Quase que chorei ao ler isto. É realmente assim. Custa tanto estar longe, mas tem que ser.
Estou constantemente em dívida, de arma em riste contra a ausência, e ainda assim falho, porque não consigo melhor.
(…)
A saudade, que só se tem em ausência, é ainda assim um saco que nunca se esvazia, mesmo quando estamos juntos todos os dias, porque são dias contados. Nunca poderei devolver a quem amo os dias que lhes retirei. Posso só tentar que os que partilhamos sejam grandes. Posso só ser mais amor, tentar ser menos falha, e pedir com a humildade da minha pequenez que a vida me permita dar-lhes muito mais.
Da Sónia Balacó

Também publiquei no meu estaminé, achei que era tal e qual isto!
tao lindo 🙂 essa ultima frase quebrou-me… eu choro sempre, normalmente aguento-me com as despedidas ate chegar `a minha mae…depois fico com um no na garganta e vou a chorar no autocarro, aviao, comboio, seja la onde for… odeio 🙁
Eu chorei…é tão difícil. Às vezes gostaria de ser mais como algumas pessoa que conheço que têm uma capacidade de desprendimento inimaginável para mim.
Belo texto pa, muito bem escrito.
Eu roubei no FB duma amiga. É perfeito, descreve o que eu não consigo explicar há anos.
Nunca chorei, que me lembre, nem quando fui pra Coimbra. Mas já houve alturas em que me custou mais dizer "até já".
Não chorar não é desprendimento. É aguentar a bomboca e engolir a dor.
Também achei, a miúda estava mesmo inspirada.
tb "roubei"… pq concordo plenamente contigo: descreve aquilo que nao consigo explicar ha anos 🙂
Like! 😀
Um abraço apertado para a minha Andorinha.
Só li este bocadinho que aqui puseste (ainda não estou com espírito para querer ler tudo).
Eu nas despedidas nunca chorei, já chorei ao chegar a casa, lá longe no fim do mundo, mas pode ser que desta vez seja diferente. Eu, pelo menos, quero que sim!
Esperemos que sim, que agora vais estar mais perto! 😉 Beijos grandes pra ti tb minha querida!