Uma das minhas taras.

É história. Sou grande fã do Ken Follet e de todo e qualquer romance histórico a que possa deitar a mão.
E de qualquer série também.
E sou compulsiva, não consigo ver um episódio de cada vez, vejo logo 4 ou 5, tal como se estivesse a ler um livro até às 4 ou 5 da matina só porque quero saber o final.
Depois deito-me horrivelmente tarde e no dia seguinte estou morta.
Como hoje.
Porque ontem à tarde acabei de trabalhar eram umas 6 e meia da tarde e pus-me a ver a segunda temporada de Downton Abbey. Pra mais adoro séries de época do final do século XIX, início do século XX. Vi uns 7 episódios de seguida e estou aqui a roer as unhas porque ainda não começou a terceira temporada e eu quero mesmo que a Mary deixe de ser estúpida e case com o Mathew, não é com o outro fdp.
Isto de “história” em si não tem muito, mas todo o décor, todos os actores envolvidos (não me consigo decidir sobre qual é o melhor. Há algum mau naquele leque?) contribuem para que eu de repente me sinta tele-transportada para 1912.
Ai a minha vida…

21 comments:

  1. Pois, eu também pus a série toda em dia há uns 2 fins-de-semana. E também vi uns 5 episódios de seguida!
    Já começava a 3ª série, de facto!
    (e eu ADORO o fdp americano)

  2. É um vício malvado, eu sei, Tuxa! :)))

    Tente também ver a velhinha Upstairs Downstairs (em que Downton Abbey foi inspirada). Na minha opinião, ainda é melhor. Está toda no YouTube, as cinco temporadas, mesmo tendo de s ver aos bochechos.

  3. Teresa,
    Esse remake não… onde é que desencanta estas preciosidades?! Obrigada!
    (e desculpa o açambarcamento da tua caixa de comentários, Andorinha…)

  4. Tuxa, eu sabia da existência da série e até estava renitente em mandá-la vir. Depois descobri este site que disponibiliza centenas de séries gratuitamente, é só escolher o melhor formato (recomendo divxden e outros dois, acho que putlocker e shockshare, são aqueles em que levamos com menos publicidade).
    Fui ver e gostei. A recriação de época, como sempre, está perfeita, e é uma época especialmente interessante, a da morte de Jorge V e da abdicação de Eduardo VIII.

  5. Teresa, é um amor, mas eu tb já lambi o especial de Natal… tudinho o que há! Agora resta-me esperar a segunda parte do Ken Follet e mais episódios do DA. E vocês não me dêem mais ideias loucas que eu já sou doida que chegue, se me ponho a ver 5 temporadas de Upstairs Downstair não durmo nas próximas 3 semanas e não pode ser! 🙂
    (na verdade agradeço-lhe imenso, já sei que vou ficar grande fã, a Teresa faz verdadeiro serviço público como disse a Tuxa)
    Bom, vou almoçar e tomar outro café pra ver se acabo a apresentação que devia ter ficado pronta ontem à tarde 🙂
    Um beijinho pras duas

  6. já agora ó Tuxa Maria, podes gostar do fdp se quiseres, mas que saibas que discordamos plenamente! :)) FINALLY!
    Eu cá sou toda eu Mathew. No início achei que era um coninhas, mas passou-me logo a seguir. E eu que não sou nada de loiros. Lindo lindo é o Thomas.
    Eu acho que gosto dos personagens todos, dos actores todos, é incrível, não me lembro da última vez que isto me aconteceu. É que ainda por cima entrelaçam as famílias, e contextualizam tudo, ah, btw, o choffer é que é mesmo o meu estilo. Mas dizia eu que cruzam tudo e depois há aquele guarda-roupa maaaaaaaaravilhoso, o que eu gostava de ter vivido naquela época. Eu a tentar há mto que o post e os comments nao pareçam fúteis/tontinhos mas não consigo. Estou rendida.

  7. Eu gosto do personagem! Um self-made man, que chegou onde chegou por vias não totalmente isentas (como quase todos), ultra confiante e pedante que parece não dar crédito nenhum aos «salamaleques» daquela família mas quer entrar no meio. O que não significa que não esteja a torcer pelo bonzinho do Matthew para a Mary.
    E não tenho pachorra nenhuma para o chauffeur. 4 anos à espera?!?! Give me a break…

  8. Eu gosto dos salamaleques da família. Gosto de ver esta educação fria e distante tão Britânica que implica atrasos e recusas mas não gritos e baixarias. Não sei, mas é algo que, contemporizado devidamente me fascina, me leva pra outros tempos, outras vidas, outras decisões, e eu não sei se não teria gostado de ser uma Lady Mary 🙂 se bem que acho que tinha mais jeito pra Sybil 😉 Tivesse eu a sorte de ter alguém que esperasse por mim and not the other way around. Vês como as pessoas podem ser uma caixinha de surpresas? 🙂 E naquela altura esperavas mto mais anos por mto mais coisas, nós temos a sorte do quero agora, tenho já. Mas curiosamente todas nós gostamos do Sensibilidade e bom senso, e dos livros dessa época em que as mulheres esperavam e os homens escolhiam. Mas pelo menos eram Homens, não é como hoje em dia que temos que escolher com óculos pra ver se o tipo em causa é uma pessoa íntegra, honesta, correcta. Sou mesmo uma romântica, tou lixada.

  9. Querida Teresa,
    Vamos por partes pra ver se não me despito com disparates como é meu hábito.
    A minha Mãe sempre falou na Família Forsyte, de tal forma que eu chamo à minha trupe de cães e a mim mesma Família Forsyte, mas nunca vi a série. Tenho várias coisas nas minhas wishlits mas terei em consideração o seu conselho, não tenha a menor dúvida.
    Guerra e Paz: eu sei que é uma falha enorme, mas nunca li o livro e nem sabia que a série tinha sido feita. Lá chegarei, a seu tempo também. Ou fico à espera que a Tuxa compre e peço-lha emprestada, ehehe

    PAN AM: vi 5 episódios este fim de semana (gosto de ver enquanto passo a ferro), e não me deixou "pregada ao assento", não pelos figurinos que são espectaculares, mas porque tem um argumento muito americanizado no sentido hollywoodesco da coisa e não fiquei siderada. É bom, mas não é excelente.

    Por fim, cada vez me convenço mais que tudo o que eu gosto tem a ver com história. Qualquer filme de época me cativa, livros envoltos em história são a minha perdição, e hoje começo a ler este: http://www.wook.pt/ficha/os-caminhos-do-amor/a/id/216810
    Espero que seja bom!

    Se tiver recomendações, a minha caixa de comentários é toda sua e jamais lhe chamaria má quando a Teresa é uma benfeitora das minhas noites Amesterdinas.
    Um beijinho!

  10. Sofia,
    Vá por mim: NÃO PERCA A Família Forsyte, porque perde uma obra-prima, além de ser provavelmente a série que deu início às gloriosas séries de época da BBC.
    Não vá em cantigas e não se ponha a ver o remake recente (que também tenho), o original com mais de 40 anos é que é. Que coisa do outro mundo! Prevejo-lhe muitas horas roubadas ao sono a ver episódio atrás de episódio (só mais um, conheço o género). Aproveite estar tão barata.

    Quanto a Pan Am, inteiramente de acordo. A série não vale um caracol, começa a tornar-se um guilty pleasure, é mesmo só pela atmosfera, pela recriação da época, pelas pessoas bonitas.

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