… está espelhado no focinho do Kruk.
Está aterrorizado desde o momento em que viu as crias.
Eles lançaram-se ao pescoço do Pai e eles fugiu deles como o diabo foge da cruz.
Escondeu-se debaixo da cama, debaixo do estendal, bateu todos os refúgios habituais enquanto nós ríamos, até que se pôs atrás das pernas do meu Pai, a égide de Kruk Manuel.
Tivemos que os separar porque senão ninguém dormia, e hoje de manhã foi a mesma fita com o cão a ser perseguido literalmente por duas crias cheias de vontade de brincar.
Pra ver se lhe passava a mania pegamos no Kruk e na Juicy ao colo e aproximamos um do outro. Só queria que vissem o Kruk a esticar-se todo com cara de “não é meu!!”, afasta pra lá esse ser do Demo, varado de medo, pior que se estivesse a encarar a sarna em pessoa.
Farta de tretas agarrei eu no cão e esfreguei-lhe, à vez, o rabo das criaturas no focinho. Mesmo assim ainda não acredita. Está mais calmo, mas ainda não passou grande confiança aos filhos. Afinal de contas a Petzi foi-se embora há uns bons meses, o Pai pode ser outro!
As cenas dos próximos capítulos ficam para uma próxima oportunidade.

Ah, ah. Daqui a nada pede um teste de paternidade e tudo:) Se puderes, mostra fotos:) Beijinhos, Vera
Ah pois é, a danada da Petzi pode ter arranjado um namorado em outras paragens, e ele agora está assustado… hi hi… mas logo logo se habitua… beijocas
Pobre Krutz, está em negação, e se calhar acha que a idade já lhe está a pesar.. Qualquer dia, torna-se metrossexual e compra um porche (eu não sei o equivalente disto, no mundo canino) 😉
Bjnhs!
Homens!