Mas que grande dentadura tem o Sergio Rossi

Eu nem sabia quem era o rapaz, mas estava aqui a ouvir o Portugal no Coração, o programa de encher chouriços do Baião, e aparece um tipo loiro oxigenado, a fazer playback e muito mal por sinal.
Quem é este????
Parece um Ken e não canta!
Mas mostra os dentes à força toda e tem o cabelo em duas cores.
Deve ser assim uma espécie de Àgata no feminino, mas em mau.
E o Baião é fixe. Confesso que gosto deste par, têm jeito p’ra falar com pessoas simples e nota-se que se divertem.
Coisas de ter perdido o avião na época natalícia. A TAP, que é simpática, cancelou-mo. Foram-me ao bolso, os grandes filhos da p@ta. Como eu não fiz o voo pra Portugal, cancelaram-me o voo de volta. Temos pena, foi o que me disseram no atendimento.
E pronto, como preciso de ficar bem disposta, vou continuar a ver os Baiões e Sergio Rossis desta vida.

Espero que tenham passado um Santo Natal

O meu ex-holandês era assim a modos que pro parecidinho com este caramelo (lá estou eu em alto código novamente), acreditem ou não. Sim, sim, aquele que é chatinho comó carago. Igualzinho, juro. Com o cabelo em pé e tudo, o corte de cabelo, a boquinha perfeita, tudo, um Deus grego. E inteligente. Mas a cena de me dar com a enciclopédia na mona, e em bloco, não funcionou.
E suspiram as gajas de Espanha com o Demiv, a aquisição do Real Sociedad… são gostos!

Ah, incluia-se no parecidinho o facto de também ser um fedelho imberbe e jogador de futebol. Don’t ask!

O amor

A minha Petzi e o Kruk dão beijinhos no focinho um do outro.
Há alturas em que dou com eles a darem lambidelas no narizinho e na orelha um do outro, ele todo apaixonado, ela naquela do “até te curto, chega aqui que eu já te conto”.
Depois envolvem-se nuns amassos, ele a mordiscar-lhe as patas e ela as orelhas e parece que estão a dar beijinhos profundos. É uma delícia. Duas bolas de pêlo branco, ela de patas pro ar, ele por cima dela de patas abertas. Ela rosna e ele também, e ai Jesus que aquilo parece um 69!
E continuam…
O povo é muito pouco observador. Sabem lá o que é o amor!

Coisas que me acontecem desde que vivo na Holanda

A mais frequente é deixar o telemóvel em casa ou abandonado na mala e só me lembrar dele passado 3 horas ou no dia seguinte.
Quem me conhecia antes de eu emigrar acha que o facto de eu não atender só pode querer dizer que eu devo estar entrevada ou com os dedinhos partidos.
Não conhecem esta minha realidade.
O mais incrível é que não acreditam em mim quando lhes digo que não tinha o telemóvel comigo.
Fazem aquela cara de “só podes estar possuída por algum demónio!”
(suspiro)