Domingo em Dusseldorf e Colónia – Mercados de Natal


A minha querida Amiga Ariadne “exilada” em terras alemãs, falou-me dos Mercados de Natal que eu desconhecia e que explodem que nem cogumelos em terras alemãs no mês de Dezembro.
A visita de duas amorosas meninas que me têm feito uma companhia fantástica esta semana, levou-me a empreender as duas horitas de carro até Dusseldorf, onde “raptamos” o Rui e o Joaquim, também eles Europeus (hoje já não somos emigrantes, somos Europeus, hehehe) na Alemanha.
A T. e a A. não os conheciam e eu só sabia que era o amigo da amiga e que deviam ser uns tipos porreiros (coisas de Andorinha), mas a empatia entre os 5 foi imediata e passada meia hora parecia que nos conheciamos há séculos. Tal melhorou ainda mais o passeio que iniciamos, e passamos um dia absolutamente delicioso no meio de tanto espírito natalício.
É que os holandeses de espírito de Natal não entendem uma carapuça! Limitam-se ao Sinterklass e ao Zwart Pete (um preto que veio de Espanha pra ajudar o tal do Sinter – que mais parece um bispo com o capacete que tem na cabeça – a distribuir os presentes pelas criancinhas) e meia dúzia de enfeites pelas ruas, mas nada de especial. Há imensas crianças holandesas que pensam que os espanhóis são pretos…balha-me Deus!
Ora entonces a “biagem” foi assim:
Chegamos então a Dusseldorf e aterramos logo num dos mercados. Barraquinhas de madeira com peças artesanais, e uma data de alemães com cabeças de rena enfiados à laia de carapuço num carrossel!

Encontro num cafezinho do Hotel 5 estrelas mais à mão, marchar pra outro mercado ainda mais bonito e bora almoçar: Gluwein e salchicha alemã com mostarda bem puxada.

Com a barriguita reconfortada, marchamos para a inauguração dos mercados em Colónia. O passeio de carro foi divertido e animado (porque o meu GPS num funcemina na totalidade fora da Holanda, logo eramos 5 macacos a alvitrar direcções) e todos os meus passageiros tiveram a oportunidade de aquecer os pezinhos, de tal modo que quando parei o carro a malta nem queria sair lá de dentro. Acharam que os 5 graus n°ao eram convidativos… meninas!!!
E foi isto que encontramos:

Lindo, não acham?

Mais gluwein, e visitamos a imponente Catedral de Colónia à qual hei-de voltar com sol com toda a certeza. A foto está muito muito ranhosa, mas dá pra ter uma ideia…

Umas compritas depois e muito enfeiranço depois, estando eu decorada com este belo par de …ah … pois, corninhos de rena?

As ruas e a beleza do Natal em cada um dos presentes escolhidos com gosto:







E após ter sido baptizada de Rudy (engraçadinhos!) e ter curtido à brava o meu espírito natalício, entramos nas famosas cervejarias de Colónia para umas Kolshs e mais uma salchichita e uma (ou será um?) Metts que não é mais que uma torrada com carne crua e bastante cebola e pimenta on top. Bem fixe!

Jantados pois então, lá voltamos na animação que nos caracterizou ao meu fabuloso C-Max pra volta a Dusseldorf e com a promessa de voltar muito em breve!
Cá pra mim é já no próximo fim de semana!
Tchuss!!

Intercidades com asas: vou ali e volto já!

Este fim de semana estive em Portugal.

Os meus amigos estiveram comigo, a minha Broa Bolorenta do meu coração veio um fim de semana inteirinho pra Braga City aturar a famelga desta Andorinha pra poder matar saudadinhas. Irmã do peito, não sei como te agradecer! Adorei ter-te conosco!!!

O amigo Marmita também por lá passou para dar um abraço (quem sabe o último durante os próximos dois anos…boa sorte Grande!), e ainda saí à noite com o meu irmão e amigos dos quais gosto muito também e que já há muitos meses que não lhes punha a vista em cima. E já há muito tempo também que não me ria tanto em 3 horas de borga!

