A noite vem às vezes tão perdida
e quase nada parece bater certo
há qualquer coisa em nos inquieta e ferida
e tudo que era fundo fica perto
nem sempre o chão da alma é seguro
nem sempre o tempo cura qualquer dor
e o sabor a fim da mar que vem do escuro
é tantas vezes o que resta do calor
se fosse a tua pela
se tu fosses o meu caminho
se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
trocamos as palavras mais escondidas
e só a noite arranca sem doer
seremos cúmplices o resto da vida
ou talvez só até amanhecer
fica tão fácil entregar a alma
a quem nos traga um sopro do deserto
olhar onde a distância nunca acalma
esperando o que vier de peito aberto
se fosse a tua pela
se tu fosses o meu caminho
se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
se fosse a tua pela
se tu fosses o meu caminho
se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho

Eu estive lá :))))))
Number 1 fan ;D
Tenho-te a confessar que detestei esta mulher dos meus 15 anos até aos 30. O motivo do ódio era pq foi por causa dela que o meu grupo de Braga perdeu um festival de música e a nossa prestação foi claramente melhor, a música tb, enfim.
Aos meus 30 o meu amigo Vasco que tinha acabado com a namorada (agora é mulher dele 😉 ) naqueles momentos, qdo estava triste vinha chorar pra minha casa e cantar Mafalda Veiga 😀 E tanto bateu nas letras e no quanto aquilo descrevia a sua relação com a namorada, que pronto, rendi-me, passei a gostar das músicas da Mafalda Veiga 🙂
Eu gosto muito da Mafalda Veiga…
…dentro de um contentor no fundo do mar.
Mas, confesso que sou um pouco extremista.
Mak, fizeste mandar uma gargalhada que não tens noção!
Eu continuo a não gostar da moça, ou da voz, mas as letras, são poemas.
Mas eu também sou a gaja que gosta de jazz a Placebo e Franz Ferdinan…
Bem, a Florbela Espanca também tem belos poemas, mas se a Floribela "Luciana Abreu" os começar a cantar eu não vou deixar de reprimir a vontade de atar a uma chumbada de 100kgs e fundo do Nilo com ela.
Quanto ao resto, há coisas piores 😉
É só falar em Floribela que tou logo de pleno acordo contigo.