Obrigada São Pedro pelas tréguas!

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Não sei se foi a ameaça que fiz ao São Pedro de lhe por um atilho na gaita, mas ele deu-nos uma trégua aqui por Lisboa, e está um dia lindíssimo.

Embora a previsão indique algumas nuvens, neste momento o céu está azul e o sol bate-me no rosto, e de repente estou bem disposta, a vida sorri, e os winter blues foram dar uma volta ao bilhar grande!

É nestes dias de Janeiro em que agradeço a minha boa estrela que me permite trabalhar remotamente e experienciar novamente a felicidade de viver neste rectângulo abençoado com este clima maravilhoso.

Dezanove meses depois de ter mudado de País e ter deixado a Holanda para trás, ainda aproveito o sol como se fosse o último dia brilhante na terra. Sim, estou traumatizada. Mas também aprendi a ser agradecida por coisas simples, e a aproveitar cada momento presente. Que o trauma sirva pra isso já não é nada mau!

Cambada de incompetentes!

Vou começar pelos incompetentes número 1:

1) Cartão do cidadão

O cartão do cidadão só aceita UMA morada como válida: a da residência fiscal. Eu sou residente fiscal na Holanda, porque é lá que pago a maioria dos meus impostos, mas resido em Portugal, onde, devido ao facto de residir neste País mais de 186 dias por ano, também sou alvo de 25% de imposto sobre o rendimento auferido no estrangeiro.
Sim, é um roubo. Mas além do assalto, o que mais chateia é o impacto inqualificável desta decisão do autor da ideia da morada ser a residencial fiscal. A saber o que acontece:
– Não posso pedir o dístico da Emel porque a morada no cartão do cidadão é na Holanda. Há dois meses que me encontro a pagar 86€ mensais pela garagem onde deixo ficar o carro.
– Não posso actualizar a morada da minha carta de condução actual para Lisboa, porque como sou residente fiscal na Holanda, a morada implica que eu teria que tirar uma carta de condução Holandesa que substitua a Portuguesa, mesmo eu vivendo em Portugal.
– Não posso ir votar este Domingo (estou furibunda!) porque como a porcaria da morada é da residência fiscal na Holanda, sou considerada emigrante e como tal tenho que ir votar à Embaixada na Holanda, o que é na prática, impossível.
É uma pescadinha de rabo na boca que não termina nunca, porque o atrasado mental que se lembrou de colocar a residência fiscal como morada oficial do cartão do cidadão não se lembrou que se pode dar o caso de eu viver (e pagar impostos!!!) em Portugal, e trabalhar para uma empresa estrangeira.

2) O Barclays

Pior banco à face da terra, não só é caríssimo, como depois de ter submetido a alteração dos meus dados actuais TRÊS vezes, continua a ter a minha conta sediada em Braga com os meus contactos de 2008. Palavra de honra, que se não fosse o meu spread ser do tempo da velha senhora, já tinha mudado de banco num piscar de olhos. Agora as agências foram compradas pelo Bankinter, o que não me estranha dada a incompetência atroz que demonstram há anos, mas o que é pior, os sistemas informáticos deles vão ter de ser fundidos com os do Bankinter, pelo que se fazer qualquer tipo de alteração antes, agora vai ser um verdadeiro pesadelo.

3) A EMEL

Estou há dois meses à espera duma resposta duma reclamação formal que fiz à Provedoria, em que pedi para ter o meu contrato de arrendamento como prova de residência. A sério que os senhores precisam de dois meses para me dizer algo tão simples como: dirija-se ao nosso balcão com o contrato de arrendamento que nós providenciamos o dístico?

4) GALP ON e EDP

Depois de UM ano a pedir à EDP para ir trocar o contador, enchi-me e mudei o contrato pra Galp on. Nos últimos 8 meses já corrigi QUATRO vezes a documentação contratual da Galp on que INSISTE em não actualizar os débitos em conta e me continua a cobrar separadamente luz e gás, em vez de um contrato único com conta certa de gás e luz como eu já pedi QUATRO vezes.

Cinco entidades que são do mais incompetente que há, a quem já fiz reclamações formais à Provedoria e que nem assim melhoram os serviços.
And don’t get me started on MEO, o pior fornecedor de serviços de telecomunicações BY FAR!!!
Mas será possível que estas empresas não estão interessadas em manter os clientes satisfeitos?
Deus, dai-me paciência, porque se me dais força arrebento-lhes a tromba a todos.

Tenho tanto para contar… meu querido mês de Agosto

e tão pouco tempo para actualizar o blog com as fotos todas que eu gostava de aqui colocar…

No início de Agosto começaram a chegar os meus amigos que estão fora.
E eu de repente assumi que a minha estadia em Lisboa não é de todo temporária. Sendo assim deixei-me de revivalismos e de ir sempre aos sítios de que gostava e que já conhecia, e decidi conhecer os mil e um novos recantos Lisboetas, e ampliar o meu portfolio de “must go places” em Lisboa.

