Manos no seu melhor

Veio à Holanda um colega da escola secundária do meu irmão. O meu irmão sempre o descreveu como um gajo “com uma pancada filha da p@ta”.
Ora o moço fez questão de me dizer via facebook que estava em Amesterdão e simpaticamente convidou-me pra tomar café com ele e os amigos. 
Pequeníssimo pormenor: eu não me lembro dele. Tenho uma vaga, vaga ideia de quando ele era puto, mas de resto… branco! E esta semana foi uma roda viva, não tive tempo pra me coçar, quanto mais pra ir tomar café com uma pessoa que eu não conheço.
Mas a melhor parte vem a seguir….
Aqui a vossa amiga achou que era bem contar a história ao irmão. E contei. Só que em vez de ir em mensagem pessoal, foi publicado no mural. A m@rda é que só dei por ela 5 dias depois….já o moço lá tinha passado e com muito fairplay, pôs um like.
Hoje apaguei aquilo, roxa de vergonha. 
O texto dizia algo como: 
“Passou aqui em Amesterdão aquele gajo que andou contigo no liceu e que tu dizes que tem uma pancada filha da mãe. Mas eu não vou tomar café com ele que eu não me lembro do gajo. Ainda bem que não lhe dei o meu número de telefone, senão estava bem tramada! Há cum cada tolo! Beijos”
E o Mano Andorinho, deixou lá aquela porra no mural. Hoje já havia comentários e tudo dos amigos e o tal like… do tolo em questão. Será possível que o meu irmão não viu aquela cena?
Alguém consegue dimensionar o tamanho do “terra engole-me” com que me deparei???

Como é que tu já foste a mais de 50 casamentos? (not kidding)

Ora é muito fácil. Primeiro vivi em três Países diferentes e em sete cidades distintas, logo conheço gente que nunca mais acaba. Tenho uma certa facilidade para fazer amigos que são realmente muito boas pessoas e me tratem pra lá de bem como amiga, eu retribuo a amizade e pimbas, surge o convite de casamento.
Tinha um grupo muito grande na Faculdade que deu todo em casar aqui há uns 6 ou 7 anos atrás. Nessa altura fui a 29 casamentos em 3 anos, dos quais só 3 foram de família.
Nos anos seguintes, tenho, em média, 3 casamentos por ano. Desde que estou na Holanda a coisa abrandou, e muito! Mesmo assim em 2008 fui a um casamento em Julho, em 2009 acho que não fui a nenhum…, em 2010 fui ao casamento da Freemind em Junho e em Novembro ao da Patxi e do Pina.
Só este ano recebi convite para:
1) Um casamento de 2 amigos que vivem cá e que casaram em Junho (estava na Croácia, não pode ser)
2) Casamento de dois amigos que também vivem cá e que vai ser em Setembro em Portugal (vou)
3) Dia 15 de Outubro vou a Barcelona ao casamento da minha Laurita (que vai casar em Outubro e não em Setembro só pra eu poder estar presente, reparem no nível, por isso é claro que vou)
4) Em meados de Setembro também casa a minha querida Nuska, mas não vou poder estar porque vou estar a meio da minha viagem. Eu avisei que era pra marcarem pra depois de dia 24! 😛
5) Casamento dia 30 de Julho, no RIO DE JANEIRO, da minha amiga Luciene, amiga de infância. Gostava imenso de ir, mas já não consegui espremer mais dias na agenda para poder viajar até lá.
Resumindo, 5 convites num ano, nenhum dos casamentos é na Holanda, e dois são no “istrangeiro”.
E é assim que eu um dia destes escrevo um livro sobre: How to survive a Portuguese wedding.

Ou isso ou viro consultora de bodas. Estou toda uma craque!

Ser ou não ser, eis a questão.

 
Conseguem perceber a ironia da imagem e a sua ligação ao texto, ou querem um desenho também?

