– quem estudou em Coimbra
– quem estudou noutra Universidade.
Eu fui praxada, praxei (mal e porcamente porque não tenho jeito pra inventar jogos), tive afilhadas, fui no cortejo da latada, levei as minhas afilhadas no cortejo, roubei o nabo, fui no carro no cortejo da Queima, carro esse que me garantiu os melhores amigos que já fiz na vida e um dos dias mais marcantes de sempre, pus fitas na pasta e abanei-as no chá dançante, tenho coisas escritas nas fitas por pessoas que já não estão entre nós, fiz rasganço e considero-o um dos dias mais felizes da minha vida e foi a sensação mais única de encerro de capítulo, de término de uma fase em que fui muito feliz e ainda hoje tenho os bocados em casa. Salvou-se com certeza a minha capa, que tem memórias únicas como o rasgão que a minha Tia Zé me fez na capa do lado esquerdo, do lado do coração. Sei exactamente qual é, porque do lado esquerdo só rasga a família e a minha não é assim tão grande. Aquela capa de lã tem memórias que ninguém pode contar de tão boas.
Nunca maltratei as pessoas, fossem elas caloiras ou não, não tenho amigas traumatizadas da praxe e a única vez que assisti a uma veterana a esticar-se com uma caloira, vi a caloira a enfiar-lhe os melhores dois pares de estalos bem assentes que já vi enfiar a alguém. Não bebi cerveja até chegar aos 28 anos, a primeira vez que bebi um shot foi no meu quarto ano, depois do meu ex- me ter dar uma tampa. Vivi num lar de freiras cheio de miúdas malucas, conheci gente boa e gente má, não tenho saudades do lar. Mas vivi intensamente e muitíssimo bem a minha vida em Coimbra e no meu ano de Erasmus em Espanha. E não vou lamentar nada do que fiz porque há pessoas que não tiveram o mesmo privilégio que eu.
A minha plaquete de curso, éramos uns visionários. O nosso carro era lindo, era um Sousa Franco (paz à sua alma) com uns binóculos todos feitos em 3D, enormes, a olhar pra um Euro enorme que ficava na ponta oposta do carro. Se encontrar fotos, um dia mostro-vos.


Subscrevo integralmente (embora tenha bebido cerveja sim…). E também vivi num lar. 🙂 LUSCM. Estive lá quatro anos, o curso foram 6, a partir de certa altura aquilo já não faz muito sentido, mas adorei os primeiros anos lá!
Olá, não sei em que lá estiveste, mas tive lá amigas no meu ano de caloira, eu fui caloira em 94/95 🙂 Conheço e ficava perto do meu. Eu estava no Lar Teresiano 🙂 Acho que pro primeiro ano, é do melhorzinho que há, fiz amigas pra vida, e vi uma caloira enfiar os ditos bananos à veterana, ahaha
Saudações académicas!
PS: eu não gostava de cerveja, só aos 28 é que comecei a gostar, mas acho que compensei os anos anteriores todos 😀
Nem mais. Eu estudei em Coimbra e percebo exactamente o que dizes. O problema não são as praxes em geral. O problema são algumas pessoas em específico.
O problema é que quem não estudou em Coimbra só viveu a praxe dos caloiros, nao sabe que praxe é a tradição académica, não é levar com ovos ou pinturas de tinta permanente.
Eu estudei na Universidade do Minho e nao me lembro de ter más recordacoes. Adorei ser praxada, nao praxei muito porque nao tinha paciencia mas estava la sempre com o meu rebanhinho de capas pretas. Acho que quem teve boas experiencias puxa a brasa a sua Universidade e quem teve más trata do apedrejamento publico. Quanto a beber, eu sinto mais pressao social para beber em Dublin de que alguma vez senti numa praxe ou universidade (as historias das bebedeiras sao sempe das mais engracadas), a sorte e que eu ja tinha treino quando me mudei para ca :p
Maria, tal como disse mesmo agora, a diferença está no conceito de praxe, além de que na praxe de coimbra existem regras mto específicas q evitam mtas chatices e que nao existem noutras universidades, mas voltando ao conceito, em Coimbra praxe é algo que condensa muitas tradições ao longo de 4 ou 5 anos, não é algo que se faz qdo se é caloiro.
