– Backpacking: nunca tinha andado de mochila às costas, ever. Estou viciada;
– Meter-me num metro com milhares de pessoas ao mesmo tempo. Tenho verdadeiro pânico de multidões e um medo horrível de ser espezinhada. Mas fui na mesma;
– Dormir numa guesthouse de backpackers;
– Viajar com Indianos cobertos até aos colarinhos enquanto eu derretia literalmente de calor;
– Andar de mota à pendura do lado esquerdo da estrada com loucos vindos de todas as direcções;
– Entrar em hotéis 5 estrelas à cara podre, sem estar alojada no mesmo, só pra ir beber um gin tónico de fim de tarde;
– Alojar-me num hotel com mais estrelas do que as que consigo contar onde o lema era: whatever, whenever e havia porcos com asas em todas as janelas;
– Negociar um aluguer dum carro sem contracto mas com “seguro incluído”;
– Conduzir do lado esquerdo da estrada;
– Conduzir uma carrinha sem embraiagem, com os travões em fanicos, completamente estraquinada, e sobreviver pra contar a história;
– Não ter sítio marcado pra dormir e arranjar quartos em qualquer lado, a qualquer hora, no dia, no acto, na hora;
– Não ter uma rota completamente pré-estabelecida e valer-me das dicas de outros viajantes e dos seus guias;
– Usar um guia de viagem;
– Negociar quartos, transportes ou actividades.
– Perder um passporte;
– Depender do dinheiro dos outros – nunca na vida perdi o meu visa ou tive que recorrer a dinheiro emprestado numa viagem;
– Fazer uma viagem com mais de 4 amigos sem qualquer stress. Éramos 14 e correu lindamente, muito acima do que esperava ou do que supunha ser possível.
– Andar, tocar ou sequer aproximar-me de um elefante;
– Comer em warungs;
– Conduzir na cratera de um vulcão;
– Ir a uma festa de transe psicadélico;
– Fazer snorkeling, muito menos em mar aberto;
– Encontrar as minhas Havaianas nos pés duma Japonesa.
Agora que já vos abri o apetite q.b., imaginem aquelas coisas todas que sempre disseram que não fariam e imaginem-se a fazê-las: foram de férias connosco.





comer com as mãos; comprar gasolina à garrafa de litro; ter simultaneamente o duche na rua e no quarto; beber café quase à colher; etc, etc…
Belas fotos Sofia: gosto especialmente daquela da senhora com vestido amarelo. E claro da tua com ar pensativo enquanto conduzes a 'bela máquina'que alugaste…
Beijinhos,
Vera
Já tinha comido com as mãos (mas não gosto), nunca tinha era comprado gasolina ao litro 😀 nem muito menos tomar duche à chuva! :))
Vera, eu não tinha que pensar mto que o GPS Tuxa é que dizia direita ou esquerda. No limite tinha de controlar se nao ligava o limpa-para brisas em vez dos piscas 😀
(pro tempo q levei a tirar a foto à senhora, podia ter ficado melhor, mas gostei do efeito final)
Eu ter-me-ia espetado logo nos primeiros segundos:P
Vera
Bem… a viagem de uma vida… Recordações que te vão durar uma vida inteira! :))
PS: quem é a senhora de amarelo? Bela túnica! 😉
A necessidade faz o engenho!
Zozô, acredita, é mesmo isso.
Os Balineses têm celebrações todos os dias (não sei qdo trabalham, mas deve ser nos intervalos)e este é o traje típico deles pras ditas cerimónias: sarong para fazer de saia e pra cima uma túnica colorida. Não sei o que as cores querem dizer 🙁 mas vi roxas, brancas, amarelas, ….
Fotos lindas de uma cultura muito diferente da nossa… Que inveja…
Diverte-te!
E pregar um susto do mundo à Maríita que ainda se está a rir com tamanha aventura ;)!
Ou seja, nunca tinhas realmente "viajado", pá! 😉
Que bela aventura miga e que bom que tudo correu pelo melhor 🙂
Dessa tua lista gigantesca, só conduzi à esquerda e recomendo, é só rir.
Bjsssss
Mariita, olha que qdo falei contigo a coisa estava sem graça nenhuma, só fiquei descansada qdo tu me orientaste à séria que eu sabia que tu não me deixavas lá ficar nem que a vaca tossisse!
Jibas: tenho que confessar que tens razão.
Zana, toda esta aventura foi só rir, menos qdo perdi o passaporte q nao teve graça nenhuma e mesmo assim ainda me desmanchei a rir dos nervos.