Nervótica!


Tive um professor de matemática muito castiço no liceu, o Capitão Almada, que em vez de nervoso, dizia que estava nervótico!
Que saudades do grande coração do C. Almada!
Pois é, eu fico nervótica, aliás, estou nervótica, ou melhor, eu SOU nervótica!
Há dias em que lá consigo manter a calma, mas há mais de dois meses que não ponho os pés no Yoga, e calmantes não é coisa que me faça bem à pele…e… não consigo controlar. Tou com borboletas na barriga, nervosa e ansiosa.
O porquê? Isso agora…
E não, não estou naqueles dias do mês!
Eu bem fiz exercícios de respiração, mexi os ombrinhos, as pernas, rodei os tornozelos, massagei os joelhos, estalei as costas com torções, mas niclas! Tou uma pilha. Tensa que pareço uma tábua de passar a ferro!
O que eu não dava agora por uma boa massagem nas costas!!!
Já sei que isto não vos interessa um caroço, mas já agora gostava de saber o que cada um faz para se manter calmo, ou recuperar a calma? A que se dedicam p’ra relaxar?
Eu relaxo quando quando vou no veleiro esparramada, quando faço ponto cruz ou passo a ferro (escusam de me mandar as pilhas de roupa que têm em casa, que a que eu lá tenho já dá pano p’ra mangas!), mas aqui no emprego é um bocadinho difícil, não é??
Desafio lançado! Espero todo aquele que queira dar respostas!
Pode ser que adopte alguma das ideias!!

Voltei, voltei…

…voltei de lá! Ainda agora estava em Espanha, e agora já estou cá!
Atulhadinha em trabalho…consequência de duas semanas de pevide laureada, mas fixolas, e agradecida por já ter noção do sítio onde acordo!
Isto dito assim de repente não soa lá muito bem… os 2 (eu incluída) leitores assíduos sabem perfeitamente que andei por Amsterdão, Lisboa, Espanha, Lisboa… às duas por três acorda-se com uma sensação horrível de que não se sabe bem onde está!
Resumindo e baralhando, Madrid não foi mau de todo, e certamente ficará mais bonita daqui a uns anos quando acabarem as obras…até lá, considero-a imprópria p’ra consumo!
Fiquei no entanto viciada no Café La Central, mesmo ao pé da Puerta del Sol, km 0!
O som jazzy entra na alma, sozinha ou com uma companhia simpática; É ideal para conversar e por as ideias em ordem, ler um bom livro, assistir a um concerto de jazz ao vivo….uma delícia!!
Acho que foi por ter gostado tanto da viagem anterior que esta me soube a tão pouco.
Além do mais, digam o que digam, o jet lag de uma hora pra frente, uma hora pra trás, mais a hora que tivemos que acrescentar p’ra termos mais um tempinho de céu azul e sol fantástico, tenho o cérebro todo “trocalhado”!
Mas pronto, não me queixo mais, I swear!
Afinal, eu tenho é um cú de sorte que mal posso com ele!!!
Este fim de semana matei saudades de Lisboa e desforrei-me!
Sábado fui às compras na Baixa de Lisboa!
Adoro fazer compras no comércio tradicional!
Odeio, abomino e detesto centros comerciais!
E na minha vertente mais acérrima defensora das lindas lojas das Baixas deste Portugal…desbastei a minha conta e o plástico do multibanco!
Adoro passear entre as lojas e os transeuntes, ser atendida pessoalmente por pessoas simpáticas, entrar na Bertrand, na Lello no Porto e cheirar os livros, enfim, entrar e sair das lojas a por e tirar óculos de sol! Acho que dá um estilaço! lol
Mas agora muito a sério, gosto mesmo muito de poder usufruir do privilégio de ainda poder andar pelas calçadas à portuguesa, e entrar e sair das lojas, e ser atendida pessoalmente por pessoas que trabalharam naquela loja uma vida, e sabem receber como ninguém. É isso que me faz gastar 100 € numa camisa de noite p’ra oferecer em vez de 50€ numa Women Secrets – que até é por sinal uma das minhas favoritas, – mas que nisso… não bate aos pontos aquela loja tão linda e com gente tão querida, que está na esquina da Rua do Souto em Braga!
Pessoas que ao longo dos anos foram decorando o meu nome, e sabem do que gosto. Que saudades dos Alfaiates, e das Costureiras, e de… hoje é tudo tão impessoal, não acham?
Será da idade, ou cada vez gosto mais de coisas mais “intimistas”?