Começou na segunda-feira dia 10 de Agosto, e não mais parou.

Fui ao Rooftop do Hotel Mundial, fui ao Topo que fica no último andar do Centro Comercial Martim Moniz, fui jantar ao Zapata e ao Cantinho do Azis, e beber mojitos na praça do Martim Moniz, e jantar à Tasca da Esquina, e à Petiscaria, e à Cervejaria do Baleal, e à Rua Cor-de-Rosa e à Pensão Amor (onde vergonha das vergonhas, ainda não tinha posto os pés), e….. andar de veleiro no Tejo. E fiz piqueniques na mata de Alvalade, e fui à Roda dos Livros e petisquei e fiz praia, muita praia sempre com os meus melhores amigos caninos e humanos, e um fim de semana no Algarve com super amigos que vivem na Holanda, na Bélgica e em Londres, uns regressados e em êxtase pelo regresso, e outros felicíssimos por ainda viverem fora onde as emoções correm tão rápido pelas veias e pela alma.
Oh I am so incredibly happy, so incredibly LUCKY.
Enquanto navegava pelo Tejo e passava pela primeira vez por baixo da Ponte 25 de Abril, repetia incessantemente: eu tenho TANTA sorte.
Sou a pessoa mais sortuda do MUNDO MUNDIAL!

Mata de Alvalade

 

Foi um mês de Agosto e Setembro non-stop, que me encheu as medidas e me retirou tempo para mais posts sobre as minhas viagens, I was too busy living life.

Mas os posts vão regressar, assim como eu regressei ao trabalho depois da viagem da América Central, e assim como regressaram os emigrantes, mas eu, desta vez, fiquei em terras Lusas.

I love my life in Lisbon, I love my life in Portugal. Daqui não saio, daqui ninguém me tira!

Não é justo…

Hoje é feriado em Portugal, mas na Holanda não. Logo eu acordei às 7 da manhã pra começar a bulir, enquanto cá em casa toda a minha gente roncava: Pai, Mãe, cães (os 4!), até os vizinhos… and it’s so not fair! Eu também não quero trabalhar, humpft!

Eu não tenho escrito muito, porque tenho viajado muito (não estou a reclamar!) e trabalhado mais ainda, e não me sobra muito tempo.

Aqui vai um sumário:

  • Assumi responsabilidades novas no emprego, estou mesmo muito satisfeita, mas tenho trabalho a triplicar.
  • Fui à Serra da Estrela com 4 amigas: há 20 anos que não ia à Serra da Estrela, há 11 anos que não nos juntavamos as 5. E foi tãoooo fixe.

Ficamos nesta casa maravilhosa, que recomendo vivamente: Chão do Rio.

  • Apercebi-me que estou “demasiado Holandesa” e não no bom sentido. 

A minha honestidade e franqueza já chegou ao mal-educado. Tenho de começar a cortar a minha língua um bocado, principalmente entre outras nacionalidades que não a Holandesa, porque efectivamente, passei de bestinha, a rude. E não pode ser. Embora continue a achar que há momentos em que tal se torna produtivo, como ser capaz de dizer ao meu colega que está ao meu lado a falar no alta-voz, que mude pra uma sala de reuniões para que eu possa fazer o meu trabalho. Ao ser directa e fazê-lo frontalmente, embora o elemento do lado possa ficar amuado, eu vou poder continuar o meu trabalho e sair às 17 em vez de às 19 horas.
Mas moderação e bom-senso é o que me anda a fazer falta.

  • Ainda não fiz uma única compra de Natal, e estou completamente desinspirada. Não faço pálida ideia do que oferecer aos meus Pais e ao mano…

  • Já tenho o visto do Irão, e é espectacular, tem a minha foto e tudo! Brutal. E vou com a Nomad outra vez, por isso a esta altura do campeonato a única coisa que me preocupa é: mas que raio hei-de eu vestir durante 17 dias? Isto porque eles trataram de tudo, e eu só tenho que ir córtir, mai nada!

Tem que ser roupa que não fique justa, pelo menos que não revele as formas do corpo. E vou ter de usar o lenço na cabeça assim que sair do avião. Mas como é que se põe o bendito na cabeça? Ai a minha vida… pode-se mostrar alguma coisa do cabelo, ou é tipo os Marroquinos e nem um fio ao descoberto posso ter?

  • Além do Samarcanda do Amin Malouf, que outros livros me recomendam sobre a antiga Pérsia? Por favor, não me recomendem livros sobre como é que elas tiveram que fugir aos maridos ou aos Ayatolas, eu repito: ANTIGA PÉRSIA. Obrigada.