Eu nunca fui pressionada a beber em Coimbra, mas no meu primeiro ano bebi traçadinho no Pratas, essa instituição, vinho branco com 7up, e bebia uma vodka de vez em qdo, mas nunca me obrigaram a beber em momento nenhum. Aos 28 fiz um grupo de amigos novos, q tinham pouco dinheiro e gostavam de pagar copos, aka, cerveja, e era ou bebes ou nao te pago nada, e eu passei a gostar 😀
Dublin, Bruxelas ou Antuerpia e Munique são violentíssimos pra quem é menino a beber cerveja 😉
Eu tambem nunca fui pressionada directamente, falo da propria pressao social que assenta em Ralys das tascas, por exemplo. De qualquer maneira bebia quando queria e se me apetecia, nunca fui recriminada por isso. Ha Universidades que abusam, Vila Real é exemplo disso. As minhas primas estudaram ao mesmo tempo que eu e a praxe delas era algo que eu nunca aceitaria e que as regras de praxe da minha Universidade nao permitiam. Vai ser sempre um assunto contorverso, de por onde der.
Pois, eu aqui em Dublin sinto-me numa constante semana académica. Sobria ou nao tenho sempre que me desviar dos bebados 😀
Ahahaha, bem pensado!
Ai sinto-me tão injustiçada com este text (not). Percebo porque dizes quea verdadeira praxe é a de Coimbra, afinal foi lá onde estudaste e onde a tradição da praxe começou. Mas (e respondendo ao teu comentário no outro post), das vezes em que fui a Coimbra vi algumas alminhas mal trajadas (segundo o código de Braga). Ele eram argolas pra canários nas orelhas, cabelo preso, tacões finos, aneis, maquilhagem, enfim. Mas como eu não conhecia o código de Coimbra pensei que fosse aceitável. Mas concordo contigo, praxe como é praticada por algumas alminhas é tudo menos praxe. Não é isso que é suposto ser e daí esta revolta toda em volta do assunto. Eu, por acaso, gostei mais de se praxada do que praxar. Imagina só que fui ser praxada já no segundo ano juntamente com a malucas da minhas amigas (amizades feita na minha praxe). Pinta-mo-nos umas às outras em casa, vestimos as nossas roupas da praxe e lá fomos nós, feitas caloiritas. E fiz isso porque a minha praxe eram brincadeiras, ninguém me humilhava. O mais bonito da "praxe" não é a praxe, são as tradiçoes da academia a que pertenceste e nisso, pra mim, o Minho vai ser sempre a melhor academia (ahahah sorry). De cada vez que trajava era ver-me de peito cheio e toda orgulhosa a passear naquela avenida, era traçar a capa e ficar toda enrolada e apesar de morrer de calor com aquilo, nunca a destraçar porque isso seria respeitar a tradição e os costumes da minha academia, era explicar cada um dos meu emblemas às minhas afilhadas, era traçar a capa às minhas afilhadas pela primeira vez, era participar nos jantares de curso, cortejo, latada, era enfiar-me no chafariz no fim de cada cortejo, era beber uns copos (sim, também faz parte) no BA e vir pra casa com os melhores amigos que tenho na vida. Enfim, não foi o facto de ter praxado que me fez gostar disso tudo, foi ter respeitado as essas tradições e ter tido o privilégio de ter participado delas.
A única coisa que eu não faria porque não teria tomates suficientes pra isso (e que é tradição em Coimbra) era participar do rasganço. É pá, meu rico traje. Acho que seria rasgarem-me a alma e ia chorar o meu traje pó resto da vida.
Cá abraço 😉
Calma lá que a minha capa tá intacta! Mas o traje é do mais básico que há, não é como o da UM cheio de riquicós, o meu é um fato de saia e casaco, camisa branca e gravata 😀
Acho que se pode usar brincos de ouro colados à orelha…e cabelo preso acho que tb é permitido em Coimbra. Não sabia que não era permitido em Braga, por isso é que vocês estão sempre a suar que nem loucas dentro daquilo, de tricórnio e cabelo solto, cruz credo! 😀 Porque quem é que tira o tricórnio depois de ficar com uma coroa marcada na cabeça? ahahah Desculpa, sabes que o meu irmão é da Azeituna, gozo com ele desde sempre 😀
Mas o meu Pai diz sempre que o traje dele é mto mais bonito que o meu lol
Beijocas grandes!!!
