do meu caro Amin Malouf e fiz as pazes com ele (depois da seca que foi o Primeiro Século depois de Beatriz, tinha que ser).
Já tinha saudades de ler um BOM livro.
Depois voltei ao Miguel Sousa Tavares e li o “No teu deserto” (oferecido pela minha querida Mary, que sabe sempre sempre do que eu gosto).
Também gostei. Fiquei com tanta, mas tanta, mas TANTA vontade de ir ao deserto…que assim que puder ir a Marrocos, isto é, assim que voltar a ter dias de férias, o que só acontece pro ano… meto-lhe a primeira e não há quem me pare, só quem me acompanhe!
Agora estou na “Ilha debaixo do Mar” da Isabel Allende. Não sei porque é que ela e a Laura Esquível arranjam sempre nomes tão mauzinhos pros livros, palavra que não entendo.
Mas é à pala delas que já desisti de ligar aos nomes nas capas.
Comprei livros de autores que não conhecia no Natal, comprei exactamente 15 livros. Os primeiros 3 que li foram a mais completa desilusão. Tão mauzinhos, que nem tem explicação.
Depois decidi voltar ao meu caríssimo Amin, e pimbas, outra vez, desilusão. Decidi que assim não podia ser! Alguma coisa de jeito devia ter comprado!
Samarcanda (disse-me a Tuxa), é excelente, vais gostar!
Eu li, adorei, e recomendei.
Outro que li há já uns tempos e que foi uma surpresa agradável, que me ensinou muito sobre a história da Turquia no último século, e tem um nome muito piroso mas é muito bom, é o “Palace of Tears” – “O Palácio das Lágrimas” – da Alev Croutier.
Dos maus, não vale a pena falar, tenho vergonha de dizer que li aquilo até ao fim.
A partir de agora (e quando acabar os outros 9 que ali tenho, que também é espirrar e já voaram) só compro livros que me recomendem. Nunca mais me meto em aventuras e me ponho a comprar o top 10 da Fnac. Aprende-se a tropeçar, certo?
Por isso, vá, toca aí a recomendarem os melhores livros que já gostaram, pelas alminhas façam-me feliz. Vale tudo, desde Nóbeis a literatura infantil!
Só Nicholas Sparks é que não, ok?
Siga a marinha!!

Eu gostava era de ir a Samarcanda e a Bukhara.. Isso sim! 😉
Tb não me importava nada! ;))
"Lueji, O nascimento de Império" do Pepetela!
Não te irás arrepender ;))
O último que li, "Leite derramado" do Chico Buarque e o que estou a ler agora "Memórias póstumas de Brás Cuba" by Machado de Assis. São os dois bons. Pelo menos para mim porque têm o condão de me transportar para o Brasil e isso é sempre bom. 🙂
por favor, não leias o 2666 de Roberto Bolano, principalmente se fores como eu que nunca deixo um livro a meio. 1000 páginas de terror, num livro sem final…
Entretanto, nos intervalos estou também a ler um livro de História de Portugal dos historiadores Rui Ramos, Bernardo Vasconcelos e Sousa e Nuno Monteiro. Tudo concentrado em 1000 páginas, Coisas de quem andava com as hormonas aos saltos na altura em que devia ter estudado. Mais vale tarde que nunca. 🙂
O Pepetela! Que acabei por não te pedir emprestado, ehehe
Ok, tá assente.
Eu gosto mesmo muito de história, mas gosto de aprender história encapsulada em livros, não sei se consigo ler 1000 páginas de historiadores 😀
2666 – sim, sou das que lê até ao fim. Não és o primeiro a dizer que são horas da nossa vida q não se recuperam. Registado!
Obrigada 🙂
assim os mais recentes que li e que mais me marcaram:
"as velas ardem até ao fim" – Sándor Márai
"O físico" – Noah Gordon, não consegui largar, muito cativante, é quase unânime como é um excelente livro.
"O Leitor", Bernhard Schlink – brutal muito bom mesmo!!!
De novo não tenho nada de surreal a recomendar. Mas velhinho, há um livro lindo, lindo, da Mario Zimmer Bradley chamado The Catch Trap (em PT O salto Mortal). Nada a ver com Brumas de Avalon, é extremamente tocante e não tem nada de bruxarias ou lendas do Rei Artur. E tenho outro, cujos nome e autor infelizmente me escapam agora mas se me lembrar vejo-o em Lisboa e depois digo-te. A chegada ao poder de Hitler e a mudança na sociedade berlinense do ponto de vista de uma adolescente de 14 anos, lindo, lindo.
Por último, o título do da Isabel Allende tem outro gosto no original: La Isla bajo el água. Não sei é porque não fizeram (neste e em tantos outros casos) uma tradução literal.
Eu esqueci-me do "debaixo".
La isla bajo el mar, embora mais cantado, continua a ser piroso 😀
Qdo souberes os títulos e os autores diz-me, ok? Agradecida!! beijinhos
Já leste o da Marion? E sim, eu prometo que te digo, nem que seja quando voltar de vez a PT e seja só olhar para a prateleira, lembrar-me de ti e vir aqui dizer. Ah, o No teu deserto é um livro especial – esqueci-me de concordar no comentário anterior.
Goldfish, não te conheço mas permite-me um comentário…. o Salto Mortal APESAR de não ter nada a ver com as Brumas é excelente. (tive que me meter, eu que sou fã da MZB e que já li o Salto Mortal umas 500 vezes) 🙂
Andorinha, uma amiga minha leu um livro do Bolano e também odiou… Eu que estava a pensar comprar o 2666 para as minhas férias já desisti. Resolvi levar o Marina do Carlos Ruiz Safón (em espanhol) e o Arquipélago na memória do Lobo Antunes que neste momento está a ter o dom de me fazer sentir burra. Li duas vezes o primeiro cap. e mesmo assim não percebo patavina. Serei só eu?
Irra que os livros do homem são difíceis de ler!!!
bjs
Pat
Não, não! Me too! Nunca percebo puto! Sinto-me uma analfabeta.
ok, já me sinto melhor…. e o livro é o Arquipélago da insónia (e não da memória) 🙂
Tanto faz se tem memória ou tem insónia! Eu só tentei uma vez ler Lobo Antunes. Li 3 páginas: 5 vezes. Não percebi uma frase. Desisti. Nunca mais.
Esse do MIGUEL .—NO TEU DESERTO–li numa tarde, todos de Sousa Tavares para mim…a-do-ro….