O abracinho no final mata-me.
Charming. Tou a pensar usar um destes quando for curtir pro Grote Markt
E este da toalhinha? Eu continuo a preferir a cadeira, mas este é tão mau…
Os piores comerciais pela Times
A Ellen Degeneres conseguiu que eu chorasse a rir, isto é realmente bom!
Ah, se houvesse mais destas…
Coimbra seria um sítio cheio de malta muito mais feliz, e Lisboa também, e o Porto , e o Minho, e as Beiras, e todas as outras Universidades por esse Portugal afora.
Estas pessoas que acham que as notas são pra levar pra casa, qual troféu, e cujo prazer em diminuir os outros pra se elevar a eles mesmos é a última coca-cola do deserto, deviam ser todas, mas todas todas todas: afastadas.
Cara Dra. Elvira Gaspar, de si não tenho pena nenhuma. O seu método de avaliação é distorcido, prepotente e arrogante e não acrescenta em nada à sua (in) capacidade de ENSINAR alunos. Foi pra isso que lhe pagaram. Fosse eu que mandasse e obrigava-a a devolver o dinheirinho todo à Universidade e fazia-o distribuir por todos aqueles alunos que perderam o direito à Bolsa com que se sustentavam devido ao seu “critério de avaliação”.
No ionline.
Há aquelas pessoas irritantes, que acham que tudo é lindo, tudo é maravilhoso, que tudo é fantástico, como dizia a Luna aqui há uns tempos (com muita graça e eu que não me consigo lembrar da expressão que ela usou, cum penico!), que tudo é possível e que só há optimistas neste mundo, e que as nuvens não existem nos céus e mimimimimi.
Depois existo eu.
(andei a ler os posts pra trás e acho que ando irritantemente feliz. Maçada pra uns, porreiro pra mim!)
É mais ou menos isto
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| Retirado daqui |
E quem tiver de acordo que levante o braço se faz favor!
O plano é que não há plano (by Tuxa)
Sempre que fiz planos o universo não me fez “ni puto caso”, só aconteceu o que ele queria, e eu até acabei por chegar onde pensava, quase que “by chance“.
O certo é que o “plano normal” de muita gente, não é o meu. Regra geral a malta pensa que há que estudar, começar uma carreira, entretanto encontrar uma cara-metade, depois compra-se um carrito e dali a casar e comprar uma casa é um passo. Depois claro, tem-se o primeiro filho. E se a vida corre bem financeiramente, vem o segundo. E depois…
Depois nada.
Depois há tédio. Há trabalho, há casa, escola, corre-corre, faz jantar, põe a mesa, tira a mesa, ajuda nos deveres, festinha do fulaninho e do beltraninho, uma viagenzita aqui e acoli, dá-se um passeio por Portugal, ou aluga-se uma casa no Algarve por uma temporada e é assim.
É a vida! O que interessa é ter saúdinha!
Pois, este não é, nem nunca foi o meu plano. Só de pensar nele morro de tédio. Os meus amigos fizeram as opções deles, e respeitam as minhas, mas são poucos os que me entendem.
Não me levem a mal, mas se eu olhasse em frente e fosse este o meu horizonte, eu cortava já aqui os pulsinhos. Ainda bem que não gostamos todos do amarelo, certo?
Eu não gosto de rotina, odeio saber o que me vai acontecer amanhã, se tiver 2 dias iguais já fico louca. Cada dia tem que ter um sabor diferente. És muito impulsiva, dizem-me uns.
És muito emotiva, dizem-me outros. Não gostavas de “assentar” perguntam?
Ai que nervos!!! Detesto esta palavra: assentar.
Dá-me comichão, urticáriam, o estômago dá-me 3 voltas e o sorriso desaparece. Lembro-me sempre da minha Mãe atrás de mim quando eu era miúda e dizia: Assenta-me essa cabeça no chão, rapariga!
O equivalente a dizer deixa de sonhar, não penses que tudo te vai sair como queres. Não faz por mal, sempre quis foi que não batêssemos com a cabeça nas paredes, mas eu como sou de gancho e do contra, penso positivo, penso que alcanço e que tudo me sai como eu quero.
E sai mesmo! Sempre que eu sei o que quero. Ora se o plano é que não há plano, nem sempre sei o que quero. Mas uma coisa é certa: sou óptima a tomar decisões rápidas.
E é assim que lá chego. Sempre.