No Lar Teresiano? É o que fica na rua da José Falcão, não é? Não fiquei lá, mas algumas amigas e uma sobrinha minha sim. (fui caloira em 95/96)
Sim! Conheco as tuas amigas de certeza! Ainda estas em contacto com elas? Nao me queres mandar um email com os nomes delas e o curso? Se calhar até nós nos conhecemos, eu protegi as caloiras todas do ano a seguir ao meu, eheheh
A ex do meu irmao tinha um senhor cabelo enorme e encaracolado, ficava com esse ar de penico :))) gostava bue dessa miuda, a pena q eu tenho q eles tenham acabado!
O meu irmao às vezes tem graca, nao é sempre! Agora q penso nisso, acho q nunca o vi de tricornio…. Ha alturas q tem tanta graca q me apetece esgana-lo, if you know what I mean 😉 eu acho q ele devia trabalhar pra televisao, mas ele diz q nao gosta de escrever textos e por isso nao da pra ele. Enfim! Beijocas!
Exacto, ninguém tira o tricórnio. E nem imaginas o meu cabelo (encaracolado) depois de horas com o tricórnio enfiado. Parecia um rico penico, mas pronto, era por uma boa causa. E o teu irmão, com ou sem cabelo amassado, com o sem tricórnio, o homem é um espectáculo pá. As gargalhadas que eu já dei à conta dele não têm preço. Bjufas!
Só não concordo com essa divisão Coimbra/resto do mundo.
Fui praxada, recusei a praxe por achar que se estavam a esticar, não posso dizer que praxei porque nunca tive paciência para tal e diverti-me imenso.
Nunca fui humilhada até porque a senhora minha mãe educou-me para ser gente grande e saber dizer NÃO e identificar os limites que não devia passar. E que ninguém se engane: esses limites são impostos por mim e apenas por mim.
Aparentemente praxe está a ser sinónimo de humilhação e submissão. Para mim não o foi.
E se há gente capaz se se submeter e de se humilhar para ter o "direito" de usar o traje… bem, amigos, andamos com falta de roupinha, não????
Quanto a este caso não sei o que se passou. E a verdade é que ninguém sabe o que se passou. Não me passa pela cabeça condenar ninguém sem saber os factos mas tenho para mim que não havia ninguém obrigado a estar naquela praia e a ser burro. Se, de facto, alguém obrigou outro alguém a atirar-se para a morte, então é caso de policia e terá que ser a justiça a pronunciar-se porque eu não faço ideia do que se passou.
Quanto a proibir as praxes tenho para mim que o fruto proibido é mesmo o mais apetecido e que se ainda há uma série de regras que as pessoas normais seguem (e não, violência e extrume não são coisas normais numa praxe, ok?) deixa de haver, porque acabar com as praxes? tenho muitas dúvidas.
E, seja incluido nas praxes ou noutra situação qualquer, um crime não deixa de ser um crime, pois não? Portanto porque é que não chamamos as coisas pelos nomes? há a praxe e há crimes que são cometidos por atrasados mentais (e que aproveitam uma situação para dar largas à sua veia criminosa)
Patrícia maria, vou repetir "até ficar sem voz", e honestamente, só repito à tua pessoa porque te respeito muito, mas estou extremamente cansada de o dizer sem que o compreendam ou resistam a compreender (e daí o teres Coimbra vs o resto do mundo), em Coimbra a praxe é um livro, um código, que tem as regras da tradição de Coimbra, e que define como é que são as regras pra envergar o traje (que antigamente era usado pra fazer com que os alunos fossem todos iguais, sem tanta diferença de classe social exposta pela roupa), as normas e regras do segundo ano, em que pomos o grelo na lapela, por ex, que deve ser colocado pela madrinha às meninas e pelos padrinhos aos afilhados, e debaixo das arcadas da faculdade de direito, as do terceiro em que vamos no cortejo académico, os cartolados vão à frente do carro, os caloiros e segundanistas atrás, quantas fitas podemos ter na pasta (nós só podemos colocar 8 fitas e só se pode escrever nas fitas por uma certa ordem -Pais primeiro, irmaos depois, e segue-se o resto da malta), as do quarto em que vamos cartolados, quem nos deve por a cartola, como é que se põe (dá-se leves toques no cimo da cartola), pa, taaaaaaaanta coisa que é gira e que tem o mesmo nome: "praxe". A praxe, repito, em Coimbra, não é algo que se faz qdo entramos pra faculdade, é algo que é contínuo, ao longo do curso, e que dura 4 ou 5 anos (nem sei como é que fazem agora com Bolonha), mas tem regras, define tradições que se mantêm, e que são bonitas.