Madrid, e a saga continua…

Ok, tou no curso e aborrecida como uma ostra! O Professor é simpático, mas é alemao e fala um inglês que adormece até um elefante!

Os Colegas sao realmente simpáticos, o que safa o tempo que aqui passo. Já vos disse que o curso é uma seca? Sabem a sensaçao de que estao a aprender coisas concebidas de forma realmente extraordinária, mas cuja concepçao foi tao pensada que se torna completamente utópica a sua concretizaçao? Pois é assim…o que desanima até o mais ávido de conhecimentos.

Nao pensem que estou triste ou deprimida, muito pelo contrário, e até me sinto mal por estar a resmungar porque há anos que nao saía de Portugal para fazer um curso e estou a ser muito mais beneficiada que muitos colegas meus. Mas é que nao consigo ver uma utilidade prática nesta porra!

A hora da “siesta” espanhola apanhou-me à traiçao, “la muy perra”! P’ra nao adormecer comecei a escrever aqui numa folhita de papel p’ra pensarem que estou a tirar apontamentos! Hihihi
Só nesta terra é que me dá sono! Acho que é da descontracçao! É uma coisa que se pega, sei lá!

P’ra acordar o Prof arranjou um jogo igualzinho ao “Quem quer ser milionário” sobre os “work produts” interessantíssimos que estamos a estudar. Quando começamos a curtir a cena, vai o belo do alemao e corta-nos a jogatana ao fim de duas rondas! Nao se faz, pá! Contadinho pelo relógio que aqui o Sr. nao dá abébeas!

Também…ó aqui p’ra mim toda chateda! É da maneira que saio às seis e vou beber umas “cañas con unos compañeros y olé!” Joga o Benfica e o Barça, e eu que nem sou Benfiquista vou gritar até que a voz me doa: SLB, SLB, SLB, SLB…!!

Em directo de Madrid

Começou bem a viagem com a belíssima queda das “botellas” de Monte Velho que trazia debaixo do braço, toda lampeira aos Amigos Bernie e Mari José que tao (nao consigo encontrar a porra do til) gentilmente me receberam em sua casa…p’ra nçao variar cravei a casa de outrém, né? 😉
Abençoei o chao da porta de embarque 14 (se forem viajar e ainda feder a vinho tinto, já sabem que a responsável foi a Andorinha de asas curtas!), e entrei no aviao com a sensaçao de que lá tinha dormido.
Com a sorte que me caracteriza (boa, entenda-se!), o hospedeiro era um borracho! Com “la llegada de Mari Golondrina a Madrid”, senti-me uma estrela de cinema quando vi que eramos 11 p’ra jantar! Comi boa comida espanhola: um puto dum hamburger à americana que me deixei atulhada até agora!! Tao convertidos que estao os espanholitos!

Madrid está em obras, parece um estaleiro!! Supostamente nao se pode fumar em lado nenhum, a nao ser que haja um cartaz a dizer: “Aqui se puede fumar Tabaco” (gosto especialmente do Tabaco…afinal os descriminados nao sao os fumadores, mas os charrados).
“Pues…están por todas partes” e em todos os sítios! Entramos num bar sem extracçao de fumo e senti-me um chouriço defumado! No entanto há que dizer que o número de fumadores reduziu substancialmente. Acho é que tavam todos no mesmo sítio que nós!

Quanto a mim, só posso dizer que nao gosto desta cidade. Antes até escapava em beleza, mas tá cada vez pior, cheia de prédios horríveis por todos os lados, e todos enormes!É feia, suja, cheia de gente e emigrantes por todos os lados. Tenho cá amigos…e alguns Amigos. Mas que vivem a sua vida totalmente em separado, juntando-se pouco ou quase nunca. O dia-a-dia absorve-os…será tao diferente da vida que temos em Lisboa?
Sol há, demasiado bulício para o meu gosto também…quero voltar à minha caminha e acordar sem ter a sensaçao de nao saber onde estou! Volta Lisboa que estás “aperdoada”!

