Qué tal?

Este fim de semana conheci um rapaz Espanhol que tem a sua própria empresa de Arte, é creativo. Mais não sei explicar, mas pro caso basta. Perguntei-lhe que tal lhe ia em Lisboa e por Lisboa. Ao que ele me respondeu: mal. Pero se mal-vive muy bien en Lisboa.

E eu, compreendi-o. Mesmo bien-viviendo muy bien en Lisboa.
É tudo uma questão de perspectiva.

De que tamanho é o teu trauma?

Grande, muito grande!

Hoje de manhã acordei às 7 e ainda a dormir fui à app do accuweather ver o tempo pra hoje, porque ia passear os cães e queria decidir se levava um casaco ou não.
Quando abro a dita cuja, vejo uma imagem que dizia: máxima 18 graus e mínima de 12. E a chover.
O meu coração encolheu três vezes, juro.
De repente sai-me um “f…-se”!
E depois reparo que diz Amesterdão e LEMBRO-ME ainda a acordar…ah não! Espera! Tu agora estás em Lisboa!! Muda a página ó idiota!
E ainda meio abalada e ao mesmo tempo radiante, arrasto-me da cama pra fora, visto um vestidinho e saio à rua com os estarolas e apercebo-me que passei dum estado de espírito “I hate this place” para um estado de espírito “I love my life”.
Que trauma pa, a sério. E ainda a malta diz que o clima é irrelevante e que gostam de inverno e não se importavam de viver na Holanda.
A sério malta, emigrem e mudem de País pra melhorar a vossa vida se é o que desejam, mas em momento algum negligenciem a importância do Verão e do céu azul que nos cobre neste País à beira mar plantado.

PAPAI – I love Porta dos Fundos

“Criança é tudo de bom! Como não amar aquela cara de joelho amassado, o nariz escorrendo, fralda cagada, o choro mais alto que um Boeing decolando, a perda de sua liberdade pelos próximos dezoito anos, o estresse ceifando cinco anos da sua vida e a perda gradual da sua sanidade? Mal posso esperar a hora de ter o meu! “