Eu não sou a favor de qualquer tipo de humilhação nem de violência, nem de exageros. Se assim fosse, não ia tirar as caloiras às outras grunhas da minha idade (às mais velhas não era possível) quando estas se lembravam de ir fazer jogos e brincadeiras no dia que lhes desse na cachola, sem respeito pela vontade das minhas miúdas que queriam ir estudar ou beber café com os amigos, e tirava-lhas com todo o gosto, enunciando o código da praxe, porque sendo veterana, tinha autorização pra lhes ficar com as caloiras pra "meu proveito", proveito esse que era sempre: you are free, debandem, façam a vossa vida.
(continua)
Sempre que achei que os motivos pra praxarem as pessoas eram errados, que não tinham nada a ver com o princípio da coisa, arranquei-lhes as caloiras das mãos, debaixo de muitos protestos, mas que acabavam por calar porque há um código, e aqueles que mais gostam da praxe, seguem-no à risca, mesmo que deixem de poder fazer o que querem. Está escrito, está escrito.
Agora, como disse um amigo meu no FB, a educação vem de casa, se não há educação em casa, não há educação na Universidade nem noutro local qualquer.
Eu nunca me referi ao Meco, porque acho que não tenho esse direito, porque não sei o que se passou, porque acho que é uma questão separada das praxes, pelo menos da PRAXE como eu a entendo e sempre entendi como estudante de Coimbra. Tal como tu dizes e muito bem, há muitos crimes cometidos por negligência, por estupidez e por maldade, quem sou eu pra sequer discutir isso.
O que eu não sou a favor, e daí o meu texto, é de abolir a praxe e fazer da praxe um acto criminoso. Não o é, sempre e quando as regras sejam cumpridas. E há regras muito diferentes na academia de coimbra comparativamente às regras doutras academias. E para zelar pelo cumprimento das regras, só nós próprios, como estudantes e enquanto estudantes (que já não sou, mas fui) é que o podemos fazer. E em Coimbra faz-se isso. As pessoas olham umas pelas outras, até pq a maioria vem de fora, e fazemos questão de que não se ultrapasse o risco. Se há alturas em que as pessoas fazem o que não devem? Claro que há! Se há gente estúpida? Então não há? Mas como disse e repito, se a educação não é dada em casa, esquece. Os meus Pais, tal como os teus, disseram-me sempre que não aturasse faltas de respeito. E não as admito nem hoje, nem na altura. Nunca fui penalizada por tal, nunca me tiraram o traje ou o poder usá-lo. Aliás, tenho amigos que se declaram anti-praxe no primeiro ano pq não queriam ser praxados e quando chegaram ao segundo ano andavam de traje vestido. Se me chateou? Só quando os vi a tentar praxar algum caloiro qdo já estavamos no terceiro ano (nós não podemos praxar no segundo), aí saquei dos galões e discretamente tirei-os de lá, com um: não eras anti-praxe? Agora bazas. E bazaram, e saíram e de fininho. E não era só eu que controlava estas coisas, éramos todos, pq não há polícia 😀 mas existe um sentido de pertença que é protegido sempre e quando nós obrigavamos os outros a não passar dos limites.
