Arrumadinho, és um palhaço!
O mal é de quem te insufla o ego, de quem pensa que tens uma vida doirada e perfeita e que no teu dia-a-dia reina a paz, a tranquilidade, a emoção em dose q.b. Quem acha que é tudo glamour e que vais passear até Nova York porque sim, e que dás anéis à tua mulher porque sim, e que tens o teu filho criado sem esforço. Tudo te cai no colo sem suar, não é? A mulher esquelética perfeita, o filho (doutrém que não era lá muito) perfeito, o trabalho perfeito, a viducha ideal. No fundo a culpa é de todas e todos aqueles que te lêem e que têm falta de personalidade motivo pelo qual anseiam por colar-se à pele de outrém. É triste, mas sempre assim foi. Há sempre malta com uma falta de auto-estima incrível e que imita os outros em tudo numa tentativa vã de se integrar, de se sentir estimada, nem que seja ao sentir que os seus pertences são estimados.
A falta de auto-estima é um problema do qual sofre muito boa gente e depois há gente como tu que se aproveita da mesma, porque tudo é válido para vender, para ganhar dinheiro, seja a publicidade no blog, seja a papalva que há-de ir ao teu workshop. Gente como tu que é medíocre, e má. Porque só alguém mau é que se acha no direito de ensinar a tótó a arranjar um marido com meia dúzia de patranhas que vais inventar 3 dias antes. Porque não fazes ideia do que sofre muito boa gente que realmente acredita nas palermices que tu dizes, e que acha que não é bonita o suficiente, não é magra o suficiente, não é doce o suficiente, não é boa o suficiente para o gajo que ela idolatra. E que vão gastar o que não podem pra te ouvir dizer bacoradas por segundo porque não são espertas o suficiente.
Aproveitares-te das pobres de espírito é de alguém sem carácter.

Xiiii! Estou a ver que o moço te enfureceu… Confesso que a mim dá-me vontade de rir.
Não, não foi ele que me enfureceu. De qq modo acho o tipo um palerma. Só um palhaço é que se aproveita das pessoas assim. E nós sabemos que há taaaaanta gente pobre de espírito atrás da mala chanel e sem dinheiro pra comer…. O post da Izzie é que tá fixe.
Palminhas.
Como disse no blog da Rita Maria, primeiro ri-me à gargalhada (muito tempo, juro), depois achei que qualquer palerma que lá vá merece que lhe alivem os 40 euros ou mais, e depois pus-me a pensar que não há direito haver gente assim, capaz de se aproveitar de um momento de fraqueza emocional ou maior sensibilidade de outrem para lhe sacar uns cobres, ainda por cima quando não tem quaisquer habilitações para conduzir uma terapia de grupo ou sequer ensinar um gato a beber água, quanto mais.
É aviltante, machista, uma coisa típica de egomaníaco sem escrúpulos.
Já agora, já li uns quantos posts de gente que diz que as críticas são mesquinhas e invejosas. Inveja daquilo? Daqueles dois? Há pessoas que merecem ser invejadas, porque realmente fazem coisas brilhantes, são extraordinárias, ou mentes acima da média. Aquilo não é digno de inveja, é digno de pena e escárnio.
Já li muitos posts bons sobre o tema, é certo, mas tu resumiste bem com o: Arrumadinho, és um palhaço!
Ai, espera. Se calhar não devia estar a escrever isto, não vá o homem da minha vida vir parar a esta caixa de comentários e ficar desagradado com o que vê -.-
Anyway, espero que nem a Izzie nem a Julie sejam o homem da minha vida. É que com 40€ posso comprar tanta coisa boa.
Aí é que está Izzie, eu primeiro tb tive pena das pessoas que vão, mas depois fiquei furiosa é com quem se aproveita. Como disse, a culpa é de quem lhe insufla o ego, e às vezes dou comigo a pensar: cada um tem aquilo que merece.
Mas depois penso nas pessoas q têm tantas chatices e que são tão pobres de espírito, que têm a auto-estima do tamanho duma pulga como as minhas miúdas da Candeia, e que creem piamente em tudo o que lhes digo e fiquei furiosa outra vez. Pq as pessoas nem sempre entendem q não é normal gastar um mês de ordenado pra comprar uma mala. Há malta que não sabe, que nem tem noção. Não é correcto explorar pessoas que são pobres de espírito.
Eu estou-me a cag… se acham que tou com inveja, a minha vida é tão dispare da deles, estou tão longe daquela realidade (graças a Deus) e tão contente como sou, pq haveria eu de estar com inveja? Vejamos, eu acho mto bem que sejam felizes e usem as ferramentas de revistas cor de rosa que o 24 horas lhes deu e escreverem o que quiserem, que ponham publicidade, à vontade. Eu nem leio que aquilo dá-me bad vibes. Daí até explorarem o povinho ou a santa ignorãncia da gente simples, ehhhhhh pa, isso é que não!
