É mais ou menos isto

Out:

Franceses
Ingleses
Indianos
Chineses
Paquistaneses
Peruanos

In:

Escoceses
Croatas
Australianos
Nova Yorkinos

Os out ontinuam a ganhar aos In em número, mas eu não tenho culpa!
Convém esclarecer que os Out não tem nada a ver com trabalho. Também convém esclarecer que o que eu não aprecio não são as pessoas em si, é mais a cultura propriamente dita, que obviamente, condiciona o comportamento dos indivíduos, mas não é o indivíduo per si.
Os outros povos não despertam em mim qualquer tipo de reacção imediata.

Pronto, podem começar a insultar-me que eu não me ralo. Não gosto e ponto. E dos que gosto, gosto mesmo muito. Era gaja pra ser muito feliz na Austrália, olarilas. É uma pena ser tãooo longe.

18 comments:

  1. Eu passava 1 ou 2 anos na Australia, na boa (mais não que como dizes é muito longe!)
    Daria para compensar toda a privaçao de sol e calor dos ultimos 3 anos e meio…
    Quem sabe um dia 😉

  2. Bem, quanto a indianos, chineses, paquistaneses, peruanos e croatas não tenho grande opinião… Quanto aos outros, 100% de acordo, juntando mais uns à lista OUT: cubanos (pelo menos os de Havana).

    P.S. – joder, tía, ?qué pasó para escribires como escribiste arriba? (Isto sou eu a fingir que escrevo espanhol sem erros).

  3. Foi no post sobre Coimbra, que apareceu um artista a insistir que praxe era só humilhação, e eu insisti q praxe, em Coimbra, é tradição, e quem disser o contrário, é ignorante. E depois ele disse coisas que eu achei ofensivas mas pelos vistos ele não, e daí pra baixo o nível foi sempre a descer. Depois de me chatear a valer e perder a paciência, mandei-o pro car@lho. Mas como não me apetecia ter malos recuerdos por aqui, apaguei os comments todos dele. E escrevi o post sobre: porta da rua é serventia da casa pra quem me faltar ao respeito a mim, ou à minha família. A opinião que possam ter sobre Tunas, Tunos, tempos universitários mal vividos, e recalcamentos de qualquer espécie, podem metê-los no cú. Pra amargo chegam os limões! Dasse!
    (pardon my french, mas tu até sabes o que a casa gasta)

  4. LOL – já te disse, és gira para caraças quando te passas! Eu fiz Universidade em Lisboa, fui às praxes porque quis e, noves fora o líquido mal-cheiroso que me puseram nos braços e que sobreviveu a vários banhos, só me diverti e ninguém me obrigou a nada. Para mim é esse o segredo da coisa: faz quem quer, o que quer. E tenho um livro que editaram nesse ano a gozar com os profs da instituição que é uma loucura – ainda há-de estar algures na casa do meu avô. Vá, não tenhas nenhum ataque cardíaco, mas tens razão numa coisa: porta da rua, serventia da casa. 😀

  5. És uma querida, mas eu vou repetir até ficar rouca se for preciso: em Coimbra, PRAXE quer dizer TRADIÇÃO ao longo de TOOOODO o curso. Eu sei que nunca vão entender, mas podem aprender algo de novo. Praxe, é tradição.

  6. Não fazia ideia do que estavas a falar… É que o sentido "brincadeiras idiotas de princípio da universidade" tomou conta da palavra, pelo manos para quem está fora de Coimbra. Tu estás a falar de tudo o resto. Como dizes, sempre a aprender!

  7. Ó Miguinha Dunguinha, a única ideia que eu tenho mesmo dos Irlandeses é que são mta simpáticos e afáveis. Um bocadinho abrutalhados, mas boas pessoas. Se on top of that ainda os há bonzões, SIGA!! looool

  8. Porra pá, este ano já não dá :S

    Olha, esse País também tem aquela cena parva pros cães, ou seja, pra um cão entrar em Inglaterra, tem de ter feito o exame da raiva dar negativo e ainda esperar 6 meses pra poder entrar no País. E na Irlanda? Consegues-me ver isso?

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