Melhor que os meus não há. Esqueçam, nem tentem competir, sim?

Daqui

Eu sei que toda a gente diz que tem os melhores amigos do mundo, e eu acredito.
Só que eu tenho os mais bonitos, os mais leais, os mais coerentes, os mais íntegros, os mais correctos, os que são mesmo muito boas pessoas e que me aceitam exactamente, mas exactamente como sou e que não troco por nada deste mundo.

Comecemos pelos que estudaram comigo em Coimbra e que como boa segunda família que são, me vieram visitar à Holanda em Março. A Te, o Le Mene, Pena e Clódita.
Desde que acabei a Faculdade em 99 que não passávamos tanto tempo juntos. Houve casamentos, baptizados, jantaradas, almoçaradas, mas desde Coimbra que não estávamos todos debaixo do mesmo tempo mais de 24 horas e muito menos viajávamos juntos. E sabem como correu? Jóia! Lokura! Maravilha! Melhor impossível! Crescemos, dois são Pais de filhos, os outros mudaram de País ou de Cidade e continuamos todos a ser tão amigos como há 500 mil anos (ya, o tempo passa pra todos). Só não ponho aqui o vídeo deles no Heineken Hall (muitooo bom!) porque me rifavam (o que seria no mínimo triste), até porque eles lêem o blog… mas vou por umas fotos nossas a fazer figurinhas aos 33 anos no meio de Amsterdão porque acho que nada mostra melhor que a amizade não tem prazo de validade e que o que nos juntou há tantos anos nos continua a manter próximos. Falamos da economia do País, do PEC, de política, das crianças, de histórias passadas (ai os revivals, os revivals!El ritmo vuelta!), das histórias actuais, vimos filmes como o Che o Argentino que só com eles é que vale a pena ver, aprendi lenga-lengas, viajamos mais e juntamo-nos ao Jorgito e à Belita e sô Vasco em Colónia e como há coisas que nunca mudam, fui a última a saber que ia ter mais um “sobrinho”. Sempre fui a última a saber das novidades todas porque como sou despistada comó caraças, nunca dou pelas coisas até à última. E como é que eu tenho MESMO a certeza que fui a última dum grupo de 26 (mais 17 piolhos)? Fácil! Quando cheguei de Colónia, toda contente, mandei as nossas fotos pro resto do pessoal a dizer que a Belita ia ter uma menina. Recebi mails até de malta que tá em Angola com a pergunta: então mas não é menino?! Lá está! Coisas que nunca mudam! AMEI! VOLTEM!!

A seguir passemos pelos meus mais queridos amigos de Erasmus que me esperavam em Munique. A minha Ana espanhola que me ensinou a falar espanhol correcto e com quem estou sempre como se a tivesse visto ontem. E que me dá aqueles abraços fortes e goza comigo constantemente porque eu nunca me calo, sem nunca me ofender ou magoar. E que diz: “me cago en la oscuridad!”. E que me apresenta o namorado e perante a minha exclamação “mas como é que não sabia que tinhas Gaijo?” calmamente me despacha com um “es que nosotras nunca hablamos mucho de tios” o que é perfeitamente verdade. Talvez por isso continue a ser sempre como ontem. A minha querida Ana que continua a ser aquela amiga que, ainda eu estou a pensar como é que vou organizar a coisa, e já ela tratou de tudo! A minha Ana que apesar de ser mais nova, sempre tomou conta de mim qual boa Mãe. A minha amiga que NUNCA me deixou sentir sozinha em terras de nuestros hermanos nor ever.
O meu Trosti Tostadita, o alemão mais procurado pelas espanholas (chegava a ser perseguido na rua por loucas que lhe tentavam tirar fotos, never mind) e que eu já não via há DEZ anos. O abraço foi tão forte como há séculos, e ele continua a ser a coisa mais meiga, mais boa pessoa, mais querida, mai’linda!!! que depois duma noite de copos numa cidade veio de propósito a Munique só pra poder passar comigo uma tarde, e como se não bastasse, mandou-me um mail a dizer que jurava que não voltavam a passar 10 anos sem nos ver-mos.
O Nils, com as suas filhotas loirinhas e reguilas (a mais nova com o mesmo mau feitio e beicinho do Pai), com a sua deliciosa mulher Berrit, que cheia de alegria, de dois em dois anos se junta a mim pra gozar até à morte com o maridão! Claro que eu em troca lhe ofereço a minha eterna ajuda pra montar noites românticas pros dois porque como bom alemão o Nils é uma nódoa em romance!

