Rir é o melhor remédio VII

Na fila do ônibus estavam uma senhora e todos seus 10 filhos.  
 
Junto deles estava um senhor de meia idade, com uma das pernas de pau.  
 
O ônibus chegou, a criançada entrou primeiro e ocupou todos os bancos vazios.  
 
O senhor e a senhora entraram e ficaram de pé.  
 
Na arrancada do ônibus o senhor da perna de pau, com visível  
 
dificuldade, desequilibrou-se para trás, e o barulho foi  
 
inconfundível:  
 
TOC… TOC… TOC… TOC…  
 
Quando o ônibus freou, a mesma coisa aconteceu, agora para frente:  
 
TOC… TOC… TOC… TOC…  
 
Na arrancada, novamente:   
 
TOC… TOC… TOC… TOC…  
 
E assim foi, por várias vezes.  
 
Num determinado momento, já incomodada com o barulho e, ao mesmo   tempo, tentando ser gentil, a mãe das 10 crianças disse ao perneta: 
 
– Perdão, mas eu gostaria de fazer uma sugestão ao senhor… Por que o  senhor não coloca uma borrachinha na ponta do pau? Com certeza vai  diminuir o barulho e incomodar menos a todos. 
 
Imediatamente, o perneta respondeu:  
 
– Agradeço a sugestão, mas se a senhora também tivesse colocado uma   borrachinha na ponta do pau, há alguns anos atrás, estaríamos todos   sentados, numa boa!!

O cartão de visita

Como é que se explica a alguém que sendo Portuguesa, não sou fã do Cristiano Ronaldo, e que acho o fulano um parolo over-paid?
Melhor dito: como é que se diz isto tudo em inglês sem desprezar ser Portuguesa?
Durante toda a viagem encontrei 4 Portugueses: um casal em Veneza que assistia aos chinocas a fotografar a Petzi, e dois amigos que viajavam numa autocaravana e que tinham um cão enorme que se meteu com a minha cadela, já em Ljubjana. Não ouvi mais vez nenhuma Português de Portugal. Sim, porque Português do Brasil ouvi aos montes.
Voltando à história inicial: sempre que me perguntavam a nacionalidade e eu dizia “Portuguesa” era disparado que nem um tiro um: “Oh, Cristiano Ronaldo!” pelo interlocutor.
Ora eu não sou prima do gajo, não sou família, gosto de futebol, mas não gosto de arrogantes e muito menos gosto de gente que não sabe perder nem a feijões. Faço uma enorme excepção para o Mourinho porque o admiro como gestor de pessoas e como tal suporto os defeitos. Mas gosto, não idolatro!
Agora, gostar que associem Portugal a um tipo que é feio, que é bimbo independentemente da roupa que use, só porque joga à bola e ganha milhões? 
Esclareçamos que acho um grande insulto à pobreza e ao comum dos mortais o montante de dinheiro que um tipo acerebrado ganha por saber trocar os pés e meter golos numa baliza. Mais ainda quando o desbarata como faz o Cristiano Ronaldo.
Posto isto, como explicar a um Croata ou um Bósnio que não gosto do tipo sem ele achar que eu não gosto de ser Portuguesa?
Portugal não pode estar limitado a ser conhecido por um fulano que troca os pés minha gente! Muito menos por um parolo arrogante. E fiquei triste.
Fiquei triste porque as pessoas de Portugal só sabiam que havia o Ronaldo e mal e porcamente lá entendiam que não era uma província de Espanha.
Fiquei triste por não ouvir mais Portugueses pelas ruas desse mundo.

É uma pena.