  • O Bitoque, a Juicy e a Petzi, estão óptimos, e eu continuo a morrer de inveja das sonecas deles. Gordinhos e bem mantidos pela senhora minha Mãe, estão cada vez mais bem comportados. Estou ainda a analisar o efeito que a ingestão de 7 comprimidos de Centrum possam ter tido no Bitoque, mas ele parece-me fino. Muito vitaminado, com certeza! E não, é claro que não lhes dei os comprimidos, foram eles que assaltaram o necessáire do meu primo que ficou lá em casa.

Isto pra sumário vai muito longo, vou-me masé fazer útil e bulir. Ai… vontadinha zero….

Comparações

Espectacular: http://www.oecdregionalwellbeing.org/

Se tivesse mais tempo disponível, dava-me ao trabalho de dissecar e retirar conclusões dos dados de Portugal vs Holanda, mas não tenho. E quem diz Holanda, diz outros países.
Por isso deixo-vos o link, e vejam por vocês mesmos e saquem daí as devidas conclusões.
Só pra apimentar a coisa, achei fantástico que o rendimento médio per capita em Noord Holland (zona de Amesterdão) fosse de 13 mil e poucos euros, e o de Portugal (Lisboa) fosse de 12 mil e tal.
Será que mil euros por ano (não chega a 100 euros por mês) nos fazem um país muito mais pobre? Ou será mesmo a pobreza de espírito que nos faz mais pobres?
Hum, decisions, decisions!

Graça do Vinho – os meus spots recomendados em Lisboa

Amo ser turista em Lisboa, descobrir novos sítios e apaixonar-me por eles.

Ontem, enquanto mostrava a Graça a duas amigas Italianas, encontrei um spot giro à brava, chama-se A Graça do Vinho e fica na Calçada da Graça. 
Vendem queijos e vinho, e ginginha, e azulejos pintados à mão com poemas do Fernando Pessoa.
Era uma loja normal de bairro que foi completamente restaurada para parecer um sítio antigo, destes que tínhamos a sorte de encontrar a cada esquina e que hoje escasseiam. Gostei muito e recomendo vivamente.
Ah Lisboa, como te quiero!

Depois descemos e passamos numa das minhas esplanadas favoritas, o Café Portas do Sol, em Cerca Moura (ou Largo Portas do Sol):

Só não se deslumbra com Lisboa quem não a conhece.

Depois de jantarmos no Teatro Taborda, fomos até à esplanada da Graça tomar café e deixei as Italianas KO.
Apercebo-me de tal quando a Barbara me pergunta: achas que posso trabalhar como advogada em Portugal?

A Angélica e a Barbara são duas amigas Italianas que me vieram visitar esta semana e que recebi com todo o carinho.
Há 15 anos que não via a Angélica, desde que fizemos Erasmus juntas.
A solidez de uma amizade de Erasmus…não há quem a bata! É como se tivesse sido ontem!

Obrigada pela visita miúdas, é um prazer ter-vos por cá!

E antes que me esqueça, apenas um apontamento, como diz a outra

Optimus Alive:

– Três dias de festival é muito, pro ano vou só um dia e vou ter de escolher muito bem antes de ir. Fiquei toda podre logo no primeiro dia, e se no segundo me arrastei, no terceiro estava a ver que saía de lá de maca.

– Cerveja Heineken é uma merda, sabe a mijo, não presta, não é nacional, e estou farta dela até aos olhos. Pra mais a única alternativa era Sagres Radler, preta (quase inexistente), ou sem alcool. Nem uma porcaria duma torneirinha da Sagres, pá! E o vinho era Casal Garcia…. esqueçam, esqueçam, andei completamente sóbria três dias que me fez muito bem.

– Porque acham que as garrafas de água com tampa podem ser projécteis, só vendem garrafas de água pequenas de 25 cl e SEM tampa! Passei-me. Quem é que manda um penalti de 25 cl de água? E se eu quiser aplaudir um concerto, como é que eu faço?! Com uma mão na garrafa aberta e outra a bater na cachola? Palhaços.

– O palco dois dá dez a zero ao palco um. Mas quem é que se lembra de por a porcaria da tenda dos martelos mesmo ao lado? Havia concertos que se ouvia o tungs tungs tungs ao lado. Não se faz senhores da organização, não se faz. Tststststs.

– A quantidade de crianças com menos de 18 anos deu-me cabo do sistema nervoso. Não só me senti velha, como tive espasmos de dor quando vi miúdas de 13 anos maquilhadas, a fumar, e em histeria. Também os vi muito comportadinhos, todas de mochila às costas, com cartazes cheios de I love yous, e muitos telemóveis, e muito nariz empinado, e muito… iguais? Sim, todos muito iguais a fazerem um esforço imenso por serem diferentes.
Mas não é isso ser-se adolescente?

