Eu sempre quis um cão, desde pequenina. O meu Pai comprou um gato quando eu tinha 5 anos.
Não era o que eu queria, pra mais era um siamês muito dado à independência e não me ligava muito. No entanto era o animal de estimação da família e foi tão bem tratado que durou 22 anos. Chamava-se Fufu porque o meu Pai achou que um dia o gato ia conseguir miar: miau fufu! Era uma música do Sequem de Ouro da altura.
Continuei a tentar convencer o meu Pai a aceitar as ofertas que os amigos dele lhe faziam para ficarem com um cão, mas, citando a minha Mãe: o cão é uma prisão e suja tudo, nem pensar!
E com este mote passaram-se 27 anos até ao dia em que um amigo meu me disse que o irmão dele criava Grand Danois e que me vendia um a preço de amigo por 300 euros.
E eu fiquei toda contente, disse aos meus amigos, e fui gozada durante 2 meses e ouvi conselhos como: o cão é enorme, tu és louca, não o vais conseguir controlar, e depois como é que fazes pra ir trabalhar, mimimimi. Eu sempre fui muito dada às minhas ideias fixas, borrifei-me pra todos e fui buscar o cão.
Trouxe-o pra casa e pu-lo a dormir na cozinha. O cão chorou horrores a noite toda, com uns décibeis que não lembra ao careca, mas nós (o meu irmão, a minha colega de casa e eu), achamos que era só na adaptação e que havia de lhe passar. Durante o dia deixei-o no terraço da casa da Graça que tinha na altura, sozinho. Quando cheguei a casa o cão tinha conseguido que todos meus vizinhos estivessem pendurados à janela porque bradava aos céus e chorava horrores.
Durante uma semana foi assim todos os dias até que a minha senhoria de então me ligou a dizer que tinha recebido queixas dos condóminos todos e que, era o cão ou nós, com muita pena dela. Teve mais pena ela que eu, porque me apercebi que não estava preparada e que efectivamente não tinha tempo nem juízo pra cuidar de um cão. Nem sequer tive noção que tinha que treinar o cão, que tinha de o levar à rua a passear, afinal eu tinha um terraço! Os vizinhos terem-se queixado foi uma benção porque tinha agora a desculpa perfeita. O criador ficou piurso, mas devolvi o cão.
Nessa altura passou-me a pancada e aprendi que não se tinha cães nos terraços.
Passado alguns anos entrou-me um cão abandonado pro carro e eu levei o cão a um veterinário que através do chip localizou os donos. O cão tinha sido “o anel de noivado” de um casamento desfeito. Quando o casamento acabou, a dona do cão arranjou outro pretendente que detestava o cão pelo que ele representava, e como tal tentou arranjar-lhe um dono adoptivo, mas o dono deixou o cão no quintal com as galinhas, e o bicho fugiu. Tinha leucemaniose e os tratamentos custavam 200 euros por mês e eu disse à veterinária, que com muita pena minha, não tinha dinheiro para tal, e consegui devolver o cão à dona originária. Foi aí que descobri que era alérgica a cães de pêlo curto.
Quando vim pra Holanda descobri que tinha tempo e dinheiro pra ter um cão. Sobrava-me tempo e com o conselho de um colega, escolhi uma raça que se adaptava a mim. Um bichon maltês. Fui buscar a Petzi e dediquei à bicha o tempo que nunca tinha dedicado a nenhum animal. Aliás, a ninguém.
A minha Mãe continuou a atazanar-me a paciência a dizer-me que eu era uma anormal porque o cão era uma prisão, e agora como é que ia ser pra viajar, e que o cão sujava tudo e…
Desta vez, caguei do alto pro que ela dizia e levei a minha avante.
Comprei-a em Novembro e no Natal fui a Portugal com ela. O meu Pai vinha-me bater à porta do quarto às 8 e meia da manhã a pedir se a podia ir passear. Vi a minha Mãe com a Petzi ao colo, coisa que nunca aconteceu em 22 anos de gato.
Tomei a melhor decisão da minha vida, borrifei-me do altíssimo pra minha Mãe e pro seu discurso, e em Fevereiro comprei o Kruk a meias com o meu irmão para oferecer ao meu Pai. Em Março entreguei-lhe o cão.