Elsa, nesse caso só temos um problema que é eu ter gajos q nao valem um chavo a ler o meu blog! Cruzes credo, isso é que já não pode ser! Rodou e andor!
Com 40 euros podes comprar as compras da semana e alimentar 3 pessoas. Bacocos os que o largam a pensar que aquilo é a meca.
E quem fala assim não é gaga:) Eu até acredito que a intenção primeira não seja aproveitar-se das pessoas; o que penso é que isto é uma ideia completamente descabida mesmo. Primeiro que tudo, se houvesse uma solução assim fácil de obter para resolver algumas carências emocionais que as pessoas poderão ter, certamente que alguém já a teria descoberto. Depois, e assumindo que há sim formas, ferramentas para lidar com estas mesmas carências, creio que apenas alguém munido de uma preparação profissional específica estaria apto/a a dar conselhos profissionais. Ora, esta pessoa, que pensa ser muito arrumada das ideias, é um jornalista. Não é psicólogo, não é psiquiatra, não é terapeuta. Se se pensar que as pessoas também adquirem conhecimentos através das suas vivências, mesmo assim este arrumadinho (uma vez que ele faz questão de relatar pormenores da sua vida como se de uma novela se tratasse) é alguém que se casou uma vez, divorciou-se e casou-se com a estrela-mor da blogoesfera (outra espécie…). Portanto, quando muito poderá ter uma opinião sobre o assunto, a qual poderia partilhar com amigos ou leitores do blogue. Agora daí a organizar um workshop pseudo-profissional vai uma grande distância.
O que eu julgo é que ele e a mulher, pela atenção que despertam (é incrível mesmo o endeusamento de que são alvo da maior parte dos leitores, sendo que uma voz discordante ou é apagada ou imediatamente censurada sob a acusação de inveja) julgam agora poder fazer tudo. Inveja de aparecer nas revistas? Inveja do quê? Escritores da treta, figuras que tudo fazem para aparecer. Já estive perto dela e tem uma voz e tiques de afectada que até faz impressão. Isto tem um nome, alpinismo social.
João
João, e achas que eles estão a alpinar em direcção aonde?
Inveja exactamente de quê mesmo?
Tás lá.
Acho que querem desesperadamente ser figuras públicas. Além de isso servir para alimentar o já insuflado ego, serve também para permitir que em termos financeiros isso traga vantagens. A Ana Garcia Martins, aka Pipoca, já usa o seu blogue como fonte de rendimento; assim como o Arrumadinho, creio (já têm publicidade paga, além de publicidade escamoteada através de passatempos). Agora usa o conhecimento do meio e contactos, para aparecer em tudo quanto é sítio a auto-promover-se e à sua loja. Não percebo o que de tão inovador tem esta loja para ser alvo de tanta atenção. Isto em si não me causaria qualquer indignação, não fosse falarem no e sobre o seu blogue como se o que os movesse fosse a dedicação aos leitores.
João
Uma figura pública deste género dura o tempo dum fósforo aceso.
Supostamente (embora eu ache que ela se veste realmente mal, sempre achei) a Pipoca é a primeira féchionista Portuguesa, daí a "popularidade" da loja. Pode servir pra vestir todas as wannabes dos próximos meses.
Acredita que há muita gente que se dedica a eles como os caminheiros a Fátima. É muito triste porque na minha opinião resume a mentalidade Portuguesa de falta de iniciativa e de individualidade de quem os segue.
Enfim.
Então não é. Como disse, eu tinha uma imagem dela, feita essencialmente através do blogue. Depois de a ter visto e ouvido, essa imagem não se alterou…Sim, faz impressão ler os comentários das pessoas que os seguem; pois uma grande parte demonstra ter perdido qualquer sentido crítico. Se uma pessoa tem uma opinião discordante, vêm todos em auxílio do seu ídolo (neste caso, ela). Isto quando a pessoa que ali está terá muito pouco interesse, genuíno, nas pessoas que a idolatram. Eu também julgava que seria algo efémero, mas agora já não sei; porque realmente há muita gente que alimenta este tipo de figuras.
É caso para dizer que: " juntaram-se dos dois à esquina a tocar a concertina e a dançar o sal-ri-dó!" 😀
(o arrumadinho a respetiva esposa)
João, deixa andar. Uma figura pública que só dá em novela passa a ser como a Maya: perde a credibilidade, vira chacota e vale o que vale…
andorinha, só se estraga uma casa 😀
oh Andorinha, vamos por pontos.
o gajo é efectivamente um palhaço. não só por este workshop parvo mas por tudo o que já tem escrito e supostamente feito. Ela a mim não aquece nem arrefece. Não sou, nunca fui e arrisco-me a dizer que nunca serei adepta de moda. E aposto que não há 1 peça de roupa do meu número naquela loja… deve ser de 34 para baixo.