Andorinha desde Madrid qual Vasco Mourinho para a RTP

E sábado vou pra Madrid…

… e desta vez não vou tralalalala! Vou fazer formação e volto na 5ª. Mas já agora aproveito o fim de semana, ora essa!
Vou mas é podre! Tou cansadíssima! Mas já tenho 2 jantares e dois cafés combinados…ups….copas, copas, copas, e mais la movida, e 5ª feira tou um trapo! hihihihi

E Amsterdão foi assim….


Pra ínicio de conversa, quero agradecer à nossa magnífica anfitriã, que como boa Portuguesa, mesmo com a vida em reboliço, nos tratou nas palminhas!
De seguida, quero agradecer a duas “pessoas”: à Santa Paciência da minha companheira de viagem pra me aturar, e aos ouvidos dela por serem incansáveis! Sim, porque isto de ser Andorinha, não é só voar…tou mais p’ra melro, tão a ver?

Adiante! Pois então aqui a Andorinha começou por se esquecer do número de telemóvel da amiga em casa de quem ficamos…poix…foi uma horita de azia, num bar onde eu em Portugal nunca teria posto as patas, e onde fui simpaticamente atacada por uma lésbica completamente charrada! Levei logo um abração pra começar bem a viagem, e lá me safei à pala da Free, porque a lésbica pensou que eu tava acompanhada! lol

Congelando de frio (ai o solinho do nosso País é uma coisa “marabilhosa”!), levantamo-nos cedinho e fomos lampeiras visitar os spots que tinhamos combinado de antemão.
Recomendo vivamente o Museu do Van Gogh – já agora…eu cá fiquei convencida que o Sr. pegava de empurrão com o amigo Gaugin…e que depois o Gaugin lhe pôs os palitos com o Chaval na Martinica…por isso é que o gajo pirou de vez…mas coscuvilhices à parte, continuemos pois – recomendo também vivamente que aluguem os auriculares no museu. Não sei o que vão achar quando lá forem, mas eu cá gostei mais da fase inicial da pintura dele, a fase impressionista. O quadro “The Potatoe eaters” de 1885 é o meu favorito. É impressionante como à medida que nos afastamos do mesmo, parece que aquele candeeirozito subtilmente pintado, ilumina cheio de força a sala por completo! Não sei descrever, e p’ra mais assumo-me como uma nabiça em pintura, mas gostei imenso do sentimento que me provocou, e gostei mais ainda de sentir que, pela 1ª vez, ver arte não foi uma seca…Pá, ninguém é perfeito! Eu cá detestava pintura! Mas depois desta viagem passei a apreciar determinados traços de cada autor: o preciosismo de Vermeer, o contraste de cores de Vang Gogh, o contraste de luzes e efeito provocado de Rembrandt…pronto, sinto-me um pouco menos estúpida!
Passeamos e tal e tal…como quem não quer a coisa, chegamos ao Red Light p’ra experimentar um coffee shop… poix…eu não sei enrolar aquela porcaria, e tenho muito medo de fazer asneiras das grossas, por isso…niclas! Fui a Roma e não vi o Papa!
A nossa anfitriã ofereceu-nos um banquete com amigos, e um passeio fantástico à pendura numa bicla! Podem não acreditar, mas nunca tinha andado à pendura! O meu caro colega condutor, é ainda mais desorientado que eu (pensava eu que era impossível…), e fez-nos dar uma volta de UMA HORA por Amsterdão! Mas confesso, sem desprezo por algum pelo Vang Gogh ou pelas companhias e momentos desses dias, que essa foi p’ra mim, a melhor parte da viagem! O quanto eu me ri foi indescritível! Fiquei tão craque na coisa que quase atiro com o “chofer” da bicla abaixo quando saltei em andamento pra parte traseira da bicicleta!
Amsterdão é uma cidade completamente fascinante! Linda de morrer, iluminada à noite então, é de perder a cabeça!Tou apaixonada! Quero lá voltar sempre que puder, e quem me dera lá viver!
Bem, mas esta volta toda foi pra ir parar a um bar horrendo, que eu realmente só aguentei devido à borracheira que levava na tromba…!
Duas horas de sono e lá vão novamente as duas ver mais arte e “cólturizarse” cagentegostamunto!! Rijkskmuseum! Não aluguem auriculares, não vale nada a explicação, a Free quase me tras de arrasto porque eu tava colada às paredes de sono…mas sempre a falar!!! Basicamente, tava a ver que ela me atirava pra dentro dum quadro pra ver se eu lá ficava!
Almocinho com os amigos, market flower e outro jantar magnífico da anfitriã!
Finalmente consegui dormir 8 horas!Haja Deus! Fizemos uma comprinhas no Domingo, tal qual como habitantes daquela cidade, nada de lojas de souvenirs que nós não somos dessas!
E como tinhamos visto nada do RedLight, lá voltamos desta vez p’ra uma visita mais atenta. Eu continuo a achar aquele sítio um misto de degradante, com dignatário do direito à escolha de se fazer o que bem se entende…como não nos chegou, fomos ao Museu do sexo! Só vos digo, quem pensa que vai ao Red, e ao Museu do Sexo e sai de lá com tusa: desenganem-se! Que enjoo!! Pra mais vi umas fotos de sexo com animais que só de pensar na do porco quase vomito!!!
Jantar em casa de outro portuguesito muito simpático, com uma casa lindíssima e uma coisa que tenho pena que cá não haja que é o Wok to Walk!
Pra finalizar a viagem, na 2ª f demos um saltinho a Delft que é lindíssima! Parece uma casinha de bonecas por todos os lados! A Free teve que me arrancar a máquina das mãos senão eu só fazia postais….Tem uma catedral linda, mas vê-se tudo em duas horitas, e pra mais tava cá um frio de rachar que voltamos ao pulinhos p’ra Amsterdão no comboiinho…e depois fomos de carrinho…subimos pro aviãozinho…. e metemo-nos no taxizinho e voltamos cada uma à sua casinha! 🙁
Queria tanto, mas tanto, ter ficado por lá! Se já gostava daquela cidade, então agora sou declaradamente apaixonada! Vou lá voltar sempre que puder!!Faça frio ou faça sol!!
The end

