Identificação absoluta

Em (quase – menos o tamanho das cuecas da avó) tudo.

 

Vá lá que deixei de fumar.
Em suma: QUERO O MEU MR. DARCY JÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!
Aqui e agora.
Tenho dito.
Sim, sim, não estou a brincar!
É já, ó faz favor.
Já já.
Senão fico triste.

Obrigada.
PS: o filme está a dar na TV e eu adoro, adoro esta mulher.

Just this simple

O que eu gostava, mas o que eu gostava que a minha vida fosse como um filme da Meg Ryan, mais propriamente o When Harry met Sally.
Aliás, concretizando, é assim que eu quero que seja, com banda sonora dos 50’s e tudo e tudo.
E não me venham com tretas de que são coisas de filmes, e que é tudo falso e na realidade nada disto se passa. Eu não quero acreditar em vocês.
Eu quero um sentimento assim, uma vontade de estar junto assim, um companheiro assim.
Já vi este filme mais de vinte vezes, sem exagero. É o filme da minha vida.
O Billy Cristal não é bonito. Não é de fiar. É um palerma. Mas quando se apaixona, é pela mulher inteira, ama os defeitos todos que ela tem e como ela pede tudo on the side. E ela aceita-o mesmo sendo um infantilóide porque ele fá-la rir mesmo quando ela está triste como a noite e a morrer de nervos.
É isso que eu quero. É assim que eu quero. É tudo o que eu quero.

No ano passado estive no sítio onde eles se separam pela primeira vez e vibrei porque com toda a minha sorte estava lá um grupo de jazz de Nova Orleães aos quais comprei dois CDs só porque me fizeram sentir que estava dentro deste filme especificamente. A música deixou-me num estado de felicidade que dancei no meio da praça e fiquei com o coração aos pulos o dia inteiro. É uma vibração de bem estar para a qual não tenho qualquer justa explicação.

Quando estou mais em baixo vejo e revejo sequências e o meu coração ainda estremece quando ele chega ao pé dela na passagem do ano e diz que é um cobarde que a ama.

Afinal de contas, os homens e as mulheres podem ser só amigos? Eu acredito piamente que sim, tal como a Sally acredita. Mas se um dia me provarem desta forma que estou errada, não me importo.

Little Prince – 1974

Acabo de ver o filme completo e tenho o coração quentinho. Que giro que é o filme, ó pá!!

Não tenho palavras pra descrever esta surpresa. Estava com receio que o filme estragasse o livro, mas qual quê! É uma versão mais resumida, mas inesquecível.

(Fox)
In time
I’ll start to feel at ease
Show my face
And will beginter

Get closer
And closer
And closer

We’ll go a glance at a time
A small advance a time
We’ll be afraid a bit
And shy a bit
Avoid each others eye a bit
Less often each day
The ice’ll soften each day
As we get closer and closer and closer

We’ll go a blush at a time
A happy flush at a time
Begin to laugh a bit
And stare a bit
And walk around on air a bit

As gaily we grow
As night and daily we grow
A little closer and closer and closer

And then one day
There’ll come a day
A Christmas eve
Midsummer day
A moment when
Right there and then
We’re gonna touch

Then we’ll jump miles at a time
A million smiles at a time
Begin to love a lot
And live a lot
And give and give and give a lot

Away we will go
And every day we will grow
A little closer and closer and closer and closer and closer and closer and closer and closer all the time

And then one day
There’ll come a day
A Christmas eve
Midsummer day
A moment when
Right there and then
We’re gonna touch

(Fox & Prince)
A small advance a time
We’ll be afraid a bit
And shy a bit
Avoid each others eye a bit
Less often each day
The ice’ll soften each day

(Prince)
As we get closer and closer and closer

(Both)
We’ll go a blush at a time
A happy flush at a time
Begin to laugh a bit
And stare a bit
And walk around on air a bit

As gaily we grow
As night and daily we grow
A little closer and closer and closer

(Fox)
And then one day

(Prince)
There’ll come a day

(Fox)
A Christmas eve

(Prince)
Midsummer day

(Fox)
Begin to love a lot
And live a lot
And give and give and give a lot

(Both)
Away we will go
And every day we will grow
A little closer and closer and closer and closer and closer and closer and closer and closer all the time

Lambidos nos últimos dias

Descobri um site fantabulástico que me leva pros melhores filmes e tem sido uma festa.

