Os anónimos

Sou directa, curta e grossa: não aprecio anónimos.

Permiti que os comentários fossem abertos aos “anónimos” porque descobri que tinha vários amigos meus que liam o blogue e que não comentavam porque não gostavam de ter que assinar o nome próprio, pelos seus motivos, que eu respeito.
Mas pedi-lhes que assinassem com uns nicks e tal, e consigo saber normalmente quem são. Sei que tenho o Haggoninho, a Vera, um grande amigo de infância ou até outros que às vezes não se querem expor, colocam como anónimo e depois mandam-me um email a avisar que foram eles.
Isto porque, embora isto seja um blogue e como tal público, é ainda assim “a minha casa” e “o meu espaço”. E se na minha casa não entram pessoas com máscaras e não identificadas a mandar “bitaites” ou a opinar, no meu blogue também não.

Eu gosto de pessoas que assumem quem são, o que dizem e o que opinam.

Desprezo quem se esconde cobardemente atrás do anonimato mas dá a sua opinião, por vezes demasiado mordaz, e se fica a rir no conforto da sua poltrona, como se tivesse feito uma grande coisa.

Posto isto, não vou barrar os comentários aos anónimos, mas agradeço encarecidamente, para que tal não aconteça, que assinem o comentário com iniciais, ou um nick que me permita saber quem são. Até podem assinar como: primo do Manelinho!
Mas assinem. Porque senão geram confusões desagradáveis como a que aconteceu no post anterior (e que vou explicar num post posterior) e lá vou ter eu que me chatear e sacar da “censura do lápis vermelho” e impedir os “anónimos” de mandarem o seu bitaite.

Posto isto, e pensando eu que estamos todos entendidos, continuemos a emissão no post que se segue!

E esta ideia é brilhante

Escrito pela Maria Albertina:
 
“Pedem-nos para sermos empreendedores, inovadores e criativos. Eu faço já a minha parte e deixo aqui o meu contributo para tirar o país da crise. A solução passa pelo aumento da receita através de um aumento da carga fiscal. De cada vez que uma das coisas da lista abaixo acontecer, os sujeitos serão obrigados a pagar 1€ ao Estado português.
– Cavaco Silva disser “entendo que não me devo pronunciar”;
– Jorge Gabriel cortar a fala à Sónia Araújo;
– Um bracarense falar mal de Guimarães e vice-versa;
– Alguém postar uma citação ou uma imagem supostamente inspiracional no facebook;
– Uma pessoa disser “amanhã vou ao ginásio” e não for;
– Alguém usar a palavra fútil para descrever A Pipoca Mais Doce;
– Alguém insinuar que quem recebe o RSI passa as tardes no café a beber finos (isto é gente que ou não sabe qual é o valor máximo do RSI ou não sabe quanto custa um fino);
– Deixarem um comentário num blog a dizer “tiraste-me as palavras da boca” / “é mesmo isto que eu penso” -.-‘
– A frase “não tenho nada para vestir” for proferida no meio de um roupeiro a transbordar;
– Um adolescente com uma Canon / iPhone achar que tem talento para a fotografia;
– Deixarem um comentário completamente pointless no facebook do David Fonseca;
– A Ana Galvão tentar dar um sotaque british a uma palavra e a coisa der para o torto;
– Eu vier para o blog ao invés de ir estudar.”
 
Achei que era uma pena ficar aí escondido na blogo um post tão giro.