– As miúdas de hoje em dia têm pernas até ao cú, estas crianças de hoje são altas pra cacete e têm pernas que nunca mais acabam! E lindas, todas muito bonitas. Que inveja meu!
E os miúdos de 20 anos de barba, pareciam ter quase 30, foi difícil… foi difícil… não me sair um “este gajo é podre” quando os vi, era preciso quase uma lupa pra garantir que não me estava a envergonhar.

– O palco comédia é muito fixe, vi o Salvador Martinha e o António Pedro Borges e gostei. Acima de tudo eu gosto quando eles ficam sem texto e começam apenas a dizer o que pensam, sem terem as piadas feitas. Eu sei que não é possível estar sempre a improvisar, mas é de longe o melhor momento de qualquer um deles. Também gostei muito do ambiente do palco comédia, era bem giro e relaxado.

– Os melhores concertos e músicos: Parov Stelar, Elbow, Sam Smith (muito bom mesmo) Imagine Dragons, Foster the People, Temples, Daughters (excelentes), Au revoir Simone e a surpresa do último dia, Chet Falker num fabuloso one man show, o homem toca, canta, põe música, dança, fala com o público, é duma simpatia a toda a prova, foi cinco estrelas.

E pronto, este fim de semana é o Super Bock Super Rock mas eu estou “atestada” pro verão e agora quero é Out Jazz Festival nos jardins de Lisboa.
Até pro ano Optimus, foi giro. Vê lá se pro ano em vez de seres NOS Alive, passas a Sagres Alive, ia curtir muito mais milhões! (isto já não se diz, certo crianças? Tão ultrapassada que está a tia Sofia, tstststs)

Temples, Imagine Dragons, Elbow e Parov Stelar

Que se lixe o palco principal, o palco secundário é que é!
Gostei de Temples
Adorei Elbow
Apaixonei-me por Parov Stelar
O que eu curti ao som destes últimos, o que eu dancei, foi espectacular!!
Desta vez fui contra o meu princípio de fotos e videos em concertos e filmei um bocadinho pra por no blog pra poder ouvir depois mais tarde.
Espero que gostem, hoje há mais, mas hoje levo o carro fonix, que ontem vim a pé do Optimus até ao CCB e hoje tou que nem posso!

Entrada

O palco Heineken (palco 2)

O palco comédia

O melhor da noite, sem dúvida: Parov Stelar

Parov Stelar

Elbow

Elbow

Imagine Dragons

Imagine Dragons

É HOJE que volto a viver em Portugal!!!

Happy em Amesterdão, pra mostrar que agradeço muito à cidade onde fui feliz, mas Lisboa é a minha casa e é o amor da minha vida!!

It might seem crazy what I’m about to say
Sunshine she’s here, you can take away
I’m a hot air balloon, I could go to space
With the air, like I don’t care baby by the way
Because I’m happy
Clap along if you feel like a room without a roof
Because I’m happy
Clap along if you feel like happiness is the truth
Because I’m happy
Clap along if you know what happiness is to you
Because I’m happy
Clap along if you feel like that’s what you wanna do
Here come bad news talking this and that
Yeah, give me all you got, don’t hold back
Yeah, well I should probably warn you I’ll be just fine
Yeah, no offense to you don’t waste your time
Here’s why
Because I’m happy
Clap along if you feel like a room without a roof
Because I’m happy
Clap along if you feel like happiness is the truth
Because I’m happy
Clap along if you know what happiness is to you
Because I’m happy
Clap along if you feel like that’s what you wanna do
Happy, bring me down
Can’t nothing, bring me down
Love is too happy to bring me down
Can’t nothing, bring me down
I said bring me down
Can’t nothing, bring me down
Love is too happy to bring me down
Can’t nothing, bring me down
I said
Because I’m happy
Clap along if you feel like a room without a roof
Because I’m happy
Clap along if you feel like happiness is the truth
Because I’m happy
Clap along if you know what happiness is to you
Because I’m happy
Clap along if you feel like that’s what you wanna do
Because I’m happy
Clap along if you feel like a room without a roof
Because I’m happy
Clap along if you feel like happiness is the truth
Because I’m happy
Clap along if you know what happiness is to you
Because I’m happy
Clap along if you feel like that’s what you wanna do
Happy, bring me down
Can’t nothing, bring me down
Love is too happy to bring me down
Can’t nothing, bring me down
I said
Because I’m happy
Clap along if you feel like a room without a roof
Because I’m happy
Clap along if you feel like happiness is the truth
Because I’m happy
Clap along if you know what happiness is to you
Because I’m happy
Clap along if you feel like that’s what you wanna do
Because I’m happy
Clap along if you feel like a room without a roof
Because I’m happy
Clap along if you feel like happiness is the truth
Because I’m happy
Clap along if you know what happiness is to you
Because I’m happy
Clap along if you feel like that’s what you wanna do