If the Portuguese start-ups can learn how to persuade those investors to provide them with capital, then there’s hope that Portugal can reverse its economic decline.
But doing that will require a cultural transformation. Instead of inertia, Portuguese entrepreneurs will need to take responsibility for their own success and take risks — such as bootstrapping to find a viable business model and traveling to meet with potential capital providers who can help spur their further growth.
Perhaps they can find inspiration from the Portuguese explorers who left its shores in boats and returned with lucre.

Inspirado pelos exploradores estou eu sempre. falta-me é "tempo". :))
é isso que o gajo diz, que tens que ir lá fora buscar "o tempo".
Talvez possamos ir novamente a india buscar especiarias…
Cruzes credo em cruz home!
Pois, e eu saí de casa dos meus Pais aos 16 anos. Não fui propriamente à procura do "tempo", pelo menos no imediato, mas fui à procura de uma vida diferente para mim. Encontrei-a. Mais tarde tive oportunidade de ir trabalhar para o outro lado do mundo, mas o projecto morreu mesmo antes de começar. Foi pena, mas a vida continuou. Hoje tenho a vida mais ou menos estabilizada, e embora não tenha todo o "tempo" que gostava de ter, tenho o suficiente, e tenho, acima de tudo, muito mais tempo (agora sem aspas) para uma coisa a que cada vez dou mais valor. A minha família.