Quando me perguntam sobre a crise na Holanda

respondo mais ou menos com isto:

Portugal é o mercado de trabalho europeu que mais tem sofrido, desde o início da crise (meados de 2007), com as falências e encerramentos de empresas. Este tipo de reestruturação, mais dolorosa e radical, contrasta com os chamados processos de reorganização interna, prática que domina nos restantes países europeus e que permite às companhias permanecerem activas, apesar das dificuldades.

Não deixa de ser interessante ler o resto do artigo no i.

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