Quando era miúda vi alguns episódios da Heidi, outros do Dartacão, outros do Tom Sayer, outros do Marco, outros da Candy Candy, nunca segui completamente as séries por uma única razão: não tenho vocação p’ra sofrer. Rais parta esta gente que põe logo as Mães e os Pais e todo e qualquer tipo de família simpática, a morrer no início dos desenhos, Só ficam os filhos da puta, os bonzinhos: nunca! Estúpidos dos Japoneses e dos problemas emocionais que trazem à vida dos outros. Chatos.
(estão a dar desenhos na TV e logo no início do episódio assassinaram a Mãe e o Pai do Ratinho e pimbas, ceifaram a irmã de exaustão. Fenix, que depressão de desenhos!)

O Dartacão não tinha nenhuma trama de fazer chorar as pedras da calçada, pelo menos que me lembre! Mas, só para te rires um bocadinho de mim, imagina que no Pinóquio, em pleno cinema, desatei a chorar porque tinha pena do pobre Pinóquio, cujo nariz não parava de crescer, de tal maneira que me escondi debaixo da cadeira e obrigeui a minha mãe a ir-se embora comigo no intervalo. Ainda hoje não suporto coisas tristes, dêem-me algo que me faça rir, bolas!
P.S. – desenhos animados para rir: o Cabong! Não sei se te lembras, até porque não me lembro do nome, era um muito curto, dava à noite, e os personagens eram um cavalo estúpido que nem uma porta e o Babalú, a que o cavalo dizia sempre: "P'ra pensar estou cá eu…", sendo que depois nunca tinha razão!
LOL
Não me lembro do Cabong :)) E tens razão, o Dartacão não era pra chorar, por isso é que eu via, mas o marco, a heidi, os outros todos, óh pa!!