Inspire, Expire

 Foi mesmo assim que eu me senti quando tomei algumas decisões mais sérias esta semana. A partir do momento em que as pus em prática invadiu-me uma paz que não tem explicação.
As insónias desapareceram, a agressividade foi embora, senti-me mesmo bem. Acho que é mesmo porque fazia sentido, não porque tivesse que ser.
(nunca li nada da Alexandra Solnado, mas achei este texto num blog perto e achei just perfect)

Existe uma paz que só se alcança quando as decisões que tomas são as mais correctas. Mais correctas para ti, naturalmente. Normalmente, a maioria das pessoas toma as decisões baseadas na ideia do «tem de ser», «não há outra hipótese» ou «tenho mesmo de fazer isto».

São decisões empurradas pela mente, pelo ego controlador e sinistro, que foge da tua alma pois tem medo da força que ela tem. Volto a dizer – as decisões quando são tomadas respeitando a energia original têm uma força tremenda.

Porque tudo está no seu lugar quando uma pessoa se respeita, quando uma pessoa sabe que o que é melhor para si pode não ser o melhor para os outros. Sempre que tomares uma decisão, faz o seguinte: nem que seja por um segundo, fecha os olhos e sente o teu peito. Mais do que isso. Sente a tua intuição.

Às vezes o peito sofre com as decisões que a nossa intuição nos diz que temos de tomar. Sente a tua intuição. Há paz? Há coerência energética? Há aquele sentimento tão antigo de que «tudo está no seu lugar»? Se sim, está certo. É a tua decisão mais acertada. Se não, já sabes o que tens de fazer.

Alexandra Solnado

3 comments:

  1. Andorinha, já leste o livro "A New Earth" do Eckhart Tolle?

    É muito interessante… fala como a maior parte das nossas decisões é tomada pelo ego e como muitos dos nossos problemas são causados por ele.

  2. LOL

    Vou sim senhora. A genti fala!

    AmáliaPorAmor (adoro este nick! pena ser tão grande!), não, ainda não li. Mas a teoria sobre o ego (que pra mim faz bastante sentido) tb é dada pelo Wayne Dyer que escreveu o " your erroneous zones". Mto bom!

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