El placer de lo desconocido

Recuerdo mi primer viaje como se recuerdan algunas viejas películas: en blanco y negro, como un sueño peso a que no ocurriera nada de especial, excepto que era la primera vez que subía a un tren de largo recorrido. Tenia 16 años y unas enormes ganas de conocer mundo, así que me fui a la Feria de Sevilla invitada por una amiga íntima, no sin antes haberme encomendado a todos los santos pues la sola idea de que pudiera pasarme algo – entonces madres y abuelas amenazaban con mil y un peligros a nada que te separases de ellas – , me llenaba de angustia y temor. Una sensación se evaporó justo en el momento en que caí rendida entre los brazos de Morfeo.

Después de aquellas mis primeras vacaciones, he viajado mucho por tierra, mar y aire. He cruzado varias veces el charco, he dado la vuelta a Europa y al norte de África, pero la experiencia es siempre la misma: siento mariposas en el estomago.

Es algo que no puedo explicar porque no tiene explicación que después de tantos años, de tantos viajes, de tantos imprevistos, siga sintiendo el mismo placer por lo desconocido que sentí aquella tarde. Lo que me lleva a pensar que conservo en mi interior la ilusión que tenia de jovencita, sin experiencia, que no había despertado a la vida.

No conformarse y luchar por todo aquello que anhelas, es otra manera de decir que hay que hay que seguir adelante. La vida hay que saborearla con la misma intensidad que sientes cuando preparas un viaje. Sabiendo, eso si, que es una aventura y que como tal tiene unos riesgos que hay que sortear con habilidad, si no quieres morir en el intento.

Texto “roubado” na revista “Ida y vuelta” no aviãozinho da Ibéria que nos levou a Amsterdão. A autora é Rosa Vi…qq coisa!(rasguei a porcaria da folha às pressas!)

O próximo post é sobre a viagem em si, prometo!

PS: Para quem não saiba, mariposas é borboletas.

O Verdadeiro Você

“Um Homem só se conhece em duas situações: quando está sob a ameaça de uma arma ou quando quer conquistar uma mulher. (…) Só nos conhecemos, mesmo, na frente de uma arma ou atrás de uma mulher.