E pra terminar, os meus amigos de Valladolid. Vão fazer uma festa em Julho p’ra juntar os amigos todos e nos apresentar a filha. Já quando casaram me pagaram até o bilhete de avião pra eu poder estar presente e desta vez, perante a minha relutância em sair daqui em Julho porque não tenho parado, porque a Petzi não pode ir nas low costs, porque tenho muito trabalho, porque entre aviao e Petzi tinha de gastar 500 euros, blabblabla, me rematam com um: ficas com as minhas milhas e vens de avião de Amsterdão até Madrid! Assim podes trazer a Petzi. Fazemos questão que venhas, e fazemos qualquer coisa pra que cá estejas.

E pronto, em Julho vou a Valladolid rever amigos, for free. Are you kidding me?!?!
Ganda sorte dizem vocês! SORTE NÃO! XAMPA!!

MY FRIENDS, GOT IT? MY FRIENDS ARE BETTER THAN ANY OF YOUR FRIENDS!!!

(e podia continuar durante horas a falar dos meus maravilhosos vizinhos, da minha Nelita, da Nini, da Luna, da Tuxa e do seu meia-laranja e da sua paciência pra comigo, e de tooodos os meus amigos de Coimbra, de antes, de pós faculdade, dos amigos da Candeia e de mais outros tantos, mas acho que já cansei muito a vossa beleza)

Subscrevo inteiramente. Eu cá gosto e muito duma telenovela.

Embora na Holanda não as consiga ver porque não consigo pôr uma parabólica.
O meu guilty pleasure era a Operação Triunfo (alta fã desde o primeiro episódio até à 3° OT em que já não conseguia saber quem era quem). Vi a série Espanhola antes da Portuguesa numa das múltiplas viagens a Espanha e quando chegou a Portugal já eu estava mais que rendida.
O meu problema é que me canso e não consigo ser fiel a novela nenhuma nem a OT, nem afins. Mas gosto. E via (quando podia) o jornal da 2 porque é directo, curto e grosso, e porque tinha a Alberta Marques Fernandes de quem sou fã também.

O resto, a Patrícia explica tão bem, que vou deixar o post por conta dela 😉

Já repararam que ninguém vê novelas? É um bocadinho como a música pimba, ninguém ouve. Mas com a televisão é tão óbvio que dá vontade de rir. Ninguém vê novelas, nem os programas da manhã e ninguém desce tão baixo ao ponto de ver o programa da tia Júlia ou do tio Goucha. Mas todos sabem que existem, já viram pelo menos uma vez, mas apenas no consultório do dentista. Lá está, é como a música pimba. Ninguém ouve mas aposto que não existe (quase) ninguém que não saiba meia dúzia de músicas daquelas de cor.
A mim irrita-me um bocadinho esta mania de grandeza, de ser diferente. Mas de uma coisa tenho a certeza: eu conheço (quase) todos os espectadores do jornal da 10 (da 2). A maioria das pessoas que conheço só vê esse jornal. É que o da TVI é horrível, brega; o da SIC já não é o que era, e o da RTP1 desilude. O da 2 é que é, visto pela elite das elites e o único sociavelmente aceitável.

Publicidade Holandesa – C1000

Os Holandeses são uns castiços, já o disse aqui várias vezes.
Em termos de publicidade, quanto mais aparvalhada melhor.
A publicidade tem que ter sempre a sua piadinha.
Eu, mesmo não percebendo a língua, rio-me que nem uma perdida.
Até porque eles gozam imenso com eles próprios, e tal como nós fazem umas caricaturas bestiais.
Pra gáudio da malta, aqui fica um exemplo, o dos supermercados C1000 onde tudo se encontra ao preço da uva mijona. É uma espécie de Mini-Preço cá do sítio, mas em tamanho Lidl.

Tristan + Isolde


Um épico porreiro pra passar um serão. No biggy really, não achei que fosse wooooooow, mas também não é mau, tem umas cenas de guerra engraçadas, uma fotografia excelente
Sincerament? Vale pelo jeitoso do James Franco que eu comia com batatinhas fritas ao almoço todos os dias da minha vida, nham!