Mas sabes, acho que a blogosfera "normal" lhes está a dar demasiada atenção. Li inúmeros posts sobre este assunto. Todos pertinentes é certo e muitos divertidos, mas quantas mais pessoas terão ido ler o blog do senhor através desta (má) publicidade?
Eu que lhes lia o blog de vez em quando limitei-me a apagá-los do reader. Energúmenos há em todo o lado e infelizmente têm muita exposição.
Mas sim, tens razão quando dizes que há muita miúda para aí com falta de auto-estima….
beijocas
Por algum motivo não pus um link directo pros indivíduos em questão 🙂
E posso-te dizer que, se bem me lembro, acho q nunca tive a pipoca no meu reader. Ele então, fui lá uma vez pq me mandaram o link, vi que nao me interessava e xau aí.
Normalmente não ligo puto à blogosfera em geral e a estas tricas, mas esta questão em particular chateou-me por estar associada a um tipo de personalidade que, se sempre me irritou, ultimamente não suporto. A falta de personalidade das pessoas dá cabo de mim e é cada vez mais frequente. Ou serei eu que não tenho pachorra agora com a idade? Se calhar… 🙂
Não tem a ver com idade, acho eu. nós somos mais ou menos da mesma geração e apesar de sermos de zonas completamente diferentes do país, tivemos (digo eu) experiências e acho que vais perceber o que vou dizer: quando eu era adolescente o importante era ser diferente, pensar pela nossa cabeça. hoje o importante é ser igual, usar a roupinha da moda (mesmo que nos faça parecer ridículas) e ser o que os outros querem que nós sejamos. Ter valores e opiniões é absolutamente old fashion.
mas minha querida, há uma coisa que nunca muda: a venda da banha da cobra. Hoje em dia faz-se, principalmente online. aquilo é um negócio, puro e simples.
( mas isto tb pode ser a idade a falar 🙂 )
olhe que não, olhe que não!
Eu tenho uma amiga há mtoooooooos anos, q qdo andavamos no liceu e tínhamos 16 anos queria ser (e hoje em dia é) mtooo amiga de outra moça (moça essa que ainda hj é beta até à quinta casa e aquela miúda veste sempre impecavelmente, acho que nunca a vi mal vestida'). Para tal, repetia (dentro do possível) as toilettes da outra no dia seguinte.
Ou seja, a minha amiga A levava calças de ganga, camisa e camisolao por dentro das calças (nunca entendi essa moda, mas tb usei) e a outra amiga B, no dia seguinte, levava exactamente o que a outra tinha vestido no dia anterior, mudava as marcas que ela não tinha o guito da A.
As minhas amigas andavam quase à chapada pra usarem todas as calças da El Charro, de preferência exclusivas, mas todas da mesma marca e todas parecidas.
Não acho que fossemos assim tão diferentes como teenagers, elas têm é mais acesso a informação (internet) e exposição, pra não falar das peças a 5 euros da H&M (q nao havia, até a Zara era mais cara). Não acho que esta geração seja mais fútil. Quem segue a pipoca e o arrumadinho nao são as pitas, são gente da nossa idade sem identificação pessoal ou réstia de auto-estima. As mesmas que ficaram ofendidas (juro-te q vi com estes olhinhos) qdo eu disse q o Granger era gay, que era impossível, que só acreditava se vissem. Pois é… mtaaaa revista cor-de-rosa……….. é mta cinderela, entendes? é isso.
(cinderelas pelintras que nem a gata borralheiras chegam, if you see what I mean!)
épa, eu realmente devo ter vivido noutro mundo. mas para mim "consumo" sempre foi comprar livros. já em miúda era assim. E a maioria do pessoal da minha escola era pobre (e havia algumas situações de pobreza extrema) portanto nunca houve esse género de situação (ou então passava-me ao lado -o que sendo despistada como sou não me admira nada). Mas não sentias que a diferença e o ter uma opinião definida era realmente importante? eu sempre senti isso, fui educada assim. Sinceramente nunca comprei uma roupa de marca por ser de marca.
(o granger see gay surpreende alguém?
beijinhos
Eu andei num Colégio carregadinho de betos, tipo Morangos com Açúcar, juro.E Braga é uma cidade de aparências.
A cena do Granger pelos vistos surpreende e ainda ficaram ofendidas como se tivesse falado mal das próprias!