A felicidade dele foi incomparável. O meu Pai aos 64 anos parecia um miúdo de 5. Os olhos brilhavam e ele estava radiante. Cheio de medo da reacção da minha Mãe, mas disposto a encarar a fera! (a minha Mãe, não o cão)
Expliquei-lhe que para que ele e o cão sobrevivessem à paranóia das limpezas da minha Mãe, que tinha que o treinar, e ele pagou uma pequena fortuna (acho que perto de 400 euros), mas foi com o bichinho pros treinos.
A minha Mãe capitulou ao fim de um mês e deixou de dizer ao meu Pai “o teu cão”, ou “o cão é teu” e passou a dizer: o meu Krukinho!
O Kruk é “um Senhor”. O cão está tão bem treinado, é tão educado e tão dócil, que sobe as escadas só para que a trela fique ao nível das mãos dos meus Pais para o poderem levar à rua. É a alegria da casa, vai com eles pra todos os lados, dão-lhe uma banhoca semanal, levam-no à rua todos os dias, nunca o deixam sozinho, o cão vai pro cabeleireiro da minha Mãe por iniciativa dela, é o filho não rebelde que nunca tiveram.
Por causa do cão, as discussões lá em casa passaram de diárias a mensais (no máximo).
Por causa do cão, o meu Pai decidiu ser operado à anca depois de 5 anos de luta nossa a tentar convencê-lo. Ele só se operou porque já não conseguia passear o cão e achou que não era justo o Kruk sofrer por culpa da teimosia dele.
Por causa do cão, os meus Pais têm hoje uma razão e um motivo para sairem de casa todos os dias e um motivo para voltarem para casa depois das estadias no Hospital.
Por causa do cão, eu e o meu irmão dormimos descansados a quilómetros de distância dos meus Pais porque eles nunca mais se sentiram sozinhos.
O cão, que começou por dormir num quarto nas traseiras, dorme hoje na poltrona da sala que é o trono do dono, que lho cede quando é hora de ir dormir.
E lá em casa nunca, mas nunca mais se ouviu dizer que o cão era uma prisão ou que sujava tudo.
Culturalmente em Portugal continua-se a fazer duas coisas que me deixam fora de mim:
1) deixar os cães no quintal, no terraço ou na marquise. O lugar do cão é na rua.
2) oferecer-se cães a pessoas que têm filhos, só porque os miúdos pedem e há cães “pra dar”.
O resultado está à vista e há imensos cães abandonados, bem novinhos, que são deitados fora como se fossem brinquedos.
Depois do Natal o meu Pai viu uma gaja deixar o cão atado a um poste em frente ao restaurante enquanto ia almoçar. O cão era do tamanho da Petzi, pêlo comprido, mas acastanhado.
Enquanto sua excelência almoçava, caiu uma tromba de água enorme, e o cão continuou ali à mercê da intempérie, molhado como um pinto, cheio de frio. As pessoas que passavam na rua faziam-lhe festas e a dona nada de aparecer. Até que veio uma moça que trabalhava numa das lojas em frente e desatou o cão da trela e dispôs-se a levá-lo pra casa. A gaja saiu do restaurante finalmente e acusou a moça de ladra. Foi uma discussão anormal já que não houve meio de explicar à besta quadrada que não se deixa um cão atado a um poste no meio da cidade de Braga. Pior foi que o cão não queria ir com a dona, mas sim com a moça da loja. Ainda bem que eu não assisti, senão a esta altura a besta tinha um olho à Belenenses e eu umas costelas partidas.
Na Holanda os vizinhos vêm como é que os outros tomam conta dos animais, e se os virem a ser maltratados chamam a assistência aos animais e são-lhes retirados, sejam cães ou gatos ou canários. Porque na Holanda está na lei que um animal tem que ter chip, vacinas, seguro de saúde, os donos têm que pagar impostos e qualquer tipo de crueldade para com um animal será punida por lei com multas pesadas e a retirada do animal aos donos.
Na Holanda não há cães abandonados pelas ruas.
Na Holanda e na Alemanha, não se vêem anúncios como este:
Urgente ajuda de divulgação -Quarteira – Algarve- O kico viveu praticamente toda a sua vida(1 ano) fechado num terraço 🙁 , precisa de um dono responsável que lhe possa dar toda atenção e carinho que merece , é de porte pequeno , cerca de 4 kg.
contactos para adopção: sónia Gomes caesdaserradaires@gmail.com ou 969823320


Não gosto de ouvir falar mal de Portugal nem dos portugueses. Mesmo quando tens razão.
