Ser uma IBMer é muito mais do que ser da IBM

As pessoas que trabalham na IBM são um case study por se proclamarem IBMers , em vez de IBM.

Este termo IBMers é alvo de vários case studies que tentam compreender como é que a IBM faz com que os empregados se auto-intitulem a própria empresa. É resultado dos core values da empresa, e do orgulho que se espelha no vídeo do Centenário da IBM.

E que só é possível porque os empregados estão orgulhosos de fazerem parte da empresa que mais patentes detém, contribuindo continuamente para a evolução de tecnologia que está por detrás de descobertas relacionados com o genoma humano, relacionada com investigações arqueológicas e históricas, relacionada com a descoberta de vacinas contra doenças e embrenhada na luta contra o cancro, que melhora os sistemas de reservas de aviões, que criou O computador, e que continuou a inovar com o Watson. E o que é o Watson?

Hoje de manhã recebi um email com a nova publicidade da IBM sobre o Watson que foi feita para a noite dos Óscars. E chorei a rir.

E são esses vídeos que hoje partilho convosco porque são tão bem feitos, que é impossível não perceber.

O primeiro é uma sessão de terapia de grupo para robots, e os pormenores são deliciosos, como os olhinhos do computador em cruz, e o que pretendia acabar com o mundo dizer que não é capaz de se relacionar com humanos. Vejam, e riam comigo, e entendam porque é que me auto-intitulo uma IBMer!

Os outros são entrevistas individuais aos robots antigos, e estão tão giros! Qual WALL-E, qual carapuça!

O tímido:

O ultrapassado espanador de pó:

O sinistro:

O jeitoso da moda:

O Moper:

O transformer:

O velhinho:

 

E embora um dia vá, eventualmente, deixar de trabalhar para esta empresa, tal como os meus colegas que já saíram, vou continuar a intitular-me IBMer: ex-IBMer.

Say no to guns. Diz não às armas.

Conheço Americanos que têm armas em casa. Eles dizem que é pra poder atirar em ursos ou intrusos mal intencionados. Pra meu espanto, há regras definidas para poder parar o carro em frente a uma casa fora da cidade: deixar as luzes do carro acesas, e sair do carro, deixando a porta do mesmo aberta, e com as mãos ao alto. O melhor é mesmo ligar antes.
(pânico)

Conheço quem ache que tem todo o direito a possuir uma arma, embora as leis Europeias não lho permitam, e que ache que todos deveríamos ter o direito de escolher este meio como forma de protecção pessoal.
(medo)

Sou da opinião mais veemente que uma arma não deve estar senão nas mãos mais restritas e oficialmente responsáveis e responsabilizáveis pela sua utilização. Sou contra o uso de armas, a posse de armas, e não advenho nada de positivo da posse de uma. Não consigo compreender a lógica de quem acha que sim. E nunca consegui fazer ninguém mudar de ideias.

Finalmente, nos EUA, fizeram uma publicidade brilhante, que aqui partilho, e que considero que deve ser de visualização obrigatória. Abriram uma loja em Nova York, e filmaram a reacção das pessoas quando lhes era contada a história de cada pistola, cada caçadeira, cada arma.

“Every gun has a story” é o lema. E seria de agradecer que conseguissem mudar as ideias de muito mais gente. Por isso partilho convosco, para que partilhem com quem desejam que mude de ideias também.

Gostavas de começar a tua noite assim?

Há um ano vi este anúncio num blog e nunca mais me esqueci. O impacto foi fortíssimo e sempre que começo a exager no que bebo penso neste spot e paro mais que a tempo. É certo que os Ingleses exageram, mas já vi muito boa gente neste estado nas queimas das fitas e em saídas à noite no Bairro Alto.

Pessoal, beber até cair não é cool. Tenham noção. Tenham juízo. E isto é aplicável tanto às mulheres como aos homens. Vêm aí as festas, os múltiplos jantares de Natal, procurem não fazer figurinhas tristes.
Já agora, conduzir bêbado também não é cool e mata muito boa gente. E não mata nunca os remorsos de termos matado alguém por termos sido inconscientes. 

Ah e tal, como é que se pode parecer gira suada que nem uma parva? Com a Susana Gateira na Holanda

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