Conheci finalmente o meu querido afilhado Caetano, que se portou muitissimo bem no colo da Madrinha (pelos vistos até tenho jeitinho!), estive com a minha Primaça/Comadre e ainda vi os cachopos maninhos do Caetano: a Isabelinha e o Afonso. Meigos como só eles, estas crianças são OS verdadeiros doces da família! Não desfazendo no resto da primalhada mais pequena, ah! Nandes, tais lá!!!E Fernandes também!!

Fiz compras como se não houvesse amanhã, até porque neste País de gigantes mal consigo encontrar o meu número, e porque não gosto muito da roupa com que as holandesas se cobrem e cobram. Tenho uma colecção de casacos nova inteirinha, e finalmente pareço eu e não uma trambolha com roupa descasada!

Comi bacalhau da minha Mamã, bebi a vinhaça do Papá, ri-me como sempre a rodos com o meu Mano, e vejam lá…espante-se quem tão bem me conhece…até pensei em comprar uma casa em Braga!!! Porquê? Ora porque o meu irmão tá a reconstruir uma casa num sítio do qual gosto muito, e por cima tem uma casa mesmo à maneira…e espantem-se lá outra vez: pensei que seria porreiro partilhar um prédio de dois andares com o Brother. É só uma ideia, tenham calma! Nuska, escusas já de me perguntar se tou bem de saúde! Tou perfeitinha, mas tens de confessar que a zona é fantástica e seria sempre uma ideia plausível pra fugir ao stress de Lisboa…nunca se sabe! hehehe

Agora podem levantar o queixo do chão (si fais favô!) pra ouvir a última bacorada desta Andorinha.
Depois de um fim de semana TÃO bem passado, volto ao aeroporto, e qual não é o meu espanto quando vejo a entrar no avião meia dúzia de passageiros aí a rondar a minha idade, e que tinham vindo comigo também no avião de sexta-feira!
Senti-me literalmente no Intercidades, mas com asas!
Quando fui estudar pra Coimbra, todos os fins de semana vinha a casa e gramava com 3 horas de ida e mais 3 horas de volta de comboio. Ao fim de 4 anos, escusado será dizer, que conheci à vontadinha metade dos passageiros habituais de vindas à sexta e voltas ao Domingo ao fim da tarde.
A sensação que tive no avião foi a mesma. Quantos de nós que cá estamos, tendo noção de que estamos tão perto, não vamos a Portugal pelo menos de 3 em 3 meses? Há até quem vá de 2 em 2 ou todos os meses.

Imagem tirada aqui.

Quando aterrei e saí pras gares e ruas de Amsterdão, a sensação que tive foi de que, tinha mudado de cidade, e esqueci-me até que tinha mudado de País.
Esquecer é como quem diz, porque esta língua de trapos não engana ninguém 😀
Mas realmente o que senti foi que estava de novo na cidade onde agora vivo, e não senti aquela diferença abismal ou depressiva de que alguns falam.
Foi um ir ali e volto já. Gostei. Senti-me cidadã do mundo! Uma verdadeira Europeia!

Croácia

Tenho muito que contar, especialmente sobre o mês de Julho, mas aos poucos colocarei as minhas intensas semanas de vida social e visitas por todos os lados.

Mas antes, quero falar sobre as minhas férias na Croácia e sobre o seu Povo e País.
Embora tenha muitas fotos feitas por mim, achei que este vídeo resumia tudo o que vi, escutei, senti e amei.

