Recuerdos de Paris # 7

Se calhar é a minha veia de rica, mas sou doida por lojas Gourmet e Delicatessen, e Paris é uma absoluta perdição. Não admira que eu ache sempre as lojas na Holanda sempre tão fraquitas (embora haja algumas-poucas-boas): falta-lhes o charme!
Em Breukelen as lojas tinham charme, aliás, a minha garrafeira favorita é lá. A queijaria também, mas mesmo assim, esta perto do Sacré-Coeur batia-a aos pontos, e à légua.

Coisas que recomendo em Paris # 1

Os crepes. Os crepes com Nutella e chocolate negro e com tudo o que possam sonhar e cheirar quando virem estas fotos.
A casa chama-se Au Pichet du Tertre (isto em Tuga não soa lá muito bem…)

Morada : 10, rue Norvins 75018 Paris
Telefone: 01 46 06 24 19

Comemos e choramos por mais. Tenho no entanto (quase) a certeza que a Elite deve saber sítios infinitamente melhores. Partilhas connosco? 😉
(Se deixares os links pros teus posts, nomes de sítios, etc, eu publico/actualizo neste post com o teu nome, obscrosse! Obrigada!)

Trajecto do primeiro dia por Paris

Ou melhor dito, da primeira tarde!
A Maf chegou no avião da manhã, e entre largar malas e apanhar o comboio até chegar a Paris, lentinha como somos nestas coisas, acabamos por comer uma maravilhosa baguette francesa, preparada numa boutique por um Senhor que até nas sandes se esmerou. O pão, ai o pão! Soberbo!

Saímos no Teatro da Ópera, subimos até ao Sacré-Coeur, passeamos por Montmartre, bebemos um vinho branco de fim de tarde, preguiçamos e descemos até ao Moulin Rouge. Passamos pelo Quartier Pigalle (fraquinho, fraquinho, os Franceses ao pé dos Holandeses e do Red Light são uns meninos!) e jantamos nos Champs-Élysées na companhia do nosso anfitrião. Melhor, impossível, ou so I thought!

Commencer

Hoje começa a saga de Paris.
Foram só dois dias e meio, andei kilómetros a pé, inspirei-me na Amélie Poulain e tirei fotos à Petzi numa imitação pobrezinha do gnomo viajante, bebi bons vinhos, comi realmente bem (virei alta fã de Coquilles Saint Jacques!), mas o melhor foi poder partilhar o meu fim de semana com dois grandes amigos, daqueles do peito, que não há tempo nem distância que diminuam o carinho e as gargalhadas. Até inventamos palavras, como a do Deiting! E a Márcia, chegadinha de fresco, acompanhou-nos como uma Senhora e foi uma EXCELENTE guia de Paris! Mil obrigadas! Se não fosse ela os dias não tinham rendido o que renderam.
Não sei se já perceberam, mas a minha cena é mais nariz levantado, admirada com tudo, atenta aos detalhes, a observar as pessoas que passam no seu dia-a-dia, museus só em dose q.b., perder-me pelas cidades, perguntar as direcções a toda a gente e sou óptima, mesmo grande, a deixar-me levar pela mão e entra no metro, sai do metro, entra no comboio, sai do comboio, norte é mesmo pra onde? Ahhh! e o sul, o que há pra sul? Eh pah, outra vez??? Mas eu já te expliquei!
E é assim, com um sorriso nos lábios e com por vezes a ira dos meus/minhas companheiros (as) de viagem que prossigo pelas cidades, sempre através das coordenadas que eles me dão.
Eu trato do hotel, do avião e dos eventos sociais. Eles(as) tratam do mapa, de onde vamos primeiro, de organizar tudo e mais um par de botas e eu: das fotos!
É uma boa divisão. Eles não se queixam (muito) e eu também não!
I Love Paris!