Do que mais gostei e recomendo em Nova York # 5

CAFÉ MOGADOR

Lindo por dentro e por fora. Um charme de sítio ou um sítio que é um charme, escolham, qualquer uma das afirmações é válida.
Perfeito pra brunch, com uma comida maravilhosa (ainda hei-de descobrir que especiarias é que aquelas batatas tinham!) e onde provei Humus pela primeira vez 🙂
Foi lá que filmaram cenas do Whatever works do Woody Allen.
Como podem ver no filme, o bairro é todo ele especial, catita, cheio de vida 24×24, artistas, gente curiosa e diferente, com mercados de rua, parques (fica ao pé de Tompkins Square Park) emblemáticos e carismáticos, uma verdadeira delícia.

Café Mogador

101 St. Marks Place
Bet. 1st Ave. & Ave. A
Tel: (212) 677-2226

Web page: http://www.cafemogador.com/

Do que mais gostei e recomendo em Nova York # 4

THE DE LA VEGA MUSEUM

“DE LA VEGA is the most dangerous artist in the country today because he is committed to assaulting the poor man’s sleep and organizing them to create their rightful place as free men in this corrupt society.”
-The Economist

“DE LA VEGA can rise to the heights of a Jean-Paul Sartre or a Michel Foucault or a Nietszche….like any true prophet or great thinker, he has extended the range of the human imagination.”
-Le Figaro

THE DE LA VEGA MUSEUM EAST VILLAGE, NYC
102 St. Marks Place

Museum Winter Hours:
M-Sun 1:00p-6:00p
Closed Wednesdays
*Closed on rainy days
Contact: 212-876-8649

THE DE LA VEGA MUSEUM: NYC, PARIS, ITALY, TOKYO

DE LA VEGA (nom de guerre), a graduate of Sorbonne & Oxford, is recognized internationally as a revolutionary cultural reformer & as the most important philosopher of this generation.Of his early life, practically nothing is known. DE LA VEGA, we know, has lived in France, Brazil,& Greece where he spent years studying under Jacques Derrida before leaving the Roman Catholic priesthood & returning to the United States. DE LA VEGA has pursued a path of philanthropy and intellectual innovation which gives his work a contemporary significance on a level with that of Lenin, Gramsci, and Hegel. DE LA VEGA has travelled throughout North & South America, Europe, Africa, & Asia exhibiting, creating public murals, happenings, lecturing,& inspiring millions with His empowering message. Today,thousands of DE LA VEGA fans & supporters travel from all over the world to visit the DE LA VEGA MUSEUM & have an opportunity to speak to this living legend. You can join in on the DE LA VEGA movement simply by promoting letter writing & the power of the written word.

Do que mais gostei e recomendo em Nova York # 3

Restaurante De SANTOS em West Village.

Não tenho fotos da comida porque a companhia e a conversa eram demasiado boas p’ra eu estar de máquina em punho. Recomendo os espargos pra entrada, mas qualquer coisa no dito cujo restaurante é boa. O ambiente é muito giro.
Procurem reservar antes de ir.

Morada

139 West 10th Street
New York NY 10014

Telefone: 212 206 9229

Web page: http://desantosnyc.com/

Fotos no site deles.

Adenda ao post anterior

Eu acho que o noivo era o baixinho, a Luna diz que era outro que lá estava. Enfim, era um gajo, e se não era o baixinho, então não faz mal, quem casa é a Senhora, não sou eu! 😉 O certo é que ela estava toda contente porque ia casar e anunciou naquele dia, e foi giro.
Mas a adenda importante, é que a missa ao Domingo é mais bonita, aí é que se tem aquelas senhoras todas com os vestidos bonitos de domingo, e chapéus e o camandro. Nós fomos no Domingo de Páscoa, pelo que a situação de fila era AINDA mais complicada que o normal e havia malta lá desde as 7 da manhã. Como era Domingo de Páscoa também limitaram as entradas a 200 turistas.
(Vimos pessoas cá fora que pareciam tiradas dum postal!)
Eu não sei exactamente quantas pessoas que não sejam da Congregação eles deixam entrar, mas como eles dizem, e bem, aquilo não é um concerto. Pelo que, no dia que nós fomos havia mais de 200 pessoas. Mas era um dia fraquinho de assistência local, pelo que estávamos imensos turistas lá dentro.
O que me disseram é que mesmo nos Domingos normais, é preciso ir pra lá cedo. A missa começa ao Domingo às onze, se não tou em erro.
Às quartas, o “espectáculo” é mais fraquinho (salvo seja, que eu achei brutal! Imagino se vou num Domingo, já me tinha convertido!)mas é mais garantido que consigam ver. Tentem num Domingo, e se não conseguirem, vão na quarta.