Ghost Writer: porreiro no início mas o fim foi um flop pra mim, estava à espera de algo mais elaborado. Eu sou daquelas que tem que chegar ao fim e dizer: wtf?! Como é que foi? Volta lá atrás que eu quero ver de novo!
Mas é um filme que prende, é um bom entertainment. E o Pierce, é sempre o Pierce nãoooo é? E filme com o Ewan não tem perda, é bom com certeza.  Foi fixolas, vejam.

Prince of Persia: Um excelente filme de Domingo à tarde, daqueles ao estilo Indiana Jones, mas com um Príncipe da Pérsia jeitoso, não como o Harrison Ford que já tá a cair às postas. Dá pra ver sem pensar em mais nada que nos esteja a consumir. É mesmo desses. E a protagonista é muito bonita, rais parta! Não devia ser permitido, pá! Aquilo arruína a auto-estima de qualquer mulher! Eu que quero tanto ir à “Pérsia” (já não existe, mas faz-se uma “forcinha”) já decidi que tenho que ir sem qualquer tipo de romance, que o gajo fica por lá de certeza.

Robin Hood: Ora cá está outro de Domingo à tarde. Mas tem uma coisa muito boa: não foi bater no ceguinho do Robin Hood de sempre, pelo menos, God knows how, há que lhes dar mérito. A história mudou um bocadinho, pronto, ok, mudou bastante. Pelo menos agora a história faz sentido. O King John continua a ser um palhaço, mas pelo menos desta vez não temos um Rei Ricardo a levantar-se dos mortos. Considero que foi bem conseguido. Um bom Domingo.

Poupées Russes

Good:

  • A banda sonora é fantástica.

  • Tem a melhor declaração de amor que ouvi no cinema em anos. Se um dia um gajo me fala assim ao ouvido, caso-me com ele no dia seguinte. Ganda Wendy!

  • A fotografia convida a visitar Paris, Londres e S. Petersburg.

  • Conseguiram fazer uma sequela ( é o L’Auberg Espagnole II. Quem não viu o I, é VER. É mandatório.) que não estragou a sequência, diferente, sem lugares comuns típicos da exploração de êxitos.

Not good:

O Xavier é feio que tolhe! Como é que consegue comer aquelas gajas todas?!

Ninguém acredita, até porque pra Francês, o charme ficou na poubelle!

O tipo é um perfeito idiota, aquilo nem é o anti-herói, é apenas uma besta. Tem ar de quem toma banho só de 15 em 15 dias. Mas que grande mau feitio tem aquele fulano! Tão credível que o consigo achar real.

Não suporto o homem. A Wendy foi uma tótó.

Tou aqui a falar como quem defende a donzela da novela das 8.

Sim, the movie is that good.

Sandra Bullock: ADORO

Hoje vi o Miss Congeniality 2 e é entertainment garantido.
Eu GOSTO mesmo da mocinha, gosto especialmente do riso de porco da Miss Detective…é que é igualzinho ao meu. Sério.

(sou tão parecidinha à Gracie Hart que até dói….sério).

Gosto, pronto.

Gosto de pasteladas românticas, filmes água com açúcar, comédias românticas, filmes de gaja, chamem o que quiserem, eu gosto. Há anos!
E tá a dar este na televisão e eu tou a curtir que nem uma parva:

Parte mais fixe do filme: a road trip.

Shasows in the sun – Cannes

Os Senhores de Cannes lá devem saber…
A minha análise é que apesar das interpretações brilhantes e duma fotografia lindíssima, tenho que confessar, mesmo correndo o risco de que pensem que sou uma inapta mental, que achei o filme um tédio.
Não foi tempo perdido, mas não é filme que me marque nem por 10 minutos, quanto mais pra vida. Vejam se quiserem, pelo menos o mocinho Joe é lindo de cair pro lado.