Pessoal que por aqui passa e que acha que eu tenho uma vida cheia de glamour: eu tenho uma vida fixe, mas fiz por ela. E continuo a fazer.
Querem emigrar? Emigrem. 

Por onde é que começam?
Uma de duas formas: 

1) juntam dinheiro suficiente, vendem a casa, o carro e deixam o cão com os Pais e mandam-se de cabeça pra um País que vos interesse e comecem por alugar um quarto num hostel, depois arranjar um emprego, a seguir uma casa, depois mandam vir o cão e o carro.
2) começam à procura de emprego em Portugal para vir cá pra fora, com a consciência que isso implica TRABALHO, fazem as malinhas e vêm pra cá com um contrato de trabalho.

Eu não sei dar dicas pra emigrarem. Eu não sei o que vos dizer mais do que aquilo que já digo sobre a vida na Holanda. Eu não vos posso “trazer pela mão” até uma vida cá fora. Nem aos amigos, nem aos conhecidos. Eu não posso mandar CVs por vocês, não posso esgalhar na vossa vez, não posso trazer-vos ao colo para onde quer que VOCÊS queiram vir.

Pelo amor de Deus não fiquem aí sentados a reclamar da vossa vida, e das horas a que entram e a que saem, e como o vosso chefe vos trata mal, e que só têm uma semaninha de férias. Se estão mesmo fartos, mandem um pontapé nessa porra e façam-se à vida em vez de andarem a foder dinheiro em malas da Carolina Herrera.
Tenham lá juizinho e tento na cabeça e façam-se homenzinhos e mulherzinhas.
E se vierem cá parar e precisarem de dicas, façam uma pesquisa nas etiquetas que estão aqui do lado no blog e e evitem deixarem-me um comentário preguiçoso e pastelão: ah e tal, quero emigrar/quero visitar Amesterdão, mas preciso de dicas. Eh pa, e que tal procurarem no blog já que já cá estão e me pouparem horas de vida a preparar-vos a papa toda? Mas será que eu agora não tenho mais nada pra fazer?
E já agora, antes que isto faça ricochete, eu recebi imensas dicas pra minha viagem, e vou adoptar algumas, mas sempre que essas pessoas precisarem de dicas minhas, eu estou ao dispôr, e faço, farei (e às vezes se calhar já fiz) o que pude. 
Há uma diferença muito grande entre a falta de tempo e o comodismo. Curiosamente, quem tem falta de tempo, parece que o inventa.
Quem é comodista, não tem tempo para nada.
E, neste caso, “mark my words”, os comodistas não emigram, nem viajam e vêem tooooda uma vida a passar-lhes à frente dos olhos.
Não, isto não é TPM. É mais um wake-up call. FAÇAM-SE À VIDA!

Ver este documentário é um dever

Este é um dos melhores documentários que já ouvi nos últimos tempos. A Dividocracia é a nova política. Como entendê-la e como combatê-la, aqui:

Não sei o que vai acontecer na Grécia, mas eu gostava de ver uma auditoria acontecer em Portugal e que as contas públicas fossem passadas a pente fino. Terá também Portugal uma dívida odiosa?

Resposta a uma pergunta pouco despropositada

A Zoot deixou-me uma pergunta pertinente na caixa de comentários à qual eu vou responder e à qual seria interessante que outros também o fizessem (se quiserem, é claro):
Andorinha, nesta semana tive a oportunidade de falar com alguns colegas estrangeiros que se queixaram que nos países de origem incentivam os jovens a trabalharem noutros países, noutras culturas. É o fenómeno da “mobilidade”. No entanto, todos se queixaram do mesmo: quando acabam os tais projectos lá fora, o país não tem capacidade para os acolher de novo. Também falei com alguns colegas Portugas e o mesmo se passou. A questão que te ponho é a seguinte: Também tens a mesma opinião? Voltar para Portugal é um projecto tortuoso e transcendente?

Obrigada e desculpa lá este comment despropositado.

