E quem não teve o meu privilégio, não vai entender nunca porque é que o meu coração ainda se encolhe e as lágrimas me bailam de cada vez que ouço esta música e vejo este vídeo.
Há muitos anos atrás sentei-me durante 12 horas na segunda escada a contar de baixo e berrei com muito orgulho o F-R-A pela minha Faculdade. Doze horas de espera para poder um dia dizer aos meus filhos que o fiz, a transbordar de orgulho. Aquele momento, esta música, o meu traje, a minha capa cruzada pela primeira vez na minha primeira Serenata, a minha capa rasgada pelos especiais durante 5 anos, o roubar do nabo no mercado com os meus melhores amigos a correr por cima das bancas enquanto fugiam dos baldes de água e das vassouras das velhotas, o queimar do grelo no caldeirão, o meu (nosso) carro da Queima que não chegou aos Arcos do Jardim mas que nos uniu para sempre, as noites do Parque, a minha cartola, fazem todos parte da Praxe de Coimbra. Praxe é tradição, não é humilhação. É orgulho que nos enche o peito e nos faz, ainda hoje, berrar o FRA pela Academia.
E se não o viveram, jamais o entenderão.
(obrigada zozô por partilhares este vídeo e me trazeres de volta o meu peito de rola)

Eu não vou tentar que tu entendas, pq não vais entender nunca. Praxe em Coimbra significa tradição. Existe um livro, que mais parece um tijolo, chamado: O Código da Praxe da Universidade de Coimbra. Lá não lês como se massacrar um caloiro. O que tu lá lês é que os botões do traje devem ser em número ímpar, que a saia do traje das mulheres não deve ser usada 4 dedos acima do joelho, que com o traje só se usam brincos de ouro curtos e pegados à orelha, que com o traje não se deve usar relógio e que os sapatos devem ser pretos e sem qualquer tipo de adereço. Nesse livro podes ler o que é realmente a praxe académica no seu verdadeiro sentido, e deixares de ser ignorante.
Desculpa, mas há coisas que mexem comigo, e a ignorância sobre o que é a tradição académica é uma delas. Ninguém que não tenha estudado em Coimbra sabe o que é ter saudades do bater da Velha Cabra ou das escadas monumentais ou do quebra-costas ou do Pratas.
Não sabe: NÃO FALA. Pra dizer asneiras, mais vale estar calado.
Praxe é TRADIÇÃO. Em Coimbra, Praxe ainda é Tradição. E pra te ser muito honesta, eu proibia qualquer aluno de comprar o traje a partir do primeiro ano da faculdade, ou o compravam no 1° ano, ou não compravam de todo, porque quem não sabe o que é espírito académico não tem direito a usá-lo. Comprar um traje pra Benção das Pastas pra mim é um insulto. Não devia ser permitido. Não sabem o que é, o que representa, pra que serve, não tem direito a usar. Pra cúmulo ainda insulta quem o usou com tanto orgulho.
É mesmo isso. Assim é que se responde. Sabes que quando decidi seguir os estudos fora da Universidade de Coimbra, aos 16 anos, e depois de viver aquelas tradições por fora, nas pessoas da minha família e amigos tive de pensar muitas vezes. Não me arrependo da minha escolha mas tive mesmo muita pena ter de continuar a viver a Universidade por fora, embora tivesse aproveitado tudo quanto pude como bom conimbricense. 🙂
Escolheste outro curso, não tinhas mta hipótese. Eu tive sorte pq em Braga só abriu Economia um ano depois de eu ter entrado, ou seja, consegui convencer os meus Pais a deixarem-me ir e ficar em Coimbra 🙂
Mas tens sempre a vantagem de ser Conimbricense (ou Coimbrinha 😛 … não resisti! lol, desculpa!!) senão agora choravas bem mais 🙂 Ou não, pq as pessoas só sabem do que sentem falta quando já experimentaram, né? 😉
Bem, eu sou sou Coimbrense de gema e estudei na mui nobre academia minhota (trocamos de lugares, pá). Não me arrependo de ter optado pela Universidade do Minho. Foi e sempre será a minha casa e à qual sempre me sentirei orgulhosa por ter representado. Quanto aos tempos de estudantes e praxes em geral, eu adorei. Foram tempos óptimos, fantásticos. Gostei mais de ser praxada do que praxar. Mas, como em tudo, existem aqueles que denigrem o espirito da praxe a acabam por lhe conferir o tom de humilhação. O meu 1º ano foi inesquecível e envergar o traje minhoto foi daqueles momentos que marcaram a minha vida. Foi também nesse ano que fui assistir à bela serenata na Sé de Coimbra, trajada (bem trajada) e inchada de tanto orgulho. Eu, trajada e na minha cidade a assistir ao fado de Coimbra. Posso-te dizer que chorei, chorei muito. Chorei de orgulho, de emoção, de felicidade, por estar ali e por estar a concretizar um sonho. Enfim, já me alonguei. O sentimento de academia não se ganha, vive-se.