Rir é o melhor remédio VI

DIÁRIO DE UM HOMEM MADURO NO GINÁSIO
 
ACABEI DE COMPLETAR 50 ANOS.
A minha mulher ofereceu-me um voucher de uma semana num dos melhores ginásios.
Estou em excelente forma mas achei boa idéia diminuir a minha “barriguinha”.
Fiz a marcação dessa semana no ginásio.
A personal trainer que me vai seguir chama-se Catarina, tem 26 anos, é monitora de aeróbica e modelo.
Recomendaram-me que escrevesse um diário para documentar o meu progresso, que transcrevo a seguir.
SEGUNDA-FEIRA
Com muita dificuldade levantei-me às 6 da manhã. O esforço valeu a pena.
A monitora parece uma deusa grega: loira, olhos azuis, grande sorriso, lábios carnudos e corpo escultural.
Primeiro mostrou-me todos os aparelhos de ginástica.
Comecei pela bicicleta. Ao fim de 5 minutos mediu as minhas pulsações e ficou alarmada porque estavam muito aceleradas.
Mas não era da bicicleta: era por causa dela, por estar vestida com uma malha de lycra justíssima que lhe moldava as formas todas.
Gostei do exercício. Ela consegue dar-me imensa motivação.
Começo a sentir uma dor constante na barriga de tanto a encolher.
TERÇA-FEIRA
Tomei o pequeno almoço e fui para o ginásio.
A monitora estava melhor que nunca.
Comecei por levantar uma barra de metal. Depois ela atreveu-se a pôr pesos !!!
Tinha as pernas fracas mas consegui completar UM QUILÓMETRO na passadeira.
O sorriso arrebatador que a monitora me deu no fim da manhã convenceu-me de que todo este exercício vale a pena…
É uma vida nova para mim.
QUARTA-FEIRA
A única forma de conseguir escovar os dentes foi segurar na escova com os cotovelos apoiados no lavatório e mexer a cabeça de um lado para o outro.
Conduzir também não foi fácil: estender os braços para meter as mudanças foi um esforço digno de Hércules.
Dói-me o peito. As plantas dos pés doem de cada vez que carrego nos pedais.
Fisicamente diminuído, estacionei o carro no lugar reservado para deficientes, até porque só consigo andar a coxear.
A monitora estava com a voz um pouco aguda. Quando grita incomoda-me muito.
Quando me pôs um arnês para fazer escalada todo o corpo me doeu.
Para que é que alguém inventa um aparelho para fazer escalada quando isso ficou obsoleto desde a invenção dos elevadores ?
A monitora disse-me que este exercício me ia ajudar a ficar em forma, ou a gozar a vida…
QUINTA-FEIRA
A monitora estava à minha espera com os seus dentes de vampiro horríveis.
Cheguei meia-hora atrasado: foi o tempo que demorei para conseguir calçar os sapatos.
A desgraçada pôs-me a trabalhar com os pesos.
Quando se distraíu, fui-me refugiar na casa de banho.
A gaja mandou um outro monitor ir buscar-me.
Como castigo pôs-me na máquina de remar… Estou todo rebentado.
SEXTA-FEIRA
Odeio essa desgraçada. Estúpida, magra, anémica, chata e feminista sem cérebro !!!
Se houvesse uma parte do meu corpo que eu pudesse mexer sem sentir uma dor excruciante, partia ao meio essa sacana.
Quis que eu trabalhasse os meus trícipetes…
EU NEM SABIA O QUE ERA ESSA COISA DOS TRÍCIPETES !!!
E se não bastasse colocar-me pesos nos braços, pôs-me aquelas tretas das barras…
Desmaiei na bicicleta. Acordei numa maca.
Uma nutricionista, uma idiota com cara de estúpida, deu-me uma seca sobre alimentação saudável.
SÁBADO
A filha da mãe deixou-me uma mensagem no telemóvel com a sua vozinha de lésbica assumida a perguntar por que é que eu não apareci.
Só de ouvir aquela vozinha fiquei com ganas de partir o telemóvel, mas não tive forças para o levantar.
Carregar nas teclas do comando da televisão para fazer zapping está a ser um esforço tremendo…
DOMINGO
Não me consigo levantar.
Pedi a um amigo meu para agradecer a Deus por mim na missa por ter sobrevivido a esta semana que felizmente já acabou.
Rezei para que no ano que vem a desgraçada da minha mulher me dê qualquer coisa um pouco mais divertida, como um tratamento dentário, um cateterismo ou até mesmo um exame à próstata.

