Já não se fazem emigrantes como antigamente!

GRAÇAS A DEUS!!

É o caso de Filipa Almeida, 32 anos, arquitecta, que depois de seis anos em Berlim decidiu voltar para Portugal, porque não se imaginava a envelhecer fora do seu país. Fundou uma empresa e teve uma filha. Não pensa em voltar a emigrar.

Também Ricardo Silva, dentista, 28 anos, optou por recusar uma proposta de emprego em Angola, depois de ter encontrado trabalho em Portugal. Não quis abdicar da relação com a família e com os amigos. Os afectos também contam.

São duas histórias de vida que contrariam os números e mostram que não é apenas o lado profissional que entra em jogo quando se decide emigrar

3 comments:

  1. Olá Andorinha
    Adorei este post e o teu último sobre emigração. De facto, emigrar não é para todos e é preciso que as pessoas se lembrem disso. A minha irmã, que esteve bastante tempo desempregada, rejeitou uma oferta para Angola, simplesmente porque achou que aquilo não era vida. Ficou cá, lutou por um emprego cá e conseguiu. Há muita gente que acha que lá fora é que é bom, sem primeiro parar para pensar seriamente na situação. Por exemplo a minha sogra acha que nós (eu e o filho dela) temos é de ir para fora e não há quem lhe meta na cabeça que não é só ir e já está. E não está nem aí para o facto de o filho provavelmente definhar fora do seu país adorado e que não tem o mínimo perfil para ser emigrante.

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