Bj
Onisa, o meu irmão e amigos também estudaram na UM. O meu irmão é Tuno. O traje dele já vai no segundo par de calções e ele usa meias azuis ou melhor dito, collants azul bébé. Espírito académico não lhe faltou! 😉
O que eu quero dizer, e desde o início, é que independentemente das experiências de integração que tenham tido nas respectivas Universidades, em Coimbra Praxe significa mto mais, significa toda uma Tradição (que tu como Conimbricense conheces), lendas, e histórias que só quem viveu é que sabe o porquê de eu estar aqui a bater com o pé ao ponto de insultar as pessoas. E tu compraste o traje de Braga no primeiro ano porque no ano seguinte já podias atirar-te aos caloiros, ou pq tinhas noção que traçar a capa na serenata monumental é um sentimento único? Pelo que choraste, de certeza que foi o 2° 🙂 Orgulho em ser estudante, orgulho em pertencer a uma academia, orgulho no que alcançamos, orgulho nos nossos Pais e Avós, e todos aqueles que nos ajudaram.
Eu não chorei qdo estive nas escadas, não sou de chorar, mas a emoção tava lá e foi tanta que qdo acabei de gritar o FRA pensei que os pulmões me iam explodir no peito e fiquei a arcar com falta de ar e dores no peito durante uns bons 10 minutos. Tradição Senhores!! TRADIÇÃO! Das melhores coisas que temos no nosso País, tradição de aldeias, de famílias, de academias, a tradição é bela, tem que ser preservada com todo o respeito. Chamar-lhe humilhação é toda uma injustiça a quem a criou.
Andorinha, atão o teu irmão é da Azeituna e meu colega cultural e se calhar já nos cruzamos num dos muitos encontros culturais da UM. É que eu sou do coro académico (CAUM). Este mundo é muito pequeno. E eu entendo o que dizes sobre a vida académica em Coimbra. Não querendo comparar, mas já o fazendo, acho que cada um puxa sempre a brasa à sua sardinha e eu acredito que se tivesse ido pra Coimbra (universidade) teria exactamente o mesmo sentimento de orgulho que tu tens. Mas, como é óbvio, não o deixo de ter por ter andado na UM. O importante é envergarmos a camisola com orgulho e respeito. E quanto à tua pergunta…Não, não foi de todo por causa dos caloiros. Trajar, pra mim, foi um dos momentos mais altos. Foi a concretização de um sonho, de uma luta que vinha travando há algum tempo. E, como tu dizes e muito bem, nesse momento agradeci a mim, à minha família, a todos os que me ajudaram. Porque não foi uma conquista só minha. Se espero que toda a gente entenda este sentimento? Não, claro que não. Mas como já te disse antes, antes coisas sentem-se, vivem-se. Se havia coisa que eu respeitava era o traje e as tradições académicas. Nunca trajei mal. E fazia questão de seguir as regras até ao último pormenor. Sabia o código de praxe de cor (as minhas colegas só gozavam comigo) e nunca, mas nunca usei do meu "poder" (entre muitas muitas aspas) para humilhar alguém. A praxe teve uma origem, o traje teve uma origem. E quem não sabe quais são, deveria pelo menos, tentar informar-se e cultivar-se um bocadinho. Eu bem que podia ficar aqui a noite toda a falar da universidade e praxe e tradições e sentimentos de academia, porque haveria sempre algo mais a acrescentar. Mas acho que já me fiz compreender.