Tenho muitos amigos e conhecidos que já voltaram para Portugal ou que já emigraram para outros Países depois da sua temporada na Holanda. Em nenhum dos casos a volta foi tortuosa, pelo menos pelo que eles me contaram. E isto foi independentemente da área a que se dedicam profissionalmente. Conheço quem tenha ido para condições ainda melhores que as oferecidas na Holanda, e outros que pura e simplesmente se encheram e fizeram as malas e optaram por regressar mesmo sem emprego. Pouco tempo depois estavam a trabalhar.
Destes que voltaram “sem rede” as condições profissionais não pioraram, na sua maioria melhoraram, mas também há quem tenha chegado à conclusão que a proximidade da família e o clima solarengo ou cidade do seu coração pesavam mais que mais uns trocos no bolso.
Do meu ponto de vista muito pessoal, para mim a volta pode ser feita a qualquer momento, mas terei obviamente que abdicar de um conforto que tenho actualmente e não estou preparada para tal. 
Eu tenho o meu sonho e esse passa por poder ter um emprego que me permita tirar 6 meses de licença sem vencimento para ir até a um País da América do Sul fazer 3 meses de voluntariado e viajar outros 3. Isto é algo que eu sei que em Portugal não aceitariam de bom grado e como tal mantenho-me no Estrangeiro até o concretizar.
Também é certo que estou a 4 horas e meia de avião e transportes para chegar a minha casa, que é o mesmo tempo que levo a chegar de Lisboa a Braga de carro ou comboio. É bem mais caro, é certo, mas não me sinto distante.
Por outro lado, também tenho consciência que segundo as minhas ambições profissionais e a área a que me dedico, voltar a Portugal implica que o País dispusesse de empresas com uma determinada dimensão e mentalidade, e isso não se encontra facilmente. E não digo isto a atirar pro ar, digo porque conheço bem o tecido empresarial e sei que não existem essas ditas condições. Ora isto não limita o meu regresso, mas condiciona-o. Eu posso voltar a qualquer momento, eu sei que tenho emprego. Mas talvez noutra área ligeiramente “ao lado” da minha, onde a posição não é tão elevada e o salário é ligeiramente abaixo do actual. E só para que fique bem claro, Portugal nunca deixou de ter capacidade para me acolher depois de eu estar fora. Esta situação de falta de posições ao meu nível já se dava antes de eu emigrar. Antes de eu sair de Portugal (há três anos atrás) já não havia muitos lugares de Chief Information Security Officer nas empresas Portuguesas, motivo pelo qual mudar de emprego já não era pêra doce. Nos últimos três anos o tecido empresarial não mudou muito, e infelizmente a mentalidade dos dirigentes das empresas também não, pelo que existem meia dúzia de cargos, mas todos eles atribuídos a homens e com idade superior a 40 anos. Aqui é certo que tenho mais oportunidades, não porque esteja no Estrangeiro, mas porque estou especificamente na Holanda que é a base europeia de muitas empresas Australianas, Americanas, Japonesas, Coreanas e afins. Enquanto Portugal não tiver a mesma capacidade de captação de empresas e não apresentar competitividade a nível salarial e isenções fiscais para estas multinacionais, eu vou continuar a ter mais oportunidades na minha área aqui.
Mas podes ter a certeza que se me der na pataleta voltar para Portugal amanhã, que sem emprego não fico e que o regresso não vai ser sentido como “tortuoso”. Voltar a casa, aos Pais, aos irmãos, aos sobrinhos, ao trânsito de Lisboa, às esplanadas da Graça e à minha casa, aos meus amigos, à minha comida e ao meu clima, te garanto: não tem nada de tortuoso.
Ressalvo no entanto que para que o regresso não seja difícil, é preciso ter a certeza de que queremos voltar.

Agora dou audiência aos outros amigos que por cá passam, emigrantes ou amigos e familiares de emigrantes, e que queiram deixar o testemunho deles. It’s all yours!

