Paz, paz, paz: PAZES!

Fazer as Pazes é sinónimo de Paz, ou será que Paz é sinónimo de Pazes?

Isto dava aqui um post de três kilómetros, mas vou-vos deixar refletir.
Não sem antes deixar a minha “breve” e “erudita” opinião, claro!

Estar em paz consigo mesmo ajuda a andar em paz com os outros e como tal a resolver algumas situações e fazer as pazes com quem se anda às avessas.

Fazer as pazes com alguém com quem se anda de candeias às avessas e de quem se gosta efectivamente (porque os outros é mesmo: porta da rua, serventia da casa!!), traz-nos paz e proporciona um carinho interior que dá vontade de fazer as pazes com mais uns e outros, e ter a sensação que o mundo se simplifica. Às vezes consegue-se…outras não.
Em suma: Paz gera Pazes, e Pazes gera Paz.
Um bocado lógica da batata, mas que pode dar pano pra mangas caso os pontos de vista sejam diferentes!
E com isto vos deixo!

PS: Continuação de uma boa semana! E desta vez fui mesmo breve! hehehe

7 comments:

  1. As pazes que há a fazer, muitas das vezes, não trazem a paz que se precisa… apenas um descansar de consciência… ou então, outras vezes, a paz que se consegue não implica as pazes que se desejam… por milhentos motivos possíveis.

  2. Fazer pazes=paz e paz=fazer pazes!!!

    Estas doida? São coisas completamente diferentes…

    Mas não vou dissertar isso aqui, deixo para ti isso… Vou só deixar uns tópicos interessantes de se pensar:

    1- A paz interior é provavelmente a coisa mais díficil de se conseguir. Somos humanos e como tal somos seres inconformados, por isso estamos sempre à procura de melhorar e crescer.

    2- Fazer as pazes com alguém, pode sim dar-nos descargo de consciência. Mas poderá não trazer a paz que procuramos, isso depende sempre de 2 ou mais pessoas, logo as variáveis são imensas.

    3- Estar em paz com nós mesmos, sim ai admito que ajude a fazer as pazes com os outros, mas a resposta deles também influência a nossa paz interior. Melhorando ou até piorando.

    4- Fazer as pazes com outros, porque gostamos deles e queremos estar bem e ser felizes com eles é bonito, mas aqui relembro uma música do Rui Veloso: “nunca mais voltes ao lugar onde já foste feliz, só vais encontrar uma fogueira já apagada”. E acrescento a pergunta: Será que querer fazer as pazes com alguém não será muitas das vezes um sentimento egoista da nossa parte? Não estaremos a querer fazer as pazes só para nós sentirmos em paz interiormente? Porque podemos sentir alguma culpa no cartório?

    E já me estiquei demais… Por isso…

    Andorinha beijocas grandes

  3. 3 km?!!!!
    diria 1000!!!!
    Há alturas na vida em que se fazem as pazes, mas o que fica é uma paz podre, outras em que se fazem as pazes e tenta recuperar-se o tempo perdido.

    Agora tudo depende do estado de espírito. vejamos:
    – há situações em que é preferível uma paz podre do que guerra constante (como com o pai dos nosso filhos, saído entretanto de casa)
    – Quando se tenta recuperar o tempo perdido com alguém, por muito bem que fiquem os ambientes, receio que nada volta a ser como era…

    enfim…

    jocas e bigada pela visita

  4. Tu é muita complicada né?
    Paz, pazes…fogo! Oh miúda, snap out of it!
    Eu sou touro, certo? O que lá vai lá vai, até ao dia que for necessário para uma pequena conversinha daquelas para por os pontos nos iiiisssss…. Agora a paz interior, sem essa é que não se pode viver mesmo, olha para mim…sou um bom exemplo! If you know what I mean…
    Beijocas

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