Bj
Ahh e aqui na UM (na minha altura) só podíamos traçar a capa no 3º ano que é quando podíamos praxar. Por isso se fosse por isso bastava comprar no 3º e não a meio do 1º 😉
Onisa, este gajo: http://andorinhaquevoa.blogspot.com/2010/05/antes-que-me-esqueca-parabens-bro.html
é que é o meu irmão. Basicamente, é o palhaço de serviço há uns 10 anos, a apresentar a Azeituna. O + giro…fez o curso de Economia em 4 anos e com média de 14 🙂 Mas gosta daquilo pá, continua a ser o Kuoiso.
Do Coro conhecia 2 irmãos, aliás, 3 irmãos que lá andaram aqui há uns bons anos lol, a saber, a Lara, a Olga e o Nuno. E ainda conheço outra cachopa q se chama… ai o nome pá…já sei! Paulinha! É amiga da ex do meu irmão :))) Mas a Paulinha é fixe!
Do resto, sim eu entendo, cada um puxa à sua brasa :D, embora te tenha que dizer q a recepção ao caloiro em Coimbra é mais fixe que em Braga 😛
Beijinhos 😉
Vamos lá a ver se a gente se entende. A ignorância, tal como expliquei várias vezes, é sobre o que significa tradição, que em Coimbra, se chama Praxe. Eu estive 5 anos na Universidade, tenho média de 13, aproveitei o momento, e adoooorei os meus tempos de Universidade, coisa que muita gente que estudou em Lisboa e fez a dita como quem completa o liceu, não faz ideia do que é. Desses, tenho pena. Porque estiveram 5 ou 4 anos da vida deles a pensar que estavam ali só pra estudar, e perderam o explorar de faculdades como a socialização, lidar com o fracasso, saber reverter situações, negociar, e acima de tudo: liderar. Isto não é pra todos, mas é pra muitos. E eu conheço estudantes de todas as Universidades, digo-te mais: no âmbito laboral, já fui responsável por descobrir talentos nos ainda estudantes para mais tarde os integrar na minha empresa. E garanto-te que nunca privilegiei os de Coimbra, mas fiz questão de escolher gente válida e nunca, mas nunca olhei pra uma média de curso.
Quanto aos Tunos, eu lamento informar-te, mas tocaste mesmo onde não devias. Não só o meu irmão é Tuno, como alguns dos meus melhores amigos. Pra tua informação, 90% dos Tunos acaba o curso no tempo correcto (4 ou 5 anos conforme o curso) e são tudo menos estúpidos. Pelo contrário. São algumas das pessoas mais inteligentes que já conheci. E não duvido nada, que se trabalhares por contra d'outrém, eles sejam teus chefes. O meu irmão, como disse acima, fez o curso em 4 anos, com média de 14 (poucochinho?), e aos 30 anos é chefe duma equipa de 12 pessoas numa Multinacional. Chega, ou queres que continue? É que prometo-te que vais corar de vergonha dos juízos que fazes.
Posto isto, nota-se claramente que a minha afirmação: não sabe, não fala, estava acertadíssima.
Ninguém aqui referiu nada para além da área universitária ou estudantil, agradeço que não remeta para outros âmbitos.
Não sei pra que é que "me chega" ou não, mas eu realmente não vejo porque é que lhe tenha que provar alguma coisa. A minha vida e a minha realização profissional, a MIM chegam-me, e muito. Eu vivo, eu sinto, eu concretizo, eu faço as minhas vontades e os meus sonhos realidade, eu sei o que foi viver uma academia. E você?
Andorinha percebo-te perfeitamente.