Posto isso queria acrescentar que um cão de um caçador, na maioria, não é um cão de casa. E que aquele perdigueiro lindo e fofinho um ano depois é um animal que está à espreita dos pássaros dos vizinhos e que já não assim tão fofinho. Mas que se o compraram para ser um cão de caça não o podem abandonar no final da primeira época de caça (e isto acontece invariavelmente todos os anos – e esta falta de amor ao cão é o que separa os caçadores de cidade aos caçadores do campo).
Nós já fizemos uma queixa de um vizinho por causa de um cão. Nem nos responderam quanto mais retirarem os cães a uma família que não o deveria ter. em 5 anos só neste último vi o bnicho na rua (e sozinho, desconfio que numa tentativa que o bicho fuja ou que um carro resolva o assunto)e nunca vi ninguém fazer-lhe uma festa.
Mas quando aos cães no quintal não sou assim tão radical como tu. Um cão de guarda pode perfeitamente viver maioritariamente no quintal, desde que tenha condições para isso. Na minha casa sempre tivemos cães de guarda, sempre tiveram uma casota (de tijolo e cimento, com telhado e tudo), imenso espaço para correr, acesso à garagem e a várias divisões – o dominío deles. À noite era hora do trabalho. O mimo e a atenção eram-lhes dado durante o dia.
Patrícia, não falei em cães de caça até porque desconheço essa realidade, nem sei como se treinam nem o que fazem. Também não gosto de caça, acho uma coisa muito misógena e primitiva, mas cada qual com o seu gosto 🙂
A questão é que um cão de guarda também é treinado pra tal e muita gente toma os cães por guarda por os deixarem pura e simplesmente na rua. Não é assim. Os meus primos têm uma Golden Retriever que está sempre no quintal, que é, a meu ver, minúsculo e que não é cão de guarda nenhum. E tem uma casota que não usa. Tb tem acesso à garagem, mas fica por aí.
Confesso que até à um ano e um 22 dias atrás, achava que as pessoas que tinham este amor desmesurado por cães só podiam ser aqueles totós do 'Clube do Cão'. Que usavam óculos-fundo-de-garrafa, vestiam camisolas de lã tricotada pela avó materna, votavam no partido 'save the wales', gostavam de acabar com a guerra, a fome e as doenças no mundo, e que toda a gente virasse vegetariana.
Os verdadeiros TOTÓS – com caps lock.
Até que em 27.12.2011, eu fui buscar uma cadela para dar a uma bebé, minha parente, já que a dela tinha sido atropelada.
Chego ao pé de um puto que me vem entregar uma labrador de 2 meses. Os meus olhos bateram naquilo e o meu coração contorceu-se todo. Nesse segundo SOUBE que ela era minha – e que não a ia conseguir dar, para viver aos pontapés, como todos os cães naquela aldeia. Mas eu nunca tive um cão! Vivo num pequeno T2 com o namorado. Trabalho. Não tenho tempo pra um cão. Um cão faz xixi. Cocó. Precisa de passear – QUE HORROR! Ter de sair todos os dias à rua! Mesmo a chover! Um cão rói cenas! Um cão dá trabalho! Ainda por cima não era cão! Era cadela! As cadelas têm cio! E período! E filhos!
Mas não a consegui largar mais. A forma como se aninhou no meu colo o resto do dia, fez com que eu fizesse cena de ursa, ao informar que 'sorry – vou ter de ficar com a cadela'.
Foi uma decisão lixada – porque a cadela caíu-me literalmente nas mãos. Eu não sabia o que era preciso para ter uma cadela! Ela fartou-se de chorar a primeira noite, e eu não sabia que era frio (possivelmente, já que ainda não tinha uma caminha decente), e saudades da mãe.
Isto tudo para dizer que, para mim, ter uma cadela não foi uma decisão planeada – nada mesmo. Mas foi muito pensada – foram umas horas non-stop.
E foi sem a menor dúvida, a melhor decisão da minha vida! Sou completamente apaixonada por ela! A Luna (assim se chama) transformou a minha casa num verdadeiro lar. Eu posso estar esquinada à vontadinha, que há sempre lá em casa um ser que só quer amor, e só tem AMOR para dar.
