Ah MEC, que tu és mesmo bom. - Publicado em 22 Junho, 2011 por Andorinha / Em Sem categoria - O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar. Miguel Esteves Cardoso, in ‘Último Volume’ Related
Filho da mãe! E tão discreto que ele anda. 🙁
Ós anos que o homem anda discreto, foi só sair da noite da má lingua 😀