Coimbra é especial para quem lá estudou e não só (conheço mt pessoal q estudava em Lisboa e volta e meia estava em Coimbra). E não é só pela praxe, pelo traje, pelos copos… é por todas as experiencias que tens durante aqueles 4 ou 5 anos de estudo. Os amigos, as pessoas que conheces, o espirito e o ambiente que te fazem sentir em casa, as directas a acabar trabalhos, a frustaçoes de noites e dias passados a estudar, os 10 que sabem a 20, ou aquele exame que correu tão bem e depois tens lá um R (como é que é possivel?!?). Como disseste por tudo que se aprende dentro e fora das aulas, a socialisar a fazer amigos e lidar com outras pessoas e especialmente a cair, levantar-se e seguir em frente.
Em relaçao ao traje e à praxe é muito simples: quem quer entra, quem não quer não entra. Como disseste existe um codigo e uma tradiçao por tras de cada detalhe. Nunca vi ninguem ser obrigado a fazer o que quer que fosse, quem nao queria participar nao o fazia. As praxes não eram feitas para humilhar e tinham de ser levadas com espirito certo.
Até tenho um amigo que participou em todas as praxes, na maior, sempre a levar na brincadeira (como deve ser levado) e nunca se interessou por vestir o traje ou praxar quem quer que fosse.
Eu saí de Coimbra directamente para a Holanda e foi um certo choque. Mas sempre que falo dos meus tempos lá a colegas e amigos, das tradicóes que temos e do orgulho que tenho de as ter seguido desde o traçar da capa ao rasgar do fato tenho um brilho nos olhos de orgulho, alegria e saudade porque sei que vivi a universidade intensamente e à minha maneira.
Isto já está um bocado longo por isso espero que faça sentido…
PS: Não se nota que tenho saudades pois não?!
Ó Andorinha, claro que conheço. O que eu me ri com ele este ano na Récita do 1º de Dezembro no Theatro Circo. Não o conheço pessoalmente mas é mesmo o "palhaço" da Azeituna. A Paulinha continua a no coro, é minha colega nas Sopranos e canta oa meu lado. É uma querida e eu gosto muito dela. E, como te disse antes, este mundo é mesmo pequeno pequeno.
(E não vou falar mais sobre o tema do post, porque acho que tá tudo dito)
Dunya: nadinha!!! :))) Se alguém te compreende, it's me 😀 O que é que estudaste? Em que ano entraste? Vais ver que como a Onisa, ainda conhecemos alguém em comum 😉 Se não nós mesmas :))
Onisa: há que dizer que sim, ele é castiço. Mas pra te ser sincera, o melhor não é qdo está em palco, é qdo está mto bem disposto, e chega a casa e começa a dissertar sobre o que lhe aconteceu, como qdo imitou a moça da equipa dele brasileira a quem ele teve que "re-educar" no método profissional. Foi de ir às lágrimas, não tens noção. Pergunta à Paulinha, eles são amigos. Diz-lhe que eu sou a irmã do Kuoiso, ela vai saber quem sou. (bem que lhe podiam ter arranjado um nome de Tuno melhorzinho pá! Mas tendo em conta que têm um Glande e um Hanus… acho q nao tá mal!)
Mas quem é que está a diminuir aqui alguém por ter estudado em Coimbra ou noutra Academia qq?! Vou REPETIR: ignorante é aquele que não percebe que PRAXE NÃO É HUMILHAÇÃO, É TRADIÇÃO!!!
E sim, ofendeste, porque isto "cheira-me a pessoas que passaram os anos na universidade apenas a viver para aquilo, e as tascas é que é bonito sem contar com as tunas" pra mim é ofensa. E eu não tenho ídolos nem sou fanática, tenho família e amigos, e tenho respeito e consideração por eles e não admito que os insultem sem justa causa. E tenho um sentimento de pertença a uma entidade, a uma Universidade, da qual gosto e pela qual tenho o maior apreço porque lá cresci muito como ser humano. Visto a camisola, assim como a visto pela minha empresa, assim como a visto pela Candeia e por tudo o que me apaixona na vida. E sou tão, mas tão coerente com o que disse aqui há uns posts atrás, que pra tua informação, desde que acabei o curso, não fui a uma única queima ou latada. Há um tempo pra tudo na vida e eu aproveitei-o. E os meus Pais pagaram? Pagaram! Com esforço? Com muito esforço! E pq é que eu não trabalhei e estudei? Pq não me deixaram. E se o agradeço? De todo o coração. E sou uma privilegiada? Dasse, então não sou?! CLARO QUE SOU!