Do que mais gostei e recomendo em Nova York #2


O Gospel na Abyssinian Baptist Church em Haarlem.

Antes de mais, a dica da semana: em vez de tentarem ir lá num Domingo de manhã (a fila dá a volta ao quarteirão), vão à QUARTA-FEIRA ÀS SEIS.
A missa começa às 18:30 e não há quase fila nenhuma às seis, entram de certeza. Eles só admitem um máximo de 200 visitantes.
E vão com tempo, a missa dura hora e meia. Mas vale muito a pena.

Gostei mais que do Musical na Broadway. Gostei mais que do Top of the Rock. Gostei mais do que de East Village. Gostei tanto tanto tanto que quase viro Baptista só pela emoção, positivismo e gratidão sentida naquele dia.
Ser Católica e ouvir as nossas missas, e depois entrar numa missa destas…é pensar que devo ser a criatura mais aborrecida do mundo!
A Reverenda ficou noiva e anunciou naquele dia à sua Congregação. O noivo estava lá, outro Reverendo. Cheio de voz, pulmão e musicalidade. Baixinho, gorduchinho e inspirado. A missa ia ser diferente, disseram eles.
Quando lá chegamos explicaram-nos muito bem que aquilo não era um concerto. Era uma celebração e como tal, nós tinhamos de participar. Quando eles se levantassem, nós levantarmo-nos-iamos. Quando eles batessem palmas, nós bateríamos palmas. Quando eles cantassem, nós cantaríamos (esta parte é um bocadinho mais difícil!), porque nós estavamos lá “to praise the Lord!!”
No início tivemos direito a um “primo do Stevie Wonder”, que por muito bem que cantasse, não era tão poderoso como o Coro que esperávamos. Receámos mesmo que fosse “só aquilo”…é que não se podia sair dali antes da missa acabar, e é tudo muito giro e tal mas … Enfim, eu cá tava contente porque achei que aquela gente era toda muito optimista, e que estavam a partilhar com sentimento as alegrias e conquistas deles.
Não sei se foi de muito “Cor Púrpura”, se foi de muito “Do Cabaré para o Convento”, mas eu sempre quis fazer parte duma missa deles e gritar: AMÉN!! ALELUIA! PRAISE THE LORD! OH MIGHTY LORD! =D
Nisto, passado uns 20 a 30 minutos de lá estarmos, entra o coro de Gospel. Todos bem vestidos, todos penteadinhos, bonitinhos, preparados.
Vai daí o noivo Reverendo decide mostrar umas músicas novas.
E foi como sempre imaginei! Quando dei por mim estava de pé, a bater palmas, a cantar, a abanar a pescoceira, o rabinho e o pezinho ao som daquelas vozes maravilhosas e poderosas!!
Quando pensei que tava a acabar, vai a Reverenda e sobe ao estrado pro sermão (eu bem achei que só cantar era um bocadinho estranho).
A Senhora parecia saída dum programa da Oprah.
“Botou” um discurso de ficar pregado ao chão. De tal forma eloquente, de tal modo poderoso, de tal modo inspirador que ainda hoje me lembro do sermão: “What will it take for you to believe that He is among us?”
Fiquei tão impressionada, que imagino que se algum dia tenho tido a oportunidade de ouvir o Martin Luther King ao vivo desatava num pranto.
Acabou com tudo de pé, a cantar novamente.
A experiência é única, e garanto-vos que, se algum dia viver nos EUA, uma vez por mês vou a uma missa destas. Fica-se inspirado pra sempre.

Do que mais gostei em Nova York e recomendo #1

Comecemos pela minha paixão “fajuta” por jazz. Eu não sou uma pessoa muito curiosa e tenho péssima memória pra nomes ou pra decorar as letras de músicas inteiras. Gosto imenso de música mas sou um zero a cantar, e um zero a tocar qualquer instrumento.
Como expliquei há uns tempos, a minha Mafaldinha tinha uma colecção fabulosa de CD’s quando partilhamos casa, e mostrou-me muitos e bons autores. E muito e boa música. Até aprendi a gostar de Sérgio Godinho vejam lá!
(sim, eu sei… é escusado darem-me porrada, tá?)
Enfim, o certo é que descobri com ela que gosto de Jazz. Mas sinceramente nunca me dei ao trabalho de estudar autores, compositores, cantoras, cantores, músicos ou batidas em particular. Sou muito simples na análise, ou gosto, ou não gosto consoante me deixa bem disposta e se sinto o coraçãozinho a aquecer de relax e melancolia boa. Talvez por isso não suporte nem compreenda os transe psicadélicos, e as electrónicas de não sei quê, e procuro manter-me ignorante nesse campo.
Bom, adiante, isto pra dizer que ia a passar com a Luna em Washington Square e ouço um grupo a tocar. Ora…por partes então:

1) Washington Square é este sítio fabuloso onde no filme “When Harry met Sally” a nossa amiga Meg Ryan deixa o Billy Cristal quando eles chegam juntos por primeira vez a Nova York, depois daquela fantástica tirada:
I don’t believe men and women can be just friends.
So I guess we won’t be friends. It’s a shame, I don’t know anyone in New York.

