Finalmente, um fim-de-semana em Amsterdão

Este fim-de-semana foi dedicado a disfrutar a magnífica cidade de Amsterdão a quem já devia as minhas honras há muito tempo.
Sábado, em excelente companhia, fui ao cinema ver o “Cordero de Dios”. Filme Argentino de Lucía Cédron, galardoada nos prémios do Festival de Cinema de Roterdão.

Deixo o trailer para vosso gláudio:

Seguiu-se uma feijoada à transmontana, o jogo de Malta com Portugal em que mereciamos ter levado umas traulitadas na cabeça com tantos pernetas que lá andaram (acho que o sol lhes deve ter afectado a moleirinha) e o regresso tranquilo a casa.

Domingo foi dia de passeio pela cidade. Começamos com uma tarte de maçã no Vondelpark, e quem por cá passar de dia 1 a dia 10 de Setembro que passe pelo Festival “De 9 Straatjesarte” – arte contemporânea pelas 9 ruas dos canais. Enquanto passeava deram-me um chapéu-de-chuva com um MP3 pendurado do lado de dentro e pediram-me que aproveitasse o poema e entregasse o chapéu à Sra. que se encontrava ao fundo da rua. Achei um pouco estranho, mas aceitei. O meu dia melhorou quando comecei a escutar com atenção o Poema e escutei o conto de fadas sobre uma menina a quem tinha rogado uma maldição e forçado a carregar o chapéu para o resto da vida: só podia sorrir quando visse o sol. O chapéu impedia-a de ver a luz e a mantinha-a sob a sombra. Mas algo (já não me recordo o quê) a fez sorrir (a ela e a mim) e tudo se iluminou, mesmo debaixo do chapéu.
Entreguei-o no final da rua e continuamos até ao Forking onde descansamos da passeata ao sabor de um licor de maracujá.
Onde vamos? Que tal jantar? Que te apetece: peruano, tailandês, brasileiro ou português? Optamos pelo melhor restaurante brasileiro da cidade ao som de música ao vivo e sabor de caipirinha.
Como sabemos que é o melhor? Porque os actores brasileiros de gabarito entravam pela porta consecutivamente, e porque efectivamente comemos muito bem e a picanha estava mal passada e no ponto certo.
E casita e descanso, com a satisfação dum fim-de-semana extremamente bem passado!
Ao H. e ao P. o meu muito obrigado pela companhia e guias magníficos desta bela cidade.

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