De Geneve a Interlaken

Só vi Geneve do carro porque cheguei tarde à cidade e estava, obviamente exausta.
O Hotel onde ficamos ficava a 9 kms do centro de Geneve, ou seja, em França. Cool, ah?
Estava cheio de ursinhos e era muito girly e amoroso, roçando até o piroso, mas recomendo-o vivamente se quiserem visitar a cidade porque em Geneve mesmo não se encontra nada por menos de 110 euros o quarto. Este custou 70 euros (se não estou em erro) e apesar de homem que é homem ser capaz de vomitar à entrada só pela decoração, eu curti à brava.

Hotel perto de Geneve

Hotel perto de Geneve

Hotel perto de Geneve

Hotel perto de Geneve

Acordei tarde e calmamente fui-me dirigindo pra estrada nacional que liga Geneve a Interlaken.
Foi aí que me apaixonei.
Este Pais é um postal, é estupidamente bonito.
Agradeço do fundo do coração as dicas que me deram pra viagem e que me trouxeram até aqui. É impossível não se gostar da Suíça depois disto.
Almocei no topo duma montanha pequena, na relva e em silêncio. Um dia ainda venho pra cá viver.

(estas fotos são da viagem entre Geneve e Interlaken, inclusive)

Algures em Geneve

Algures em Geneve
Algures em Geneve
Tuga que é Tuga, tem que ter o cachecol do FCP ou do Benfica, o da Selecção, e não vá o diabo tecê-las, espetar com as Quinas no vidro detrás, nunca se sabe se a matrícula Suiça não confunde o pessoal, é melhor deixar tudo preto no branco!

A caminho de Interlaken
A caminho de Interlaken

A caminho de Interlaken – a Petzi estava a curtir a paisagem, sai à dona!

A caminho de Interlaken
A caminho de Interlaken

A caminho de Interlaken


Ele há coisa melhor na vida que laurear a pevide?

Estilo Suiço

Um dia vou ter bué da guito e vou poder comprar jóias destas! Ou então tiro fotos, também é bem.

Precisão Suiça

Têm sorte eu não gostar de chocolate…

Berna

Berna é bonita. Não sei porque motivo, mas senti-me dentro dum filme da segunda guerra mundial, mais do que quando fui a Berlim. Quiçá porque o dia estava cinzento e nós estávamos muito cansadas. Não posso dizer que tenha visto muito de Berna, até porque chovia tímida e aborrecidamente embora a cidade convidasse a mais. 
Berna
Berna

Berna

Berna – o verdadeiro cu de chumbo!


Berna – pronto, assim de lado fica bem!


Vi o jardim com vista pros ursos, o relógio e a rua toda do dito (não me peçam nomes que eu mal sei o meu) e gostei muito. 
Berna
Petzi vai a Berna
Berna
Berna – isto será como a malha?
As lojas “embutidas” nas caves cheias de roupa inovadora e diferente deixaram-me KO e ainda bem que não vi os preços senão aí é que tombava.
Berna
Berna
Voltarei um dia com mais tempo e com um bom livro de mistério que me ajude a entender o Suíço que desenhou uma das zonas mais bonitas, Senhor esse que dizem as mas línguas ser amigo dos nazis, muito embora os Suíços jurem a pés juntos que nem pensar. Deve ser um bom livro.
No caminho de Berna para Geneve havia pomares atrás de pomares e o céu estava soberbo.

De Strasburgo à Suiça

Les Ardennes

Les Ardennes – Luxemburgo
Saímos do Luxemburgo cedinho em direcção a Strasburgo. Passamos nas Ardennes de que tanto gosto. Foi só o início da melhor viagem que já fiz. Quando fechava os olhos todas as noites via as paisagens a passar diante dos meus olhos. Quem me dera que fosse assim todos os dias.
Strasburgo é mesmo bonita, está tudo maravilhosamente decorado e cheira a chocolate pelas esquinas. 
Strasburgo
Strasburgo