É um dos meus filmes favoritos de sempre, e a melhor comédia que vi em anos, venham as que vierem (também podem recomendar, que eu cá não sou fundamentalista e gosto que me apresentem coisas novas), e por isso este sítio pra mim tem magia.
Além do que tem resmas de gente espalhada por todo lado a curtir o sol, estudar, ouvir música, passear o cão, o pato e a galinha (Joey! Where are youuu?), nannys, empregados, desempregados, amigos, amigas, artistas, yuppies e fica mesmo ao pé da NYU e é bom pra almoçar e apanhar sol.

2) Ao dar o nosso passeio por lá, ouvi uma banda que estava lá a apresentar-se ao turista e ao habitue, e gostei tanto que comecei a dançar aos saltinhos e fiquei 200 por cento (ainda mais) bem disposta e pah, tão contente, tão contente…que comprei dois CD’s aos senhores e agora ouço-os cá em casa. Pra não variar exagerei um bocadinho (pensei eu na altura) na compra, e como são um bocado na onda do Charleston pensei que me ia fartar, mas não. O clarinete tá pra ficar. E o trompete, e o banjo, e pronto, tou fã, cantarolo sozinha no carro, abano-me toda no assento, canto no meio da rua, é uma alegria! Primeiro estranha-se, depois entranha-se.

Recomendo VIVAMENTE:

BABY SODA

O que vale a pena comprar em Nova York #4


E há depois aquelas coisas que adiamos durante anos porque é uma futilidade e não sabemos muito bem como justificar perante nós próprias o dinheiro que se dá por um objecto que não tarda terá outro mais evoluído a substituí-lo…
E uma vez comprado e bem utilizado rendemo-nos. Absolutamente e desmesuradamente.
Acordei a ouvir Lisa Ekdhal, a minha casa voltou a ter música ambiente, cheirinho a … CASA. A partir de agora, esteja onde estiver, tenho o meu som por perto, bossa nova, jazz, blues, just them and me.
Gosto tanto.
Se eu soubesse que ia ser assim, já o tinha comprado há mais tempo.

Olha os Celtics!!!

Ir ver um jogo da NBA ao vivo é uma experiência única!
E que dá pra repetir, até porque os bilhetes, se comprados com antecedência, são acessíveis.
Quer dizer, não é coisa que dê pra fazer todas as semanas porque ainda são uns 75 dólares por cabeça (se querem ficar num lugar de jeito). Mas se vivesse no US ia mais vezes, e com boa companhia então, é do best.
Cada equipa tem o seu site oficial onde podem comprar bilhetes quando lá forem de viagem. Também podem comprar bilhetes que estão no site oficial pra troca, são mais caritos, mas novamente, acessível.
Nos primeiros, let’s say, 15 a 20 minutos, tirei uma porrada de fotos, bebi com os olhos e instalei-me, que é como quem diz, melguei a Lili e o Solas (by the way, ele é que tem fotos a sério de Boston e dos Celtics no blog dele).
Durante a hora seguinte, compenetrei-me em vibrar e saltar quando era cesto e gritar DEFENSE! DEFENSE!!
Até tentei apanhar uma t-shirt daquelas que os gajos oferecem ao público (pequeno apontamento: com a quantidade de XXL people que vi por lá, acho que se tivesse apanhado alguma ia passar a vestido, mas adiante!), e confesso que não fiz muito esforço pra aparecer no mega-ecrán, mas pra próxima prometo que vou vestidinha de verde! Vou tentar não fazer tanta figura de ursa como o nosso amigo das penas ali em baixo na foto.
Os gajos não param o jogo todo, é non-stop de actividade com o público: ora medem o nível do ruído que conseguimos fazer, ora põe miúdos da escolinha (o mais velho devia ter 6 ou 7 anos) a jogar basket, ora oferecem t-shirts, ora (e a parte que os gajos gostam mais) entram as cheerleaders com suas espargatas e alta flexibilidade que todo o gajo sonha em comprovar, enfim, há que ir, vale mesmo a pena.
Mesmo quando perdem e levam na pá, como foi o caso, pra mais com os Washington Wizards (um nome um cadito Harry Potter) mas enfim, é realmente um espectáculo na verdadeira acepção da palavra! Se for pra ir à NBA, até passo a aceitar dates!











BOSTON: