– Pessoas que se encostam a mim à espera que eu faça o trabalho delas;
– Pessoas que se encostam a mim à espera que eu lhes faça o que quer que seja. Detesto ter pessoas que dependem de mim;
– Pessoas que, como não gostam de conflitos directos, me enviam emails a dizer o diz-que-disse que não gostaram. Terei eu que aturar estas merdas?
– Pessoas que me manipularam e a quem eu neste momento partia as perninhas de bom grado.
– Pessoas sem carácter.
– A falta de flexibilidade de tanta gente que conheço, profissionalmente e pessoalmente;
– O facto de praticamente nenhum dos meus colegas Holandeses saber gerir stress e andarem todos uma pilha com algo que é perfeitamente normal se tivessem metade da capacidade de desenrasque de qualquer Português. Ah, but then again, a palavra desenrascar não existe noutras línguas. Está explicado.
E não é porque seja segunda-feira, não está mau tempo lá fora (está até um dia lindíssimo de sol), e também não estou com TPM.
É que há coisas que realmente me incomodam profundamente e escrevê-las ajuda-me a lidar com elas. Pelo menos deixam de andar aos trambolhões dentro dos meus pensamentos.


Gente dessa há em todo o lado :). E eu cá não sei lidar com essa gente de forma diplomatica. Acabo sempre por me passar dos carretos.
Não vou comentar a gestão do stress dos Holandeses porque não conheço assim tantos, mas digo-te que às vezes me irrita ainda mais aquelas pessoas que de tão calmas e sem stree que são não cumprem um único prazo, não fazem o seu próprio trabalho (alguém o há-de fazer) e são umas incompetentes!!!
(sim, conheço muito disso)
Beijos
Pois, o problema é q eu de diplomatica tb nao tenho nada…
Enfim, isto há-de melhorar!
beijos!