Os Croatas vivem em Paz desde 1995. A guerra continua marcada nos seus coracões e memórias. Não gostam de falar sobre isso, mas tive a incrível oportunidade de ouvir em primeira mão estórias de alguém que lutou durante 4 anos, e após 4 anos de questionar-se sobre o porquê de o fazer se não odiava ninguém, se juntou aos Médicos Sem Fronteiras e trabalhou num campo de refugiados com criancas.
Como devem imaginar, ouvir algo que se passou tão recentemente no mundo em que vivemos provocou em mim sentimentos muito controversos sobre o mundo de hoje, e senti-me uma insensível por não ter sentido absolutamente nada por esta gente na altura em que as televisões apenas falavam sobre isso.
A Georgia está agora em guerra…arrepio-me e não sei que fazer ou pensar. Uma imensa pena é o que trago no coracão.
Senti-me uma privilegiada por ao ser portuguesa estar resguardada desta vida dura, e ao mesmo tempo uma imensa admiracão por esta Gente e pela forca com que têm vindo a recuperar rapidamente. A sua recuperacão baseia-se no Turismo. Posso dizer que a Croácia não é propriamente barata, muito pelo contrário, os precos são superiores aos de Lisboa, comparáveis aos de Barcelona, por exemplo, sendo que o ordenado mínimo é de 350 euros e o aluguer de uma casa com um quarto vale 350 euros. A Classe Média desapareceu. Há ricos e pobres, nothing in between. Para sobreviver geralmente mantêm 3 trabalhos ao mesmo tempo e muitos são os que abandonam os estudos universitários para apoiar as famílias.
Pela primeira vez desde Cuba, visitei um País em que pude manter conversas inteligentes e cultas. Falamos de Descartes até espeleologia …
São pessoas especiais.
São EXTREMAMENTE EDUCADOS, honestos, gostam de manter a palavra dada, são extremamente afáveis e meigos, e ao mesmo tempo um pouco “alemães” relativamente à forma como trabalham e são restritos às normas.
É um pouco confuso, porque se por um lado se parecem tremendamente com os Portugueses na sua hospitalidade e maneira de ser, por outro são um pouco abrutalhados e bruscos. Após uma discussão, se sorrimos, pedem desculpas e abracam-nos imediatamente sem sequer nos conhecer.
Gostam de VIVER, RIR, BEBER (e de que maneira…), estar com os amigos e aproveitar ao máximo o que a vida lhes dá e cada momento. Talvez pela proximidade da morte que é ainda tão recente….
A comida é divinal, muito parecida à portuguesa (Comi peixe até mais não poder -jaquinzinhos, dourada, pargo, sargo, luvina!!- marisco, comida com sabores que me trouxeram recordacões do “meu”/NOSSO Portugal de antigamente…o tomate sabia…a tomate de verdade!!!!!!).
O País é LINDO e como podem ver pelas imagens, em alguns pontos, muito parecidos a Portugal, mas as suas águas são calmas e esmeralda e preservam ferozmente as suas Reservas Nacionais. A única pena é a corrupcão no mercado imobiliário que no pós-guerra se ergueu e deu lugar a edifícios horríveis e totalmente fora de lugar.
Enfim, poderia falar muito mais, mas prefiro deixar-vos com a vontade IMENSA de visitarem a Croácia e conhecerem este Povo.
Eu vou voltar. Descobri o meu País de refúgio para férias.

Barcelona, again!