Você pode argumentar que ambas são situações de descontrole emocional. Errado: o descontrole é o homem. O controle é o disfarce. Você deve se julgar pelo seu comportamento quando enfrentou a possibilidade da morte ou quando estava a fim da (o nome é hipotético) Gesileide. Aquela vez que você se encondeu atrás de um posto para ver se ela chegava em casa com alguém. Meia-noite e você atrás do poste, sob o olhar curioso de cachorros e porteiros, fingindo que lia a lista do bicho no escuro. Aquele imbecil – e não esse cidadão adulto, respeitável, razoável, comedido, talvez até com títulos – é você. Tudo o mais é a capa do imbecil essencial. Tudo o mais é fingimento. Você nunca foi tão você quanto atrás daquele poste.

Pense em tudo o que você já fez para conquistar uma mulher. Os falsos encontros casuais, cuidadosamente arquitectados. Os falsos telefonemas errados, só para ouvir a voz dela. (“Telefonei para você? Onde eu estou com a cabeça!”) As bobagens que você disse, tentando impressioná-la. Pior, as bobagens que você ensaiou em casa e disse como se tivesse pensado na hora. O que você lhe escreveu, sem revisão ou autocrítica. Aquele ridículo era você. Os dias e dias que você passou só pensando nela. O país desse jeito, e você só pensando nela. Sem dormir, pensando nela. Tanta coisa para fazer, e você escrevendo o nome dela sem parar. Gesileide (digamos), Gesileide, Gesileide… e as mentiras? E a vez que você inventou que era meio-primo do Júlio Iglesias?

E o que você sofreu quando parecia que não ia dar certo? Como um adolescente. Aquele adolescente era você. Isso que você é agora é o disfarce, é o imbecil essencial em recesso provisório. Só o vexame é autêntico num homem.”

Texto de Luís Fernando Veríssimo em “As Mentiras que os Homens Contam”

A mão que embala o berço

Eu não sei quanto a vocês, mas eu adoooro dormir! E sou daquelas que ferra o galho, e morre pro lado, e pode cair a casa que eu não acordo!
Posto isto, quer me deite às 9 da noite, quer me deite às 3 da madrugada, levantar-me…é um esforço…como diria…TITÂNICO!
Tenho é que dormir na mais completa escuridão!
Nova táctica para conseguir sair da cama e não chegar constantemente atrasada ao emprego: deixar a pressiana entreaberta! Pá, não podia falhar! Eu que sempre acordei com a mínima nesga de luz: ia funcionar!!

Ya, ya! Nada disso! Na 1ª semana até correu bem, mas nas outras semanas falhou redondamente!

Hoje ao acordar descobri o que me tramou: os PASSARINHOS!!!!

(Isso, e o facto do %&#$ do vizinho de cima já não estar a fazer obras constantemente, fins de semana incluídos!Benza Deus!)

Eh pa, eu realmente consigo arranjar qualquer desculpa pra dormir mais um bocado!

Tudo me embala!

– Se vou no veleiro, enquanto que quase toda a gente enjoa e vomita se vier no camarote, eu durmo que nem uma anjinha, com vagas de 4 metros e o barco a bombar à força toda! Aquilo embala-me…é como se tivesse num berço, não tenho culpa!

– Se tenho um caramelo a roncar ao meu lado, PROCURO pensar que ele está a “cantar” e tento que a “música” me embale…. ok, esta a maioria das vezes corre muito mal! Mas às vezes lá consigo adormecer

– A chuva a bater na janela, ou a trovoada – embalam-me!

– Os PASSARINHOS, mesmo com o trânsito da cidade a ouvir-se: EMBALAM-ME! Sinto-me no campo, sei lá!

Eu tenho cá pra mim que ainda me sinto no berço e tenho uma mão a embalar suave, suave….

Desgraça das desgraças, continuo a dormir e a atrasar-me constantemente! Bolas!

Acho que ainda peço ao vizinho pra continuar com os berbequins!

Mas hoje, com o som dos passarinhos acordei altamente bem disposta!!!

Mais um dia, e pra mais é SEXTA!! YES!!

Beijos e bom fim de semana!