Para refletir

http://economico.sapo.pt/noticias/as-medidas-que-mais-vao-mexer-no-bolso-das-familias_119964.html

Leiam tudinho. Eu fico-me com esta:  

3 – Mais encargos com a casa
Os proprietários e inquilinos vão pagar mais pelas suas casas: as deduções de amortizações do empréstimo à habitação e das rendas da casa serão eliminadas. Já a dedução dos juros pagos no âmbito dos créditos contraídos vai ser progressivamente cortada. Além disso, a isenção de IMI a que muitos proprietários têm direito será encurtada e retirada progressivamente. Outro dos aumentos advém da avaliação das casas, que deverá agravar o montante pago pelos proprietários.

Estava tão preocupada que só vi hoje de manhã

Afinal temos Rabbit na brasa pro jantar nos próximos 4 anos. Não gosto, mas a alternativa era pior. Mais um dia de Sócrates e o vómito tornar-se-ia constante, e era chato.
Mas lixado, mesmo re-fundido, está o meu Paizinho, que é tão bom homem mas bacoco de todo e foi votar no Sócrates (aqui é que vem a parte do bacoco) porque, diz ele, “É o único político a sério em Portugal”! Ia-me dando uma apoplexia quando ouvi tamanho impropério, mas tadito do meu Pai, há que ver que o homem está reformado, passa muito tempo em frente à TV, se calhar distraí-me e vai-se a ver e ainda foi fazer monte com os emigrantes pros comícios do PS (quem terá sido o atrasado mental a ter tal ideia peregrina?!), não sei, realmente tento compreender de onde tirou a parte do “a sério” mas sobrepassa-me.
Atenção que eu adoro o mê Paizinho, e lá em casa, que eu saiba, vota tudo à esquerda, mas o Sócrates? O Sócrates? Ó meu Pai! Ó Portugal!
E não, o grande vencedor não foi o Steps Rabbit, foi mesmo a abstenção, o voto em branco e o voto em partidos pequenos sem representação no Parlamento. Houve quarenta e um por cento (sim, 41%) de abstenção e oito e meio por cento (8,5%) dos Tugas (o equivalente a 230 mil votos) que votaram em branco e noutra coisinha qualquer que não fosse o PS e o PSD, o CDS a CDU ou o BE.
Infelizmente eu não pude votar (cenas pessoais que não me permitiram rever o meu recenseamento este ano), mas se tivesse, era gaja pra ter votado nos Monárquicos, que mais não fosse pra poder ter a Isabelinha como “Primeira-Dama” e ter motivo pra fazer piadas todos os santos dias! (kidding, obscrosse).
A minha pergunta à laia de alta ignorante que sou é: não prevê a Constituição Portuguesa uma revisão eleitoral caso mais de 40% da população não vote? Não tem a nossa Legislação alguma coisa que reveja com olho crítico os valores de abstenção e pondere uma re-estruturação Parlamentar e Constitucional e ponha este cabrões todos “a parir” (como dizem os Espanhóis)? Que é como quem diz: será possível que nós não podemos mandar estes gajos todos c’o car….?

