Hoje fazemos três aninhos!!

Há 3 anos atrás a Petzi pariu duas criaturas que nasceram nas minhas mãos e das quais não fui capaz de me separar, fazendo de mim hoje “a lady do mop”, “a maluca que tem três cães”, “a amiga dos cãezinhos”, “a dona da Petzi”, “a dona do Bitoque” e “a dona da Juicy”, “a gaja que tem metade dos móveis destruídos”, e por fim, a Sofia, orgulhosa dona de 3 criaturas muito meigas, traquinas, e fofas quais ursos de peluche com vida, que chegaram, roubaram o meu coração e trancaram-no algures e deitaram a chave fora. Posso ser a louca dos 3 cães, mas sou 3 vezes mais feliz que muito boa gente, e não trocava estas minhas coisas boas por nada neste mundo. Parabéns aos meus bonequinhos, que hoje vão malhar um ganda bife ao almoço!!!

Gostas mais do teu marido ou dos teus filhos?

Este texto é um MUST READ.

(…) To understand the frightening power of the parenthood religion, one need look no further than the 2005 essay in The New York Times by Ayelet Waldman, where the author explained that she loved her husband more than her four children. On “Oprah Where Are They Now,” the author recently reaffirmed the sentiments reflected in her New York Times article, and she added that her outlook has had a positive impact on her children by giving them a sense of security in their parents’ relationship. Following the publication of her essay, Waldman was not only shouted down by America for being a bad mother; strangers threatened her physically and told her that they would report her to child protective services. This is not how a civil society conducts open-minded discourse. This is how a religion persecutes a heretic. (…)

Full text aqui http://qz.com/273255/how-american-parenting-is-killing-the-american-marriage/

I’m a lucky bitch. Mesmo. Não se seguem fotos de praia e bikini, juro.

Então não é que descobri que há um autocarro da minha empresa que vai do Oriente até à PORTA da minha casa 8 vezes por dia? 4 de ida e 4 de volta?
And wait for it……. GRÁTIS!!!!

Em 20 minutos estou em casa. Ou no sentido contrário, no emprego.

Estou histérica, possuída, como é que é possível eu ter TANTA sorte?

A sério, espectacular meu, nem consigo acreditar. What are the fucking odds de eu ter alugado uma casa com uma paragem do autocarro da empresa à porta? Hã? Hã? Zero! No meu caso, 100%!!!

Tipo, wow!!

(pronto, agora já posso escrever normalmente sem falas duma pita histérica de 15 anos)

Isto significa que agora não há mesmo desculpa pra não ir ao escritório, e lá vou eu, tralala contentinha, duas vezes por semana, ver pessoas. Estava a fritar um bocadinho por estar sempre em casa, confesso. Eu gosto muito, mas estive 3 semanas seguidas e apanhei uma cansa. Assim passo lá 2 ou 3 dias por semana, e o resto em casa.
E de futuro posso também sonhar com este transporte.
É que até dá pra vir a casa almoçar e passear os cães, não estão a perceber, é mesmo…….

wow.

wow.

wow.

Uma hora de RELAXING DOG MUSIC! Music for dogs; stop barking, crying, melhora separation anxiety e tudo, melhor só a banha da cobra ;)

Música pra relaxar cães. Piano, sons relaxantes, melhor que os panpipes que põem nas massagens!

Vejam lá se funciona e digam-me.

Eu estou a experimentar com os meus, mas eles já dormem o dia todo, não sei se realmente funciona ou não 🙂

Mas a partir de agora quando sair de casa vou-lhes deixar esta musiquinha em loop, oh se vou!

PS: com o mar de fundo, acho que até eu adormeço, isto é realmente bom, oiçam!

18 de Outubro

E eu esticada na areia na praia de bikini e  toalha.

Algo que não me sucedia há muitos e bons anos.

Tenho andado a, finalmente, combinar com os amigos um jantar que permita por alguma da conversa em dia.
Surpreendo-me sempre com o facto de me parecer que estamos todos na mesma. Os anos passam, entramos nos entas, e contrariamente ao que era visível na geração dos meus Pais, temos um aspecto extremamente jovem.
Somos, obviamente, muito mais saudáveis do que eles eram: comemos melhor, fazemos mais desporto, vamos mais ao médico preventivamente do que reactivamente, viajamos mais, temos menos preocupações, digo eu.
Aspecto à parte, perdi a conta já de quantos amigos meus removeram carcinomas e fizeram radioterapias e quimioterapias antes dos 40. Felizmente ainda consigo contabilizar quantos se divorciaram, mas não sei durante quanto tempo vai ser assim. A grande maioria ainda tem Pai e Mãe, coisa que não acontecia na geração anterior. Tanta coisa que evoluiu e tanta coisa que permanece idêntica, chora-se pelos mesmos motivos, ri-se pelos mesmos motivos, muda-se de vida por motivos diferentes, de País, de cidade. 
Mas o Tuga, arreigado à necessidade de ser o eterno sofredor, o eterno coitadinho e perene fadista, insiste em contar a história de como a vida lhe corre mal e como é obrigado a mudar, quando o que deveras lhe sucede é que a vida lhe acontece tão facilmente comparada com a dos seus Pais, que se aborrece. Vive mais, mas não sabe viver. Que tristes.
Eu não hei-de morrer sem saber viver tudo o que puder. Por isso dia 18 de Outubro vim pra praia.