Boa malha. Gostei do filme, sim senhora. Não sei é se durmo grande coisa hoje depois disto, mas isso é outra história.
Sou uma crente ou fui ver o The Twilight Saga: Breaking Dawn – Part 1
Eu sei que sou uma bacoca…
Finalmente percebo porque é que o mundo se divide em dois: aqueles que gostam de Monty Phyton e os que não.
Eu sei que é uma vergonha, mas eu nunca tinha visto os “Monty Phyton and the Holy Grail”, e vi hoje pela primeira vez.
Se vocês soubessem quantas vezes, sem sequer ter visto o filme, já fiz o mesmo que eles… ai as saudades que eu tenho da Candeia…
Enfim, fiquei mais que fã. Vou comprar o filme pra não me esquecer de como pode ser tão simples curtirmos o dia-a-dia. É só imaginar.
Sempre que vejo um filme com o Johnny Deep tenho vontade de me casar com ele. Dentes podres e tudo.
Johan o primero
Isto está a dar na TV Holandesa. Que cena marada! Os Espanhóis inventam cada filme mais passado. Bem fixe!
Thor
A Single Man
Pra início de conversa, os primeiros 10 minutos do filme valem mais que 6 horas de outro filme qualquer que tenha visto nos últimos tempos, inclusivamente o The King’s Speech.
A Single Man é dos melhores filmes que vi nos últimos anos. O argumento é brilhante. Eu QUERO comprar o livro só pra poder ler, rever, re-pensar, re-mastigar, regurgitar as palavras que ouvi.
Foi a primeira vez que vi um filme sobre amor real entre homossexuais que está tão bem feito, tão bem construído, que eu senti amor, entendi a dor, entendi a ausência, o sofrimento, a angústia, compreendi a beleza de recuperar dum buraco do qual pensamos jamais poder sair, eu identifiquei-me com as emoções dos actores, não com um personagem em si, mas com os sentimentos de cada um.
Dizer que adorei é pouco.
Como é que eu ainda não tinha visto este filme?! Recomendo claramente que o absorvam num Domingo à noite e que se preparem para muita “food for thoughts”.
The Tourist
Ora ….como dizer isto de outra forma? É hora e meia da minha vida que eu não recupero. Que balentíssima merda de filme.
Guilty pleasures
Já sei que me vão gozar até à medula, mas eu tenho um fraquinho por comédias românticas. É como gostar de telenovelas, no fundo. Esvaziam o cérebro e durante hora e meia só vemos aquilo. Atenção que apesar de as papar todas, só gosto de alguns e o When Harry met Sally não é incluído nesta categoria de pastelada romântica, embora o seja em bom da verdade. Mas gosto do filme por outros motivos.
Adiante.
Este fim de semana vi o No Strings Attached e gostei muito. Fora dois ou três clichés que se lhes perdoa bem, o filme é diferente do habitual. Se calhar é por ser interpretado pela Natalie Portman que foi incapaz de me sacar uma gargalhada que fosse, pelo contrário. She is good. Há que dizer que a mulher é mesmo boa actriz. Emprestar carga dramática não falsificada a um filme romântico não é fácil. Por exemplo, a Anne Hathway foi buscar uma moça com Parkinson para poder fazer um papel parecido com o da Charlize Theron no Sweet November. É que esquece amiga, tás longe. Aliás, coitada, a culpa foi do argumentista que era coxo.
Já o no strings attached pode fazer companhia a um How to lose a guy in 10 days. Bons actores, um argumento diferente e pouca lamechice.
Gostei muito e recomendo. Ah, e claro, o Ashton Kutcher é pra comer bem passado, assim tipo torradinha, às trinquinhas, as bad as this might sound.
Agarradíssima durante hora e meia
Muito, muito, mas realmente muito bom “The King’s Speech“. A Helena Bonham Carter merecia o Óscar. E long live Colin Firth. Fabuloso.
Further then this, I’m speechless.