Eu sou um pouco de vós

Não sei bem quando é que comecei nesta coisa de “bloggar”, mas o Andorinha Des-norteada começou no dia 9 de Março de 2006.
Não costumo celebrar o aniversário do meu diário de viagem, mas hoje apercebo-me que já lá vão 6 anos. E durante estes anos todos nunca fiz questão de conhecer quem me lê, quem me escreve, mas as coisas foram-se sucedendo e quando emigrei conheci pessoalmente a Tuxa e a Luna e a Ceres e ainda a minha querida Undutchable. Através da Luna tive ainda o prazer de conhecer a Sinapse. Estas cinco meninas tornaram-se minhas amigas à primeira vista e ao longo dos últimos anos a amizade vai crescendo e mantendo-se, mesmo que à distância. Gosto muito delas, foram (e são) importantes para mim e apoiaram-me inúmeras vezes e já viajei com a Tuxa e com a Luna, e já passei dias em casa da Ceres e tanto ela como a Undutchable tomaram conta da minha Petzi. A Sinapse é um caso de amizade à primeira vista e gosto dela como gosto de pessoas que já vi resmas de vezes e só nos vimos ainda duas vezes. Com a sua volta a BXL espero poder encontrá-la mais vezes.
Há ainda a do nick esquisito que começou por pensar que eu lhe ia roubar um orgão (isto é uma private) e acabou por se tornar minha amiga, e apoiar-me sempre, mas sempre, mas seeeempre e incondicionalmente em alguns dos momentos mais difíceis que já vivi. É a minha “pitinha” de estimação, de quem gosto aos molhos, por querer mostrar o seu mau feitio em público e em cada email, cada conversa, acabar sempre por ser a melhor dos seres humanos, cheia de coração e carinho e sempre lá. Gosto de ti miúda.
Conheci também pessoalmente a Vera, a “madrinha” das “minhas crianças” que passou 3 semanas cá em casa a limpar mijinhas e a dar muito mimo aos meus bonecos. Não sei como lhe agradecer, um dia hei-de encontrar um jeito.
O amigo Zé do Futebol Clube de Portugal na Holanda foi um Senhor que me apareceu caído do céu aos trambolhões via blog e que acabou por me ajudar imenso ao ajudar-me a desenrascar desde moços que me puseram o chão, pintaram a casa, caixas de mudanças.
Tenho mais sorte que juízo, digo eu muitas vezes, mas o certo é que tive oportunidade de conhecer todas estas pessoas e foram sempre, mas sempre uma benção, uma alegria, uma surpresa.

Mas este post é também para quatro meninas e um menino que ainda não tive a oportunidade de conhecer pessoalmente mas com quem falo por email esporadicamente, às vezes uma vez por mês, outras vezes duas, outras vezes só de longe a longe e que gostava tanto, mas tanto de, não só as conhecer, como de lhes dar um abraço sentido pelo conforto, pelo carinho, pelo mimo, pela doçura, pela partilha, por tudo o que me fazem sentir. Waterfall, Patrícia, Izzie, margarida e Zôzô, vocês realmente não existem, parecem inventados, já que nunca vos conheci mas são mais reais que muito bom amigo que tenho.
Não desfazendo no “menino”, mas estas 4 ladies têm sido uma caixa de surpresas, uma fonte de ânimo, de entrega, de pura amizade que eu nunca esperei encontrar desta forma. Como é que é possível gostar tanto de vocês e nem sequer vos conhecer?!

É por estas pessoas que blogo, é por este carinho que continuo, é com a força delas que me inspiro, é com as histórias delas que rio, me enterneço, que choro, que tomo decisões e sigo em frente com um sorriso de orelha a orelha.

Mais aparecerão, com certeza, (Analu estás na calha), mas estas pessoas vindas sempre via blog, vão ser sempre especiais. Porque não é preciso tocar-vos, não é preciso tomar café convosco todos os dias, não é preciso telefonar-vos para que sejam especiais na minha vida.

A todos, o meu bem-hajam e o meu mais sincero obrigada.

Sofia, Petzi, Juicy e Bitoque

Como é trabalhar a partir de casa…

 It’s ALL so true.

1. The pile of papers on the kitchen table no longer bothers you.

2. You’re more concerned about staying up late to watch Homeland than getting up early.

3. You notice what time the sun goes down.

4. The laundry is full of gym clothes and sweats (and you haven’t been to the dry cleaner in months).

5. On some days, the only time you get out of the house is to walk to the end of the driveway to get the mail.

6. You routinely answer the home phone by hitting the speaker button.

7. The time of your yoga class is more important than anything else on your schedule.

8. You don’t mind actually answering the door when the UPS man rings the doorbell.

9. You take a shower at 3pm, or 4pm, or not at all.

10. The words “I need to put some real clothes on,” are said more often than you run the dishwasher.

Também gosto muito da Sílvia. E já agora, falo eu também.

E já agora, e esta é da minha completa autoria e capacidade de pensamento: 

Arrumadinho, és um palhaço!