Na escola eu queria ser diferente, e era. Não tinha muita roupa, mas era original, trajava sempre de preto e num estilo a que se chamava vang. Apesar de haver um grupo (tribo?) assim, dava-me com todo o tipo de gente. Não alinhava em grupos, e era a única no meu grupo a vestir de certa maneira, a minha.Foi muito fixe, mas nem sempre fácil.Assim como assim, mesmo que me vestisse como a maioria, não encaixava lá.
(hoje em dia era gótica, mas tipo de caras)
Digo ali que não alinhava em grupos mas no meu grupo, o que parece contraditório mas não é: não alinhava era em grupos só pela cena da pertença a um determinado estilo de vida ou maneira de vestir. Belhéc. Sou uma individualista. Mas tinha (mais ou menos) um grupo de amigos.
Era mais ou menos isso, izzie. Podias ser assim mas tinhas o teu grupo de amigos, diferentes de ti. Eu fui muito individualista porque tinha a mania que ninguém mandava em mim, vivia longe de casa, protegia a minha vida privada a um ponto extremo (sim, com entre os 12 e os 17 fiz isso) e já na altura a amizade e o respeito eram os valores que eu defendia com unhas e dentes. E sendo amiga, principalmente de rapazes, era muito mais importante ser uma boa "distribuidora" no volley do que ter roupa de marca.
E sim, faz-me u bocadinho de confusão o género de pessoa que gosta de algo por os outros gostam (apesar de conhecer muita gente assim).
Eu era a mascote do grupo pq era boa aluna e ajudava-os a todos a copiar… 😀
Mas nunca pertenci realmente ao grupo, acho eu. O meu "grupo" eram 6 rapazes e eu, e um deles ainda passa cá, que é o Adérito. Ai de quem tocasse na menina! Não tinha nada a ver com marcas, eu "pertencia" pq era boa pessoa e ia visita-los aos fins de semana ao internato e dava-lhes os meus pães do lanche, que adolescente que é adolescente anda sempre esfomeado 😀 é por isso que ainda hoje me tratam como irmã e não nos vemos há mais de 15 anos (alguns deles). Nunca fui gótica, nem bem betinha (pq os meus Pais não papavam grupos e não alinhavam em dar-me roupa mais cara que a deles e que lhes desse cabo do orçamento), mas sempre fui mto mais clássica, enfim, bastante normalizinha. Nunca papei grupos ou idolatrias, nunca gostei particularmente dum cantor ou dum professor. Não sei o que é pensar que alguém é um Deus nem endeuso quem quer que seja.
Num fui comum, mas nunca fui especial de corrida. E gosto. Ainda hoje sou assim.
Desculpem-me os termos usados, mas quem caralho é o Arrumadinho?
Procura que eu recuso-me a por o link. É o marido da Pipoca Mais Doce. Estão bem um para o outro!
O blog dele é facil de achar, pq basta ir de link em link até chegar a ele, mas como não me pareceu conhecer a personagem de lado algum, fiquei mais ou menos na mesma.
É uma "estrela" da blogosfera que já ganha dinheiro a dar workshops sobre o que fala no blog?
Bruno, já expliquei que chegue. Vais ao blog do gajo e entendes!
Será que a ideia do workshop é transformar as mulheres normais em pirosas irritantes como a mulher dele? Se é, então salve-se quem puder, já dizia o outro…
Bem sei que este post já foi escrito há algum tempo, mas já foste ao outro blog deste belo triunvirato?
O"cocó na fralda"? é outra grande merda que para ali vai, e parvo sou eu que não controlo esta minha veia de voeyour e que passo por lá para me rir um bocado de tanta trampa que se escreve.
Olá, não fui, nem pretendo ir. Até porque não me rio com a falta de coisas que para mim são princípios e valores que se devem respeitar. Esta cena da blogosfera é engraçada porque dá azo a que pessoas escrevam para serem reconhecidas, publicarem livros e serem "famosos". Eu nunca tive essa veleidade nem ambição e custa-me um bocado entendê-la. Custa-me saber que alguém se aproveita de gente mais pobre de espírito (é talvez o meu lado mais "socialista"-ehehe-), mas de resto, com quanto que não me façam mal a mim, eles que são brancos que se entendam. Não tenho tempo para ler trash books, muito menos trash blogs. Não leio a pipoca, nem o arrumadinho, nem a kitty fane, nem a miúda do cócó na fralda porque já há muito tempo que eles deixaram de escrever pra eles e só escrevem para "audiências".
O único livro que li produto da blogosfera foi o da Rititi, e gostei, e gosto muito. É o exemplo de que se pode escrever, ser cronista em jornais ou revistas, mas não ser falso famoso ou falsa o que quer que seja. Acho que a Rititi tem garra, escreve tremendamente bem e que "os tem no sítio". Nunca reparei que fosse dada a audiências e por isso tem o meu respeito, a minha consideração e leitura habitual.
Respect! 🙂
Pára tudo. O Granger é gay?????