– prepotência
– arrogância
– qualquer tipo de fanatismo
– qualquer tipo de idolatrismo
– cagões e snobs letrados.
Tudo isto sentido ao ler os comentários no Jugular sobre o caso da besta Otero (que eu cá já acabei a Faculdade há muito tempo e quero mais é que o gajo se foda e morra seco) na Faculdade De Direito de Lisboa. Ó gente estúpida!! Como é que se são SEQUER capazes de usar frases como:
Um bom jurista tem de saber argumentar. Não há cá áreas sagradas.
Para ter zero no teste? Já é difícil concluir a disciplina com positiva idas às aulas, estudo dos livros recomendados, participação nas aulas práticas, muito esforço nos testes e exames, etc.
O professor Paulo Otero é dos mais exigentes da Faculdade de Direito de Lisboa. Neste teste excedeu-se na elaboração do caso prático, ao criticar o legislador de forma implícita num teste da faculdade. Na maioria dos seus testes excede-se, normalmente por picuinhices. A maioria dos alunos reprova às suas disciplinas, tal é a quantidade de informação que é encessário memorizar para ter positiva nos testes e provas.
LAMBE BOTAS! CONAS!
Que pouca vergonha é esta de se achar que uma aluna não pode ser mais inteligente que o deficiente mental que está sentado na cadeira em cima do estrado?!
Que pouca vergonha é esta de se atrever a condenar quem foi capaz de expor a soberba dum Senhor Professor merdas Doutor?!
Sois todos uns debilóides, que pra minha infelicidade depois ides parar a cargos na função pública (no ofense) e usais da vossa incapacidade pra me dar cabo da paciência e encher a vossa vida inútil. Ou então ides com cunhas parar a tachos onde podeis demonstrar com veemência o quão estúpidos sois.
Esta merda de se acharem que uma cadeira é tão díficil e boa quanto a dificuldade em aprovar é algo que me tira do sério, aliás, como já deu pra ver. Esta cena de : 20 é pra Deus! 19 é pro Professor e a escala vem daí pra baixo é mesmo coisa há Portugal. É assim que nos moldam. Moldam-nos pra pensar que nunca valemos o suficiente, que temos de comer o pão que o diabo amassou pra saber ser gente, que somos todos uns ignorantes, uns iletrados, uns tristes, uns pobres coitados sem acesso à cultura. Mas o tempo do Eça já lá vai! Ou tou enganada?!
Só se suarmos até ao desumano é que fizemos um esforço! Só se morrermos a trabalhar 12 horas por dia é que somos trabalhadores! Só se formos burros e mulas de carga é que somos gente de valor!
Nojo, esta mentalidade enoja-me verdadeiramente. NOOOOJO.
Pra que caralho querem as notas? Pras comer ao jantar com as folhas de alface?
Pedantes de merda.
Que orgulho há ao dizer que metade dos alunos chumbam à minha cadeira? Quer isto dizer que 50% são burros, ou que EU serei burro por não saber ensinar os meus alunos o suficiente pra passar à minha cadeira?
Há coisas que realmente só em Portugal.
Como é que é possível que haja esta gentinha a pensar assim? Como??
Que pouca vergonha é esta de SEQUER entregar um exame deste calibre a um aluno?! Como é que se atreve?! Ah? Quem pensa o senhor Otero que é?
Espero sinceramente que o Conselho Disciplinar o ponha no sítio. Mais, desejo-lhe o olho da rua. Lá vai poder exercer bem o seu direito: sobre as pedras da calçada.

Olho da rua???? Ó minha querida, estamos a falar de um antro de onde só se é despedido se se for comunizzzzta 😀
E a propósito de se saber argumentar: também havia quem lá dissesse que os advogados não concordam sempre com os clientes. Verdade. Mas é obrigação e dever deontológico do bom (sublinho bom) advogado aconselhar o cliente e não patrocinar causas sem qualquer fundamento. Ou seja, não se vai para tribunal argumentar que a terra é plana quando está mais que demonstrado que é redonda (maizoumenos, vá). Primeiro porque faz figura de asno, segundo porque está a empatar com mais um processo inútil que é sustentado com o dinheirinho dos nossos impostos. E se os há, processos inúteis. Também por causa de advogados que gostam muito de exercer a sua arte de bem argumentar… e não sabem dizer não a um cliente (pornto, eu sei que há advogados a mais e que têm que ganhar para o pão, tadinhos, chuif)
F*d@-se que quem fala assim só pode ser uma mulher do norte! Assino por baixo, que neste país ainda se acha que só se é importante com títulos, sobrenomes estranhos e carros de alta cilindrada. Merdosos!
Bjs
I. com muita, mas mesmo muita pena minha, eu sei que é verdade. Uma pena, porque assim nunca mais vamos a lado nenhum, a mentalidade será sempre a mesma, e nós seremos uns eternos burros de carga e infelizes porque achamos que nunca estivemos/estamos à altura.
Quanto ao número de advogados, é por meríssima coincidência (eu diria mais obstinação) que não tens a minha pessoa como vossa colega. Quisás porque me falta a dita imparcialidade (com um post destes, quem diria 😉 ). Respeito todos os meus amigos advogados, mas abomino todo e qualquer ser que obedeça às características acima mencionadas, sejam eles de que área forem.
WOW… Ainda não tive tempo de ler a origem disto, mas agora vou arranjá-lo. Já volto.
Bem, que nojeira sem sentido! Como é que alguém tem coragem de fazer semelhante exame! E, é um facto, na esteira vem logo quem defenda que é óptimo professor e tão, tão inteligente que quase nenhum aluno consegue seguir-lhe o brilhantismo. E é disto que vivem (muitos) (d)os nossos catedráticos. Arrotar postas de pescada para quem quiser cheirar – ou tiver de, como é o caso dos alunos – e achar que a sua opinião (e não as teorias generica, ou mundialmente aceites) é o supra-sumo da originalidade. Autênticos donos da verdade, que não se cansam de a apregoar. Adorei o texto, Andorinha.
bemmm, cá eu ainda não tinha ouvido falar disto. Mas estive a ler o dito post e alguns dos comentários e fiquei sem palavras. Há por aí muita gente nojentinha!