Se não respeito quem trabalhou e estudou? Tás-te a passar ou quê?! Tu nem sequer me conheces, o que é que te dá o direito de fazeres esse juízo ou outros sobre mim?!
Pra tua informação respeito. Respeito muito. E se acho que todos devem ser académicos? NÃO! São menos pessoas por isso? NÃO!
Conseguem avaliar ou entender sem nunca o terem vivido, seja lá pq motivo foi? NÃO. NÃO E NÃO. Tem direito a opinar sobre isso: NÃOOOOOOOO! NÃOOOOOOOO! Insultar pessoas que me são queridas sem fazer p@ta ideia do que é, quem são, como são, pq lhes espetaste um rótulo na testa: NÃOOOOOOOOOO! NEM PENSAR!
Pra finalizar, VAI E NÃO VOLTES.
Aliás, bem melhor. Vou mostrar o que é REALMENTE uma Monarquia. Sim, hoje vou ser tirana porque ME apetece.
Maravilha! Já voltei a estar bem disposta! 😀
O que eu gostei quando fui para o 1º ano para o politécnico de Viseu e andei a apanhar coco de vaca e a fingir que era um boi cobridor. Lembro-me também de ter andado a fingir que estava a fazer amor com as minhas colegas.
Foram os melhores anos da minha vida. As bezanas e as festas! Impecável! Só não fui à benção, porque acordei tarde. Na noite antes apanhei uma carroça de caixão à cova!:-)
Hoje trabalho num sitio à maneira. Na livraria Lello a arrumar os livros e a contar as encomendas.
Valeram bem a pena os anos de estudo!
Andorinha, eu entrei em 2000 e estudei Eng. Quimica. O primeiro ano passei-o pela alta mas depois fui "desterrada" para o polo II 🙁 nao tao divertido, mas mais novinhho 😛
Eu acabei em Dezembro de 99… 😀
Eng. Química = entendo perfeitamente o 10 que sabia a 20. O teu curso era durezaaaaa! Qdo eu entrei havia várias miúdas no Lar que tavam em Eng. Química. Marravam que nem doidas, eram mais certas que relógios, umas perfeitas geeks. E mesmo assim a que levou menos a fazer o curso, levou 6 anos e meio…
O Polo II é novinho, o que pra quem é de química ou biologia é fabuloso por causa dos laboratórios todos apetrechados e impécs, mas… a mística, a mística tá nos edifícios centrais. Isto dito por quem fez a Faculdade em Celas 😀
Não é possível eu conhecer alguém do teu ano, as caloirinhas mais novinhas que tive, as últimas, foram em 98, antes de ir de Erasmus. Foram elas que me ajudaram a guardar o lugar nas escadas da Sé. São umas queridas, já acabaram todas o curso e ainda me chamam pra me reunir com elas. São as "minhas caloirinhas", não pq eu tivesse sido madrinha delas de praxe, mas pq eu as roubava às outras vets todas e não deixava que lhe fizessem maldades, ehehehe. Elas só iam se queriam, se não queriam era só espirrar que eu tava lá. Foi a única altura em que o poder me subiu à cabeça! Salvei tudo o que era Caloira! Foi o máximo! As outras gajas eram umas chaaaatas! 😉 Beijinhos
Andorinha, nada de agradecimentos! :)Disseste tudo, e disseste-o bem: se não o viveram, jamais o entenderão.
Bjnhs!
Só quem não viveu a Academia de Coimbra é que não sabe o que sentir o corpo todo arrepiado, quando se ouve uma Serenata. Mesmo passado tanto tempo.
"Coimbra é nossa até morrer"! :')
Dei de caras com o teu blog, através da pagina Jane Doe! 🙂
Andei por Coimbra 4 anos da minha vida!
Beijinhos