4 comments:

  1. Olá!!
    Sou fã do teu blog e nas últimas visitas fico deliciada a ouvir a história que se ouve como "som de fundo". Podes dizer-me quem conta a "história" e onde posso encontrar esta "história"?
    Parabéns pelo teu Blog!
    Um beijinho,
    Joana

  2. Olá ervilha, mto prazer!! A história que se ouve ao fundo é a que postei na Quarta-feira, Março 30, 2011. Se clicares em cima dela vais parar ao vimeo onde podes ter mais informações.
    O vídeo salta assim que se abre o blog, já não posso ouvir o homem a dizer "la tierra"…. :)))) mas como não sei desactivar o automatismo, ficou 😀 Espero que com mais uns posts o dito cujo som de fundo desapareça :))
    Fico mto contente por gostares das bacoradas que escrevo 😀
    beijos

  3. Ó Andorinha… só por tua causa já tirei o som do computador. 🙂
    E é verdade, era muito mais fácil não sentir a falta de quem não sente a nossa falta (e podemos subtituir "sentir a falta" por gostar, amar, odiar) mas depois nada tinha piada.
    Fixe, fixe é conseguir que esse alguém também nos sinta a falta, certo?
    bjs

  4. Cada vez que abro o blog em casa a Nice faz dolby surround e diz "la tierra"… é chato o gaijo!
    Este post é um bocado missleading, mas foi sem querer. O tumblr lançou os dois no mesmo dia, e achei que fazia sentido coloca-los junto pq as pessoas marcam-nos sempre, podem é escolher fazê-lo pela positiva, ou pela negativa. Seja como for, marcam-nos. E muitas vezes acontece, qdo é pela negativa, que ficamos com saudades do que tínhamos, mesmo que não fosse real. Como já disse antes, nós temos sempre saudades das ilusões, né? 🙂 E nessas alturas em que tb nos iludimos e armados em Kalimeros achamos que os outros não sentem a nossa falta. Mas sentem. Muito mais do que nós sentimos a deles. Estou mto filosófica hoje! :)))

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