É a minha melhor amiga, e não imagino a minha vida sem ela. É o ser que me faz sempre a maior festa do mundo quando chego a casa, mesmo que só tenha ido à garagem. É o ser que se aninha comigo no sofá a ver junk tv. É por vezes o ser mais obediente do mundo, e por vezes o mais mal educado – a porquita às vezes teima que não me quer dar a bola!!!! Tem alturas que é chata que dói, porque tem de estar SEMPRE em cima de mim. Literalmente. E olha que é pesaaaada… Oh se é pesada! Se dá trabalho? Dá. Se dá despesa? Dá – e tem fases que ui ui!
Mas é dos maiores amores da minha vida, e mudou a minha vida – sou muito mais feliz, desde que ela me escolheu para mommy 🙂
E nem todas as pessoas têm a feliz capacidade de experimentar um amor destes – e saber valorizá-lo.
E pronto. Eu sou a Sónia. Tenho 29 anos. E tal como tu (sorry to say it) sou uma TOTÓ-DO-CLUBE-DO-CÃO 😀
Muitissimo prazer Sónia Bánessa (eu sou do norte, carrego no á) e Parabéns pela tua escolha e pela tua cadelinha. Acima de tudo pelo teu comentário porque ele diz tudo. Os animais transformam a vida das pessoas e só podem e devem ser bem tratados. E sim, dão muitoooo trabalho, mas compensa cada minuto. Eu acho que já não sei viver sem cães.
Assinado: a outra tótó do clube do cão, que não usa óculos de cu de garrafa, nem camisola de lã da avó, nem vota no save the wales, nem acho que vou acabar com os males do mundo e abomino a ideia sequer de poder vir a ser vegetariana 😀
Beijinhos pra ti e festinhas à Luna!
Eu odeio caça. Mas sendo de uma aldeia lido bastante com caçadores e vejo bem as diferenças. Os meus amigos todos fazem o pino pelos cães deles. O meu primo, por ex, tinha um cão de caça que uma vez se perdeu. Ele voltou à mesma zona semanas seguidas para o procurar até achá-lo preso por arames numa quinta onte já tinha ido à procura dele. Quando esse cão era já velhote e já não era um "cão de caça" ele tirava sempre um ou dois dias só para o levar para a reserva para o cão ainda se sentir caçador. E quando ele morreu de velho toda a gente chorou lá em casa. Isto é um cão de caça.
Mas todos os anos, no último dia da caça, aparecem lá na aldeia cães abandonados. É horrível.
E claro que há quintais e quintais. E condições. O meu quintal por exemplo é enorme, dava para 10 cães. Uma vez, tinha eu uns 10 anos, tive ao mesmo tempo 2 cães: uma minúscula rafeirote e uma pastora alemã. A pequena era de "casa", a grande de guarda. Mas tornaram-se amigas de tal forma que a pequena se mudou para o quintal de livre vontade. Elas queriam era passar as noites a matar e comer os pombos do meu pai e passar os dias de papo para o ar a fazer a digestão. E eu a tratar pombos que "só" ficavam feridos… Isto para dizer que há que ter condições. Espaço para eles correrem. Mas que depois há cães malucos. Essa pastora alemã, a Lady (sim, foi depois de eu ver o the lady and the trump) decidiu que dormir era num buraco na terra, cavado por ela, com uma entrada miníma. Parecia uma minhoca. Nem casota, nem garagem, nem mantas, nem tapetes, tentámos tudo, tapávamos os buracos… e ela fazia novamente. Tenho tantas saudades dessa cadela…
Olha, é só para te dizer que, da Holanda, sinto falta de poucas coisas, sendo que uma delas é a possibilidade de ir para (quase, quase) todo o lado com a Luna. E, sendo ela uma traumatizada pelo tempo de rua e sabe-se lá que mais, o jeitaço que me deu que aí as pessoas saibam como devem lidar com um cão e o bem que isso lhe fez. Mais do que ter feito um bicho feliz, não tenho dúvidas de que ela nos fez muito mais felizes. O que costumas escrever sobre ter cães – responsabilidades, exigências, disponibilidade, etc. – devia ser lei. Mas cá as leis são o que são, cumpri-las não interessa nem a quem recebe ordenado para o fazer e poucos têm noção do tanto que os cães se parecem connosco. Costumo dizer que é uma questão de evolução, e que mais tarde ou mais cedo chegaremos lá.
O teu post comoveu-me. Bem-hajas pela paciência de escrever sobre este assunto, acerca do qual é tão importante educar as pessoas em Portugal.
