Quando o grau de dificuldade aumenta, olhamos para trás e o que nos parecia impossível é feito com uma perna às costas

O João Miguel Tavares escreveu assim :

“Quando pressionados, chegamos a sítios que nunca imaginaríamos possíveis, vamos buscar forças e resiliência a lugares que pensávamos vazios, e depois, quando o elástico que se ia partir afinal não se parte e volta à posição inicial, tudo aquilo que anos atrás nos pesava torna-se subitamente leve. É assim, segundo leio, nos tremendos esforços exigidos pelo desporto de alta competição. Mas também é assim na nossa vida – que, bem vistas as coisas, é a mais alta competição que todos nós temos de enfrentar.“

E ele tem tanta razão.

4 comments:

  1. E é mesmo! No desporto então é notório e eu tenho a sorte de treinar com gente que me faz sentir que os limites de treino da semana anterior são só uma lembrança longínqua 🙂

  2. Pra mim é em tudo na vida. Por exemplo, há 5 anos atrás mudar de casa parecia-me algo titânico! Agora é trivial e faço-o com uma perna às costas :)) Ter um cão como a Petzi nunca foi duro, mas depois de ter 3, tomar conta de um só é fichinha como dizem os Brasileiros. E tanta coisa que antes me fazia confusão e agora é tão simples. Mas tãooooooo simples. Não falemos sequer de trabalho, onde antes achava que mil máquinas era mto e agora acho peanuts, só de 3 mil pra cima é que me impõe respeito 😀

  3. Verdade!
    À medida que nos vamos "equipando" com mais capacidades para a vida, os desafios com que nos deparamos a seguir também vão sendo proporcionalmente maiores. Nunca há monotonia nesta vida. 🙂
    Bjnhs!

  4. Era mais ao contrario boneca, ou seja, qdo olhamos pra tras e vimos tudo o que ja fizemos… e por algum motivo temos de voltar atrás e vemos q agora se faz com uma perna às costas! Por exemplo: o nosso curso!

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