Os sonhos

Os sonhos merecem ser concretizados. E admiro quem tem a valentia e a persistência de os seguir até ao fim.

A Maria made in Lisbon vai vender (quase) tudo o que tem p’ra poder por em marcha o sonho que acalenta desde miúda.

Criou para tal o blog Take us to Bruges e lá podem comprar o que quiserem que ela coloque no mercado.

Fazer parte da ONU é o motivo dela, e só por isso, já é grande!
Note-se: eu não conheço a Maria de lado nenhum, nunca a vi mais gorda, nem nunca lhe cheirei o perfume. Mas acredito que seja uma pessoa correcta e que tudo o que adquirirem vos vá chegar devidamente embalado após o correcto pagamento.

By Maria Made in Lisbon no seu blog Take us to Bruges:

Explicar a razão de ser de um sonho que acalentamos desde criança é quase tão complicado quanto explicarmos a essência de que somos feitos. Eu nunca quis ser polícia, artista de circo, super-herói. Nunca partilhei as vocações dos outros meninos porque eu, desde que me lembro se ser gente, que digo que quero correr o mundo. É este o meu sonho: correr o mundo. Lembro-me de as pessoas comentarem que eu era uma menina com a mania das grandezas e de os meus pais responderem “isso passa-lhe!”. Lembro-me do primeiro Atlas que o meu avô me ofereceu e de me ensinar os nomes dos países. Lembro-me de a Professora Manuela, no liceu, dizer que eu daria uma belíssima médica e de na Faculdade se fazerem apostas em como seria a primeira do grupo a ascender à magistratura. Lembro-me de a minha avó me dizer que de um sonho não se desiste, não se abre mão, custe o que custar e leve o tempo que levar.

Hoje, continuo a acalentar o mesmo sonho com a vontade redobrada de quem investiu e investe tudo o que tinha e tem nele! Toda a formação, todo o dinheiro, todo o tempo, o melhor de mim, mesmo nos momentos em que parece que nada faz sentido e em que equacionamos se não seria mais fácil, menos duro, sonhar outra coisa qualquer. O meu sonho tem um nome. Chama-se ONU e um dia, um dia, eu hei-de cumpri-lo…

Globalização e Mobilidade

Se calhar é porque o Senhor Ministro veio dizer que não temos fugas de cérebros na I&D em Portugal.
Ou então porque os irmãos mais velhos já estão fora e já entenderam que a medida do nosso mundo é pra lá de Portugal.
Entre nós, os que estamos fora, a pergunta a partir de dada altura deixa de ser: quando voltas pra Portugal? pra passar a ser: em que País queres viver a seguir?
E os nossos “miúdos” já sabem:

“A próxima geração de empresários não quer o mesmo emprego para todo o sempre, não quer viver no país onde nasceu, nem sequer se preocupa tanto com os melhores salários que o seu patrão tem para oferecer. É a chamada geração Milénio e dela fazem parte aqueles que entraram no mercado de trabalho após o ano 2000. São os recém-licenciados de hoje que encaram o emprego como um mundo sem fronteiras. É esta a conclusão do estudo “Mobilidade de Talento em 2020” realizado pela empresa de consultadoria americana Pricewaterhousecoopers (Pwc) que ouviu mais de 4000 jovens de 900 multinacionais sediadas em 22 países e concluiu que 80% desta geração deseja trabalhar fora do seu país.“

Recuerdos de Paris # 7

Se calhar é a minha veia de rica, mas sou doida por lojas Gourmet e Delicatessen, e Paris é uma absoluta perdição. Não admira que eu ache sempre as lojas na Holanda sempre tão fraquitas (embora haja algumas-poucas-boas): falta-lhes o charme!
Em Breukelen as lojas tinham charme, aliás, a minha garrafeira favorita é lá. A queijaria também, mas mesmo assim, esta perto do Sacré-Coeur batia-a aos pontos, e à légua.

:)

Miquelina conduzia o carro, stressadíssima, porque tinha uma reunião importante e não conseguia lugar para estacionar.
Olhando para o céu, implora: “Meu Deus! Se me arranjares um lugar, passarei a ir à missa todos os Domingos, não farei mais sexo fora do casamento, nem beberei álcool em excesso.”
De súbito, vê um lugar para estacionar, ali bem perto.
Olha de novo para o céu e diz:
– “Esquece! Já encontrei um!”

Coisas que recomendo em Paris # 1

Os crepes. Os crepes com Nutella e chocolate negro e com tudo o que possam sonhar e cheirar quando virem estas fotos.
A casa chama-se Au Pichet du Tertre (isto em Tuga não soa lá muito bem…)

Morada : 10, rue Norvins 75018 Paris
Telefone: 01 46 06 24 19

Comemos e choramos por mais. Tenho no entanto (quase) a certeza que a Elite deve saber sítios infinitamente melhores. Partilhas connosco? 😉
(Se deixares os links pros teus posts, nomes de sítios, etc, eu publico/actualizo neste post com o teu nome, obscrosse! Obrigada!)