Os anónimos

Sou directa, curta e grossa: não aprecio anónimos.

Permiti que os comentários fossem abertos aos “anónimos” porque descobri que tinha vários amigos meus que liam o blogue e que não comentavam porque não gostavam de ter que assinar o nome próprio, pelos seus motivos, que eu respeito.
Mas pedi-lhes que assinassem com uns nicks e tal, e consigo saber normalmente quem são. Sei que tenho o Haggoninho, a Vera, um grande amigo de infância ou até outros que às vezes não se querem expor, colocam como anónimo e depois mandam-me um email a avisar que foram eles.
Isto porque, embora isto seja um blogue e como tal público, é ainda assim “a minha casa” e “o meu espaço”. E se na minha casa não entram pessoas com máscaras e não identificadas a mandar “bitaites” ou a opinar, no meu blogue também não.

Eu gosto de pessoas que assumem quem são, o que dizem e o que opinam.

Desprezo quem se esconde cobardemente atrás do anonimato mas dá a sua opinião, por vezes demasiado mordaz, e se fica a rir no conforto da sua poltrona, como se tivesse feito uma grande coisa.

Posto isto, não vou barrar os comentários aos anónimos, mas agradeço encarecidamente, para que tal não aconteça, que assinem o comentário com iniciais, ou um nick que me permita saber quem são. Até podem assinar como: primo do Manelinho!
Mas assinem. Porque senão geram confusões desagradáveis como a que aconteceu no post anterior (e que vou explicar num post posterior) e lá vou ter eu que me chatear e sacar da “censura do lápis vermelho” e impedir os “anónimos” de mandarem o seu bitaite.

Posto isto, e pensando eu que estamos todos entendidos, continuemos a emissão no post que se segue!

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