Grand Danois é o nome da primeira raça que referes e o concurso de pequenos cantores era o Zecchino d'Oro ou Sequim de Ouro em português 🙂
Oh pah… tu não sabes a felicidade que é leres o 'Bánessa' sem eu ter de escrever que é mesmo assim que se lê 😀
Acima de tudo – com o testamento esqueci-me – é preciso que, quando adoptamos um cão, assumamos o compromisso – de verdade!
Se assim for, está ali O melhor amigo ever!
Bonitas palavras. Revejo-me em muito do que dizes. E tambem tive um Grand Danois, chamava-se Scooby (original, eu sei, mas era um nome perfeito porque ele tambem tinha medo de tudo e saltava-nos para o colo tal qual o cartoon).
Como diz o Barney: true story!!
Eu qdo comprei a Petzi foi porque precisaaava de saber o que era assumir um compromisso. E nao e' que afinal sou boa na coisa? :))
O compromisso e' de facto O fundamental.
Sonia Banessa e' o que nos chamavamos as miudas da Candeia de quem nao sabiamos o nome. Achamos bue da Marisas e Veronicas tambem! :)))
Tenho duas amigas cujos Pais sao ca,cadores e sei de historias dessas. Os meus primos chegaram a ter caes de andar atras dos caes de ca,ca que lhes roubaram, os caes sao finos que eu sei la, valem a ca,ca. E estupido e' aquele que julga que se pode abandonar um cao sem consequencias, eu acredito piamente que karma IS a bitch.
E' giro como os caes mais malucos sao tambem os mais espertos e nos conquistam e roubam o coracao. Enfim, quintal ou nao, sendo um cao grande ou nao, faz-me imensa confusao os bichos dormirem 'a chuva ou ao frio ou atados a uma corrente. Nunca vou entender 🙂 beijos!!
Ola miuda, tas boa?
E' uma questao cultural. So se muda com leis e com multas e entidades que recebam as denuncias dos vizinhos e tratem disso como deve ser. Enquanto houver muita gente como o Daniel Oliveira, esquece. Se fores ler a caixa de comentarios do Nuno Markl e' assustador o quao estupidos e burros podem ser aqueles que tem medo de ter ate um peixe! E aqueles que nao gostam de animais pq os acham sujos e me falam em bacterias e o camandro como desculpa pra estar a 5 metros dos meus caes? Engulhos, fico com engulhos e mtooo mal disposta. Qdo vou passear em Braga com eles ouco as pessoas a falar: olha q lindos filha! Um assim nao me importava de ter! Olha, sao gemeos! Nao passes perto que podem ter doencas!
Acho q o facto de serem 3 e tao bem tratados e limpos deixa as pessoas KO. E depois ha sempre um gajo q lhes tem nojo e me poe mal disposta, ou aquela q falei no outro dia, as que me dizem oh menina de-me um! Tem tantos!
Enfim, relativamente a animais em PT eu comecava 'a chapada numa ponta e parava na outra.
Quem diria que a Holanda tem algo tao bom, ah? 😉 beijinhos!! Festinhas a Luna
Leis! Eu quero e' leis!!! Beijinhos!!
Grande falha! Tens razao! Eu corrijo amanha, ok? Obrigada pela chamada de atencao, foi das pressas, nem conferi online como se escrevia 🙂
Ah valente!! Respect! Quem teve um Grand Danois merece o meu maior respeito, que educar um bicho daquele tamanho e' obra, mesmo sendo um bonacheirao continua a fazer poias do tamanho das dos cavalos!
O Bánessa dá assim aquela classe. E o Cristina. Mas top top é Soraia Banessa.
E eu juro que conheço uma Soraia Vanessa. Mas não percebo aqueles pais. Ela nem era uma filha indesejada. Porquê Soraia Vanessa, porquêeeee????
Eu tenho uma amiga que se chama Nidia Marisa. E outra que se chama Juliana Gorette. Mto bom! Soraia Vanessa tb está muito lá!
Pois. Marisa (leia-se 'Márisa') também é do best!
E Sónia Márisa também me aquece o coração!
A ver se me lembro de vir ter contigo um dia que decida procriar, que já vi que podes ser uma grande ajuda na escolha do nome! 😀
À buntade! Sou uma boa enciclopédia de nomes "merbilhosos"! 😀
Mesmo!