Strasburgo


Strasburgo

Strasburgo


Tudo roda à volta do Natal e das tradições Alsacianas. Não sei se foi das explicações da Prima Vicenta, mas acho que tudo tem a ver com comida. O prazer de comer e cozinhar é de família, logo não é de estranhar que a minha visita tenha sido toda ela “carburada” a comida Alsaciana.
Tenho que me encher de coragem para ir enregelar até lá nos mercados de Natal, deve ser qualquer coisa do outro mundo. E comer o Kugelhopf de Natal!
A Catedral está ao nível dum Mosteiro da Batalha. Adoro Catedrais e esta não ficou nada atrás da de Colónia.
Strasburgo
Strasburgo
Comemos e bebemos de forma opípara no Au Renard Prêchant e Strasburgo conquistou-me pelo estômago. 
Strasburgo
Strasburgo
Strasburgo
Strasburgo
É uma cidade burguesa, rica, cara, mas em que viveria facilmente. Não me importava nadinha.
Strasburgo
No dia seguinte de manhã passamos uma hora a procura das chaves do carro, vi a minha vidinha a andar pra trás que é como quem diz, a minha roadtrip a ir c’os porcos. Felizmente a taralhoquice nao é de familia e a Vicenta deu com as chaves do chiante que eu mesma tinha posto num sitio inimaginável.
Também me contou que vai uma semana de férias sozinha todos os anos e eu acho sinceramente que é bem jogado. Não desfazendo na boa companhia que tenho sempre nas viagens, acho que vou experimentar pro ano. Até porque pelos vistos mulheres independentes e despachadas saem uma vez por geração, a Vicenta na dela e eu na minha.
No caminho pra Geneve fizemos dois desvios, o primeiro pra Eguischeim que é uma casa de bonecas a escala de uma vila. Soberbo. O vinho é todo produzido localmente e até a comida mais simples estava de chorar por mais. Mais uma vez a decoração “deu cabo de mim”. Os detalhes são de um bom gosto arrasador. Pura e simplesmente adorei.
Eguisheim

Eguisheim

Eguisheim

Eguisheim


Eguisheim

Eguisheim

Eguisheim

Eguisheim

Eguisheim

Eguisheim
Seguimos viagem e como a pancada é forte decidimos fazer o segundo desvio e dar um salto a Berna antes de chegarmos a Geneve.
Quarenta francos suíços ou quarenta euros é quanto vale o passe anual pras auto-estradas e os estrangeiros pagam e nao bufam mas vale bem a pena. A Suíça é tão bonita que até a auto-estrada é linda.

E quando vejo que tem mais que um objecto da Hello Kitty até tremo

Eu não tenho filhos mas às vezes perco todo o instinto maternal que me sobra, basta-me uma viagem de avião. Eu sei que é muito mais fácil controlar um cão que uma criança, mas se eu eduquei um cão a saber estar dentro dum espaço confinado, os Paizinhos de muito boa criancinha poderiam fazer o mesmo.
Alias, num avião, num aeroporto, numa repartição de finanças, na loja do cidadão, na praia, em qualquer espaço publico onde estejam presentes. Não falo das birras de sono, nem dos bebés com fome ou cólicas, que nessas alturas tenho pena é dos Pais. Há mínimos como não deixar que façam corridas (há muito espaço na praia, não e preciso correrem ao lado da minha toalha e encherem-me de areia), tirarem o som a porcaria da maquineta de jogos, pedir aos miúdos para falarem baixo, acima de tudo respeitarem o espaço dos outros que não são obrigados a levar com os filhos que eles decidiram trazer ao mundo.
Acordei as 4 da manha, há dois dias que durmo 5 horas e numa das salas de espera da Portela dois casais deixam os miúdos entreterem-se em mini-maratonas na rampa de pessoas inválidas enquanto um deles contava o numero de voltas em alto e bom som e a nova amiguinha e a irmã saltavam e aterravam na “meta” que era o fim da rampa oca: pum! pum! pum! 
Esta cena durou uns bons 20 minutos ate que me passei e olhei pras criancinhas com cara de poucos amigos. Como ignoraram o meu olhar propositadamente, levantei-me e fui mandá-los parar. Como aparentemente nao queriam aceitar um pedido que nao compreendiam (muito embora lhes tivesse explicado que ali nao era sitio de corridas e que eu tinha 5 horas de sono em cima coisa que me deixava cansada) passei-me definitivamente e parei a miuda que insistia na corrida com uma mão erguida e um “stop” seco e audivel. Finalmente veio de lá o Pai duma delas e disse-lhes que se fossem sentar, olhando-me a mim com cara de poucos amigos.
Nem sequer pediu desculpas e ainda ficou lixado por eu ter chamado a atenção. 
Os outros Pais nem se mexeram. 
Mas que grandes atrasados mentais! 
Quer dizer, eu tenho uma cadela que nao tuge nem muge e nao incomoda, e ainda paga bilhete, e tu nao tens mão nos teus filhos?!
Afinal, fui eu que os pari? Se não, porque raio tenho eu que levar com eles?? 
Ah e tal, e’ dificil. Uma pinóia. 
Educação minha gente, educação. Primeiro vossa e depois deles.
Se não os conseguem controlar, deixem os “animais” em casa.

