26 comments:

  1. Pedro, eu realmente estou fora do circuito. Não ligo pevas a fashion bloggers!
    Izzy, é o termo americano pra coisa?
    margarida, chiquézérrimo! 😀
    Izzie, eu gostava de saber como é que proliferam tantos e tantas féchionistas, a sério que é algo que me ultrapassa…!

  2. Pois, eu acho que é para teres um féchionbelogue decente, senão és só amadora 😛 (eu leio alguns, por acaso, mas outros são tão presunçosos que dói)

  3. Eu acho que foi desde o Verão, mas eu cá continuo a chamar de bordeaux! Assim, em franciú, que foi como eu aprendi 🙂
    Beijinhos!

  4. PS-Eu gosto muito mais de ler sobre as tuas viagens, os teus cães e sobre a Holanda do que sobre (pseudo)fashion! Mas pronto, há gente para tudo…

  5. Pshhhiu, não digas a ninguém mas eu também 😀 Mas há malta que mostra coisas giras. Eu não tenho é clima, dinheiro e paciência pra um armário daquele tamanho. beijinhos 😉

  6. Não, eu bordeaux conhecia, era como se dizia quando eu era miúda e é a palavra em Francês para cor-de-vinho.
    Mas nunca tinha ouvido falar em inglês de burgundy e olha que eu leio muito! Beijinhos!

  7. Se quisermos ser puristas, bordeaux é que está correcto. Para além da região e cidade, há o vinho, e é por causa do vinho que se adoptou a designação bordeaux para a cor. Burgundy é simplesmente a tradução de bordeaux, pelo que, sendo português a língua dessas féchionistas, mais valia dizerem bordô. Provincianismo, ouro e simples, o de usar o termo em inglês, tal como closet e outfit.

  8. O que mais me custa nesta coisa toda é que o provincianismo (atenção que eu odeio esta palavra pq ma atiravam mtas vezes em Lx só por eu não ser da Capital, só a uso pq eu sei que tu estás a falar no mesmo que eu) está a matar o Português que já é de si tão frágil.
    Esta gente lê pouco, fala mal, não quer saber, é ignorante, só pensa em comprar e mostrar, ter e mostrar, não ser, mas aparecer. É uma coisa que me faz muita confusão, porque se é algo que se compreende aos 14/15 anos, na idade no armário, não é uma coisa própria de gente adulta e que é suposto ser o futuro onde também eu vou viver. Isto não é geração rasca nem à rasca. É só fútil. Muito triste.

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