São regras de iniciação numa universidade e que têm como missão integrar as pessoas no espírito académico. Não é massacrando quem quer que seja que se integra, mas se houver festas e rituais com os que todos se identificam, as pessoas sentem-se pertença da academia, e isso é tão evidente, quanto evidente é que todos os que estudamos em Coimbra saiamos logo de porta-estandarte em riste a defender Coimbra. Isso não acontece nas outras universidades, e vais-me desculpar a soberba, mas a maior parte das pessoas que eu conheço fez o curso mas detestou a faculdade em si e a universidade per si.
Eu defendo, e vou continuar a defender, que não se abula a praxe em Coimbra, porque a praxe de Coimbra é a forma da academia de "fidelizar" chamemos-lhe assim, os seus alunos. E eu, que fui pra Coimbra contrariada porque era muito longe de Braga, passado uma semana de Coimbra, estava encantada e apaixonada pela cidade e pelas suas tradições.
Eu não consigo explicar aparentemente, por muito eloquente que tenha tentado ser, que em Coimbra a praxe é vivida durante o curso inteiro e que não se limita nem exclui à semana do caloiro. Eu só não quero, e por isso me dou ao trabalho de escrever isto, que as pessoas peçam pra se abolir algo que eu não acho que precisa de ser abolido em Coimbra. É muito mais inteligente que os códigos de outras universidades sejam escritos pra que se retire das mãos de fedelhos mal desmamados o poder de humilhar e fazer bullying com o pretexto duma praxe!
E acho bem que os miúdos aprendam a lição, e que sejam criminalizados os abusos, sejam numa praxe, sejam nas escolas, sejam com qualquer pessoa que seja mais fraca de espírito. Há demasiadas oportunidades pra deixar a maldade vir ao de cima e que saem incólumes. Isso é que não pode ser.
Beijinhos
oh mulher, tu tem lá calma que eu sei disso tudo. cresci a ouvir falar das tradições de Coimbra e queria muito ir para lá (foi a minha segunda opção qdo me candidatei porque não queria que lá faltasse apesar de saber que ira entrar na primeira…) só não fui porque era mesmo muito longe da minha casa e não podia ir ver a minha mãe uma vez por mês.
portanto, sim, a praxe e qualquer tradição académica é diferente em Coimbra. o que não significa que não as haja noutros sítios. E foi só isso que eu quis dizer: tb há espirito académico noutros sítios.
E sou como tu contra o fim das praxes. E como tu sei que há diferença entre praxe e estupidez.
assino em baixo desta frase
É muito mais inteligente que os códigos de outras universidades sejam escritos pra que se retire das mãos de fedelhos mal desmamados o poder de humilhar e fazer bullying com o pretexto duma praxe!
tenho pena que seja necessário regulamentar algo que deveria ser apenas do bom senso.
e só comentei aqui porque foste tu a escrever – tenho me recusado a entrar em discussões que extrapolam o bom senso, que misturam assuntos e tenho-me recusado a condenar uma prática que nem sei se foi responsável pelo que quer que seja.
Mas peço-te já desculpa se escrevi, mesmo que sem intenção, algo que te ofendeu. E li atentamente tudo o que escreveste. E compreendo o que quiseste dizer, a sério que sim.
E só uma explicação: conheço a história do traje há muito e a minha piadinha da roupinha para vestir é precisamente essa: sempre que irritou que algo feito para evitar diferenças sociais seja usado para o contrário: para definir uma elite que só existe nas cabeças de meninos tolinhos. E sim, isto é para (quase) todas as universidades excepto Coimbra.
(O ZéGato está muito ofendido por eu estar a ligar mais ao computador do que a ele e não pára de tentar boicotar a minha resposta passando por cima do teclado- qualquer erro é culpa dele)
besos
Boneca, eu estou muito calma, perdi foi a paciência pra argumentar e estava a ver que tb tu nao ias entender! 😀 Estamos entendidas então! Embora eu continue a achar que o espirito académico de 90% das universidades é fraquiiiiiinho, fraquinho :)) Nao me ofendes de jeito nem maneira nenhuma! És demasiado educada pra isso 😉 Beijooos!
PS:O Zé Gato tb quer escrever à madrinha! ahaha