Uma semana dura

Não só porque tive muito trabalho, isso já é o habitual, mas porque a burocracia também me bate à porta para fazer mossa e me deixar com os nervos em franja. E não foi do Estado Português. Nem do Holandês.

O que é certo é que também passo por momentos em que desespero e parece que a luz teima em não aparecer. 
Repito mentalmente o mantra: tudo o que é mau acontece por uma excelente razão, isto é bom pra ti Sofia.
E elaboro 3 backup plans de cabeca e comeco a escrever sobre o que poderei fazer caso o que quero que se concretize, não se concretize.
E depois tomo sempre a melhor atitude, que é sem sombra de dúvidas, por a boca no trombone e pedir ajuda.
Nunca falha.
E espero que desta vez também assim seja.
Foi assim há dois anos quando me deram com a porta na cara quando quis fazer o regresso. E há-de ser assim desta vez.
Pelo meio ficam dias de nervos e tensão acumulada nas costas e momentos simples e bons que nos retornam à realidade como o bitoque caseiro que comi hoje ao pé da minha casa, que reconfortou a alma para que ela tivesse o valor de falar acertivamente no momento mais preciso.
Este fim de semana é novamente prolongado e espera-se cheio de estudos de Holandês (há teste dia 28), de tosquia de caes, de roda de livros e almoco em casa do Pedro e da Jana. 
E muita confianca de que tudo está bem, mesmo quando tudo parece torto.
Pra semana há mais.
Bom fim de semana!

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