…que bem mais de metade dos meus colegas no Egipto se chamam Ahmed e a outra parte chama-se Mohamed. Os outros 5% têm outros nomes quaisquer que não se sabe se é feminino ou masculino. E hoje finalmente desmistifiquei uma ideia: não é que as minhas colegas Egípcias têm fotos na Intranet com o lencinho na mona? E não é que lhes fica bem? Também qualquer coisa é melhor que a brigada do lençol turca, Alá nem sempre é bondoso com as feições dos povos e não há quem tire aquela expressão Beatriz Costa na aldeia da roupa branca à maioria das Turcas, não há.

confirma-se: meu aluno era ahmed, o do vasco era mohamed, e aposto que tambem tens abdul (que era o do christophe).
Abdul não desbundei!
na verdade o nome é Abdelrahman, mas diminuem para Abdul ou Abdo.
Como te percebo…
Ohh! Companheiro solidário! :))
Ora… por isso passava um anúncio no TV Shop, de uma máquina milagreira para fazer "tanquinhos" na barriga de quem a usasse. O senhor que tão entusiasticamente a promovia chamava-se John Abdo. Nunca esqueci até porque deduzi (especialmente por se tratar dos EUA)que, em vez de dar o nome à marca, o senhor tinha feito da marca, o seu nome.
Agora, sim, faz sentido: era um Deus grego, mas que podia bem ser do Médio Oriente, e podia ser filho de gente estabelecida em terras do Tio Sam, que o baptizou de John para fins sociais e administrativos, mas que em casa o tartava carinhosamente por Abdo…
Tá certo…
lol e foi com sorte, olha que fosse Zé Abdo? 😉