Com vontade de agarrar um fim de semana como se não houvesse amanhã, cheguei a BCN na sexta à meia noite. Não sei como, o cansaço desvaneceu-se, e às duas da manhã passou-nos pela cabeça ir andar de bicicleta pelas ramblas. Com o bycing, deambulamos uma hora. O calor de 22 graus e humidade acumulada deu vontade de continuar a noite, mas de mota, até à praia. Em Barcelonete aterramos a fazer um botellón e falar da vida, deu-se um mergulho no mar, e pifaram-me o cinto das calças durante os 5 minutos que estivemos de costas. Deixaram os capacetes e o dinheiro, e só me gamaram o cinto! Gajos nabos, meu Deus. Também se são ladrões é porque Deus não os terá brindado com inteligência…as minhas calças valiam 150 euros, e o tipo levou um cinto de 30. É d’homem, não acham?
Sábado tranquilo, começa com boa companhia que se juntou a nós, comida às 3 da tarde, seguido de mais um passeio de bicicleta, do qual guardo, não só uma tarde bem passada e muita gargalhada, como uma nódoa negra no rabo devido ao selim que ficou cravadinho nas minhas costas de pendura. Há anos q não ia à pendura numa bicla!
Como esta amiga ainda não conhecia suficientemente bem a gastronomia e bebida catalã (hehehehe), fizemos um “peddy tascas”, e até às 8 e meia da noite continuamos a comer e a beber. Mais formais lá fomos até Mataró, casa da “minha” Laurita, festejar os anos dela, e fazer-lhe a surpresa que valeu pelo brilho nos olhos da minha querida amiga.
Chegamos a BCN novamente às 2 e tal da manhã, e fomos até ao City Hall ver como paravam as modas. Não tou velha, mas discotecas ya no es lo mio…o terraço cá fora tem a sua piada, o ambiente é engraçado, mas devo ter ficado pra trás em termos musicais, porque realmente já não aprecio…só mesmo a risota da observação da quantidade de cromos por metro quadrado que se pode concentrar! Barcelona é uma cidade de contraste, e onde podemos encontrar os especimes animais mais curiosos!
Domingo passeamos de mota por Montjuic, deu pra voltar a sentir o gostinho, logo eu que amo andar de mota e há tanto não andava!
Terminamos o passeio no Barrio de Gracia. Absolutamente encantador. Senti-me a Amélie, e tive vontade de por lá viver.
Hora de voltar. Abraços, beijinhos, despedidas breves, porque muito em breve voltarei. Este ano é a minha terceira vez em BCN, e nenhuma foi igual à anterior. Como me disseram uma vez: podemos repetir destinos, mas nunca se repetem viagens. E é certo.
Aterrei em Lisboa às 21:15. Hora bestial para voltar dum fim de semana excelente!
Nuno: OBRIGADO!
Mário: até que enfim conseguimos encontrar-nos fora da nossa Lisboa, soube a caramelo!
Amigos, até já.

Tou bué…romântica!!!

Para tu amor de Juanes

Para tu amor lo tengo todo
Desde mi sangre hasta la esencia de mi ser

Y para tu amor que es mi tesoro
Tengo mi vida toda entera a tus pies

Y tengo también
Un corazón que se muere por dar amor
Y que no conoce el fin
Un corazón que late por vos

Para tu amor no hay despedidas
Para tu amor yo solo tengo eternidad

Y para tu amor que me ilumina
Tengo una luna, un arco iris y un clavel

Y tengo también
un corazón que se muere por dar amor
y que no conoce el fin
un corazón que late por vos

Por eso yo te quiero
tanto que no sé como explicar lo que siento
yo te quiero
porque tu dolor es mi dolor
y no hay dudas
yo te quiero
con el alma y con el corazón
te venero
hoy y siempre gracias te doy a ti mi amor
por existir

Para tu amor lo tengo todo
lo tengo todo y lo que no tengo también
lo conseguiré

para tu amor que es mi tesoro
tengo mi vida entera a tus pies

Y tengo también
un corazon que se muere por dar amor
y que no conoce el fin
un corazon que late por vos

Por eso yo te quiero
tanto que no se como explicar lo que siento
yo te quiero
porque tu dolor es mi dolor
y no hay dudas
yo te quiero
con el alma y con el corazon
te venero
hoy y siempre, gracias yo te doy a ti mi amor
por existir

http://www.youtube.com/watch?v=74PwJVtPSes

Back…….

From the ocean!

Valeu, foi magnífico, fotos muito em breve assim que tiver acesso às mesmas.
Recomendo Cap de Creu, a beleza do por do sol e da natureza duma reserva natural ……. absolutamente indiscritível!

