadas que ajudam a explicar melhor algumas situações.

    Para além daquilo que mencionaste, a interpretação da Barbra Streisand é fantástica! Aquela personagem tem muito dela e o mundo seria um sítio mais justo se as "pessoas fossem os seus princípios" 😉

    Gosto muito de bisbilhotar aqui o blog sempre que posso! Como tu, também sou do Norte!

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