Gira, pah!

Em Braga é  fácil ser-se bonita e sentirrmo-nos charmosas. As montras transbordam de sapatos e roupa gira (que me serve!!) as ruas estão cheias de miúdas arranjadas que nos dão ideias do que vestir e rapidamente sou influenciada a voltar aos meus tempos de beta Bracarense. E que bom trabalho que eu faço! É’ ver-me de cabelinho arranjado, unhaca pintada, brincos a condizer com o colar, maquilhada, e montada em tacões novos a passar o multibanco em tudo o que é loja gira! E como o clima ajuda, e não pareço um édredon ambulante com penas, fico cheia de vontade de também eu andar na estica. E distraidamente deixo ficar na terra natal uma pequena pipa de massa. Mas sinto-me novamente uma mulher bonita e de repente dão-me 27 anos. Adoro! E sinto-me capaz de derrubar qualquer homem com um simples piscar de olho e a sentir-me a dona do (meu) mundo!
Tenho que agarrar as mãozinhas com muita forca pra não me esticar pensando sempre no peso da mala e no facto de não poder praticamente usar sandálias e vestidinhos em Amesterdão. Mesmo assim, em apenas dia e meio comprei um eyeliner e dois pares de brincos. E fiquei com os olhos presos numas botas da Melissa giras pah! Ai a minha vida…
Acho que este e’ dos posts mais fúteis que ja escrevi mas a verdade é que eu sou de Braga e sentir-me bonita é algo que… pura e simplesmente… me assiste!

Lá se foram os três!

Cheguei na terca a noite a Braga. Ainda não tinha pousado o casaco e já a Petzi gania. Corri pra ver se a boneca se tinha magoado e vejo os dois cães presos. A minha princesa tinha perdido os três!!
Dez minutos foi quanto tempo o Kruk precisou pra lhe saltar em cima. Cá pra mim o bicho pensou “deixa-me mas é despachar antes que ela volte a bazar!” ou então eram as saudades que eram tantas que foi um despacho!
O certo e’ que agora vou ter que esperar um mesinho pra ver se a coisa resulta em cachorrinhos fofos. I can’t wait!

Relatos da “Viagem”

A minha viagem foi longa e começou em Portugal no dia 30 de Setembro onde fui para assistir ao casamento de dois muito queridos amigos.
Prometi a mim mesma fazer um diário de viagem pela primeira vez na minha (ainda curta) vida.
E consegui.
Estou tão orgulhosa de mim mesma que vou publicar todos os textos que fui escrevendo (quase que) diariamente. Assim o meu diário fica online.
Já que não escrevo um diario a sério em papel, escrevo no mundo virtual e assim também podem acompanhar as peripécias de mais de 3 semanas muitíssimo bem passadas e em que realizei um dos meus maiores sonhos: fazer a rota do Adriático de carro.
De Braga até à Bósnia, cá vai disto!