Barcelona, aqui vou eu!!!

Antes de mais, as minhas desculpas pela falta dos links dos blogs amigos, mas com esta mudança de template foi tudo p’ras couves e ainda não consegui ter tempo para repor nada! Mas tá na minha lista!
Isso e fazer o IRS que ainda não submeti…sendo economista, nem vou falar na vergonha que isto é, mas adiante!
Comecei no entanto a fazer algo a que me tinha proposto: aprender surf, inscrever-me e IR ao ginásio (como bruta que sou comecei logo por uma aula de body pump…tou que nem me mexo!), fins de semana espectaculares com pessoal que vou conhecendo melhor a cada dia que passa e cuja descoberta e auto-descoberta induzida em mim…no mínimo me surpreende…e fora isso continuo, como muita gente, atolada em trabalho.
Ah! Hoje aumentaram-me…70 euros brutos! Bem, nem sei o que fazer a tanto dinheiro…fica mal dizer aqui asneiras né? Enfim, acho que vou ter de continuar a vender Alvarinho p’ra ver se consigo equilibrar mais as contas…mas mesmo assim há sempre um moneyzito pra bela da viagem, ou melhor para a manutenção da minha querida saúde mental!

Amanhã pelas 21:30 piro-me para Barcelona onde me esperam grandes amigos Catalães para um fim de semana inteirinho em veleiro!
Espero não fazer a ponta dum chavelho, p’ra ser mais exacta.
Deixo aqui uma das fotos mais representativas do meu dolce fare niente e votos que também vocês estejam a aproveitar estas mini-férias e se divirtam imenso!
I’ll be back soon!


Fado de Erasmus

Neste momento estou em Praga!!!
Cidade linda, monumental em todos os sentidos, e que enfeitiça qualquer um…
Passo por cá num périplo iniciado em Lisboa, com passagem por Zaragoza, Barcelona, Praga, Valencia, Madrid e volta a Lisboa.
Em todas as cidades, pessoas e momentos, a música que passa no meu coração descente do melhor ano da minha vida: há 8 anos atrás fiz erasmus, e ainda hoje usufro de tal privilégio porque todas as pessoas que me acolhem nestes dias, indirectamente, vieram ter a mim (e eu a elas) por intermédio de amigos de vida que fiz nesse ano.
Alinhei em vir a Praga com a noção de que estaria de volta a um mundo que “abandonei” há tanto tempo e com tanta saudade. Aos 30 anos acompanho estudantes que vieram p’ra cá experimentar, sentir, viver (e mais tarde reviver) este intercambio, o contacto com pessoas tão diferentes, e tão semelhantes na única coisa que os une verdadeiramente: estão sós e longes do seu País, amigos e família.
Este é talvez o único ponto que não mudou…de resto as coisas evoluiram tanto que não reconheço as mesmas sensações. Mas como disse um dos miúdos que cá conheci: repetem-se cidades, mas não viagens. No meu caso o correcto será: repetem-se programas, mas não a “viagem” erasmus. Não vim com a ideia de viver o mesmo, nem sequer de reviver! A intenção é diferente: ser observadora e ver do lado de fora como lida cada um com estas andanças! Tão castiço, tão bonito, tão…inocentes: putos,pa! Aí sim! Há saudade sempre presente e os meus olhinhos brilham todo o dia e eles riem-se e acarinham. E continuo doce, alegre, pimpolha!
Neste Fado de Erasmus de hoje, os estudantes usufruem de telemóveis em barda, iPods, Mp3 players, portáteis e internet que os mantém ligados ao País Natal. Resumindo, a saudade é menor. Digo eu…
Escuto Alfredo Marceneiro e penso…e sinto…e sorrio…sorrio…não espero o dia seguinte, nem o momento seguinte, apenas vivo este segundo.
E nestes minutos apeteceu-me dizer: sou feliz vivendo assim!