O mal é de quem te insufla o ego, de quem pensa que tens uma vida doirada e perfeita e que no teu dia-a-dia reina a paz, a tranquilidade, a emoção em dose q.b. Quem acha que é tudo glamour e que vais passear até Nova York porque sim, e que dás anéis à tua mulher porque sim, e que tens o teu filho criado sem esforço. Tudo te cai no colo sem suar, não é? A mulher esquelética perfeita, o filho (doutrém que não era lá muito) perfeito, o trabalho perfeito, a viducha ideal. No fundo a culpa é de todas e todos aqueles que te lêem e que têm falta de personalidade motivo pelo qual anseiam por colar-se à pele de outrém. É triste, mas sempre assim foi. Há sempre malta com uma falta de auto-estima incrível e que imita os outros em tudo numa tentativa vã de se integrar, de se sentir estimada, nem que seja ao sentir que os seus pertences são estimados.
A falta de auto-estima é um problema do qual sofre muito boa gente e depois há gente como tu que se aproveita da mesma, porque tudo é válido para vender, para ganhar dinheiro, seja a publicidade no blog, seja a papalva que há-de ir ao teu workshop. Gente como tu que é medíocre, e má. Porque só alguém mau é que se acha no direito de ensinar a tótó a arranjar um marido com meia dúzia de patranhas que vais inventar 3 dias antes. Porque não fazes ideia do que sofre muito boa gente que realmente acredita nas palermices que tu dizes, e que acha que não é bonita o suficiente, não é magra o suficiente, não é doce o suficiente, não é boa o suficiente para o gajo que ela idolatra. E que vão gastar o que não podem pra te ouvir dizer bacoradas por segundo porque não são espertas o suficiente.
Aproveitares-te das pobres de espírito é de alguém sem carácter.

Gosto desta rapariga, oh se gosto. A Rititi sabe.

Pobre gosta de gorda. Já os homens sofisticados, esses gajinhos que não param de falar dos relojinhos e as sapatilhinhas e as calcinhas de marca, esses idiotas deslumbrados com as modas lisboas e os bares que são clubes no Cais do Sodré e restaurantes japoneses, esses sofisticados idiotas é que sabem de beleza. Para estes imbecis gaja boa é gaja magra e as mulheres querem-se biafrinhas, de ar enjoadinho, transparentes. Bestas. Porque eu achava que esta mania da infantilização da mulher, sempre representanda sem cu, nem braços, nem pernas era imposta pela paneleiragem que domina o mundo da moda, e até aí tudo bem, porque maricas não come gaja. Mas a ideia de gajos heterossexuais a baterem punhetas com a publicidade da Triumph horroriza-me. A ideia que um homem me ache obesa em comparação com uma carcaça com sutiã que não pesa mais de quarenta e cinco quilos é assustadora. E triste. E cada vez que leio ou ouço um gajo a chamar gorda a uma miúda normal só me apetece mandar-lhe para a puta que o pariu.

Tenho um cú de sorte que não caibo em mim

O DVD da Adele que eu disse que gostava de ter? A minha querida amiga Zana veio cá de visita e ofereceu-mo como prenda de anos. Estou aqui a trabucar ao som da moça e estou feliz como um cuco!
Quem é que tem os amigos e bloggers mais fixolas do seu mundo, quem é? Ah pois é!!

EU!!!
Muito obrigada!!!
Que alguém muito maior que eu vos devolva em triplicado todo o carinho que me dão. Bem-hajam!!

Porque é que as pessoas que lêem o meu blog são INFINITAMENTE MAIS LINDAS E FIXES E MARAVILHOSAS que as que lêem o teu?

Porque me mandam presentes fabulosos como estes, mesmo sem me conhecerem, só porque são UMAS QUERIDAS, UNS AMORES, UMAS GIRAS, UMAS FOFAS, UMAS LINDAS, UM ESPECTÁCULO DE PESSOAS A QUEM REPENICO DE BEIJOCAS À DISTÂNCIA MAS COM TOOOODO O CORAÇÃO!

VOCÊS SÃO AS MAIORES!!!

MUITO, MUITO, MUITO OBRIGADA!!! ADOREI!!

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