Vive-se assim

Como devem imaginar, não sou assim tão básica para escrever o que escrevi no post inferior sem ter em mente duas provocações muito sérias que se chamam: 
1) Fuga aos impostos
2) Endividamento e escolhas/prioridades
1) Da primeira todos sabemos como reza a história, o que não invalida que não me faça na mesma muita confusão como é que temos um Estado que conseguiu apertar a cobrança de impostos atrasados e em dívida, mas não foi capaz ainda de implementar um sistema de declaração de rendimentos auferidos eficaz. Dando um exemplo muito prático: na Holanda quando compro um carro, 25% do valor do carro é adicionado à minha declaração de rendimentos anuais. Ou seja, se eu comprar um carro de cem mil euros, e auferir 20 mil euros por ano, significa que no final do ano eu vou ser taxada como se tivesse auferido 45 mil euros (20 mil do que ganhei por mês mais 25% de cem mil). Porque, e faz todo o sentido, se eu tenho dinheiro para comprar um carro de cem mil, então é porque tenho dinheiro para pagar impostos. Todos os carros que são comprados cá são introduzidos no sistema informático das Finanças e se recebemos dinheiro da Tia Mariquinhas pra comprar o carro, é problema nosso. Se compramos logo um carro muito caro e muito acima das nossas possibilidades, também é um problema nosso. À bom Protestante: não deves ostentar mais que aquilo que tens. Aliás, não deverás ostentar, ponto.
Pro caso dos impostos a questão é então: se tens possibilidades para umas coisas, também tens pra outras, se calhar, quisás, devamos investigar a tua conta bancária para ver se realmente ganhas o rendimento mínimo…lá está.
2) Se nós não quiséssemos ser sempre mais do que aquilo que somos, não estávamos endividados até às orelhas. Em Braga há pessoas muito boas, mas a maioria das pessoas só vê aparências. É, como todas as cidades pequenas, uma cidade cheia de fachada. Estive lá agora duas semanas e não têm noção da quantidade de Audis Q5 que vi a circular na rua. Há uns anos atrás havia mais carros novos que os que vejo actualmente, é certo. Logo o poder de compra diminuiu. Mas a mentalidade continua a mesma, e assim nunca mais lá vamos. O que é preciso é dizer-se que se foi, que se está pra ir, mostrar que se veste, que se calça, que se tem a casa e o carro xpto e pouco interessa o que se tem no cérebro. E eu, neste sentido, nunca fui Bracarense.
Eu sei que o Braga não vai à taça UEFA todos os dias, e pra mais era um Porto vs Braga e como tal era qualquer coisa de extraordinário. Tenham em conta que quem é do Porto dizia: mas se o Braga ganhar eu não me importo, mas quem é do Sporting de Braga queria mais era que o Porto se afogasse nos infernos (pra quem não sabe, Braga é a segunda cidade mais Benfiquista do País).
As pessoas de Braga dizem: o meu Braguinha. Quem é do Braga é aquele Bracarense puro, que é quase que “bairrista” e que vai ao estádio todos os fins de semana ver o Braguinha, e sim, essas pessoas pagaram o couro e o cabelo, mas era um sonho ganharem a final da Taça UEFA, e eu não sou uma insensível e a sério que entendo. Como disse a Tuxa, foi como eu fazer a route 66, pra ele a Meca era o Braguinha!
Mas sendo do Norte, também sei que há muito boa gente que pagou bilhete de avião pra ir com os amigos pra um bar no meio de Dublin só pra dizer que lá esteve, e que no final do mês não vai ter dinheiro pra pagar aos empregados, mas que se foda, o Braga só vai à UEFA uma vez na vida! E a mulher dele queria tanto ir comprar aquela Louis Vuitton, tinha que ser no estrangeiro não é, é que comprada lá fora é mais chique! E o Manel espera até dia 15 pra receber e nada de aumentos no próximo ano que a vida não está fácil!

E assim vamos andando…

Mas afinal quem pagou a viagem?

Ah e tal, Portugal tá falido.

Minha rica gente, ou há Portugueses emigrados na Irlanda (que os há, mas não me parece que seja o caso) para encher o estádio, ou quem carago pagou a viagem a todos os malotas que estão ali a berrar pelo Porto e pelo Braga? É que o estádio está à cunha!
Depois vamos pedir dinheiro aos Finlandeses e ficamos muito tristes porque nos fizeram um manguito. Se eu que sou Portuguesa duvido perante isto, como é que estrangeiro algum não o fará?
Como diz o outro: vale a pena pensar nisto.


Neste momento tá 1-0 e aos 83 minutos o Braga está a perder. Que ganhe o melhor, e se for o Porto também não me importo.