…4 dias de excelente disposição, melhor companhia, uma Petzi muito ginasticada (no Domingo a desgraçada andou uns 5 km na boa) e muito mimada por todos.
Comida excelente! Serviço rápido, simpatia pouca (depois de ter sido altamente bem tratada no Sul da Alemanha, confesso que o Norte foi uma grande desilusão. Principalmente pra quem tem tantos e bons amigos alemães. Praticamente não falam inglês, são brutos como portas porque não nos entendem e respondem bem depois de lhes mandar-mos uma resposta tão seca como a que nos deram.
Fora esse pequeno aparte: nota dez! Com alto mérito aos companheiros Tugoleses e ao nosso Franciú de estimação. Foram umas boas barrigadas de riso que animavam até o mais descontente.
A cidade é toda ela Monumental, acho que a última vez que vi tanto monumento espectacular por metro quadrado foi mesmo em Praga.
Desta vez surpreenderam-me a Catedral (Dom) (que por acaso até foi a foto que coloquei antes de ir no último post) e o Checkpoint Charlie onde me arrepiei até à medula perante o Muro.
Dei graças a Deus por nenhum dos 7 ter tido a ideia de passar num Campo de Concentração ou no Museu Judaico. Sinceramente, acho que não aguentava.
Junto ao antigo (e extinto) Muro de Berlim senti um frio trespassar-me a espinha e uma tristeza infinita. Nunca pensei que pudesse ficar tão chocada, até porque se vê muito pouco do que era anteriormente. Talvez devido aos filmes (dos quais recomendo o Goodbye Lenin e um de que não recordo o nome sobre ser espia na ex-RDA. Com um tipo que era guionista de peças de teatro…ai, não me lembro do nome, ajudem-me por favor para poder partilhar com os demais.) que vi sobre a ex- RDA, tive uma proximidade maior do que a que eu mesma esperava. Mesmo assim, valeu muito a pena ter estado perto e ter sentido a força de quantos tentaram saltar o muro em busca dum vida diferente.
Fora isso… o “Castelo da Sofia Carlota” também foi giro, mas andei mesmo pelos jardins já que a Petzi podia fugir pra mijar no urinol interior da Sofes Carl.
Os edifícios novos são uma obra arquitectónica de tirar o fôlego e fiquei sem palavras com a recuperação e re-construção/ re-constituição pós-guerra dos monumentos que vimos. Tiro o meu chapéu.
A melhorar é efectivamente o inglês e a simpatia.
Mesmo assim: RECOMENDO VIVAMENTE A VISITA.
Algumas fotos de autoria do Reinie e mais tarde coloco umas da autoria do F. e da M.
PS: A próxima vez que um espanhol ou um italiano me falar de crise, juro que lhe vou à tromba! A quantidade destes tipos que encontramos em todos os lados é absolutamente inacreditável! E não, não vivem lá.
Só algumas pra teaser, ah!





















