Blaze
Nasceu a Blaze.
Magda Matos (ANA Aeroportos):
“Saliento como qualidades da vossa equipa o profissionalismo, a versatilidade, a capacidade de inovar e um sentido prático que não descura o pormenor, mas sobretudo a cumplicidade: a forma como vestiram a nossa camisola e o entusiasmo com que o fizeram tornou evidente que remávamos no mesmo sentido e esse espírito contagiou-se a todos.”
Alexandre Fernandes (Novabase):
“O evento organizado pela vossa equipa trouxe uma abordagem de inovação e criatividade à componente de team building. É dificil encontrar alternativas inovadoras mas que mantenham os valores e desafios à altura desejada.”
Paula Ferreira (Espírito Santo Informática):
“Confesso agora (e só agora 🙂 ) que tive alguns receios: o facto de ser o primeiro evento do género numa empresa naturalmente “resistente” a este tipo de actividades, a diversidade dos participantes, a sua provável dificuldade em descontrair e desligar por um dia dos bites e bytes, enfim… Mas foi um sucesso! A vossa equipa captou o briefing na perfeição e apresentou alternativas que nos permitiram “construir” o dia 22 de Maio de 2009 de forma totalmente alinhada com os resultados que procurávamos e que fechou com “chave de ouro” (gastronomicamente falando)… Parabéns à vossa equipa e Obrigada por tão bons momentos!!”
Estamos aqui, fale connosco:
Telefone: 217 817 557
Email : geral@blaze.pt
Morada:
Av. 5 de Outubro nº176 2ºDto, 1050-063 Lisboa
Primeiro contacto técnico do FMI com um Tuga taxista
camone que vem mandar nisto? A gente bem precisa. Uma cambada de
gatunos, sabe? E não é só estes que caíram agora. É tudo igual, querem
é tacho. Tá a ver o que é? Tacho, pilim, dólares. Ainda bem que
vossemecê vem cá dizer alto e pára o baile… O nome da ponte? Vasco
da Gama. A gente chega ao outro lado, vira à direita, outra ponte, e
estamos no hotel. Mas, como eu tava a dizer, isto precisa é de um gajo
com pulso. Já tivemos um FMI, sabe? Chamava-se Salazar. Nessa altura
não era esta pouca-vergonha, todos a mamar. E havia respeito… Ouvi
na rádio que amanhã o amigo já está no Ministério a bombar. Se chega
cedo, arrisca-se a não encontrar ninguém. É uma corja que não quer
fazer nenhum. Se fosse comigo era tudo prà rua. Gente nova é qu’a
gente precisa. O meu filho, por exemplo, não é por ser meu filho, mas
ele andou em Relações Internacionais e eu gostava de o encaixar. A si
dava-lhe um jeitaço, ele sabe inglês e tudo, passa os dias a ver
filmes. A minha mais velha também precisa de emprego, tirou
Psicologia, mas vou ser sincero consigo: em Junho ela tem as férias
marcadas em Punta Cana, com o namorado. Se me deixar o contacto depois
ela fala consigo, ai fala, fala, que sou eu que lhe pago as prestações
do carro… Bom, cá estamos. Um tirinho, como lhe disse. O quê,
factura? Oh diabo, esgotaram-se-me há bocadinho.
Tão morena que eu tou a ficar, oh God!
Só pela varanda e pelos banhos de sol, esta casa vale cada penny gasto! Todos os dias acabo o dia com a sensação de que estive na praia a produzir lá aquela ceninha que o sol faz com que nós produzamos e de agora não me lembro o nome… melanina??
Ignorância total, derivada a muito sol na moleirinha e um portátil ardiente!
Neste momento a minha cor aproxima-se a passos largos de café com leite muito desbotado. Mas isto vai ao sítio! Olarilas se vai! Estão 25 graus em Amesterdão e é a loucura.
Esta noite vou a um restaurante especializado em peixe e ostras. Vou-me lambuzar até ficar com o cheiro impregnado qual peixeira no Bolhão, carago!!
Tenho cá esta cachopa gira e vou aproveitar para por a conversa em dia e rir até me doer os abdominais. Reparem que ando de tal maneira de bem com a vida que nem a TPM me afectou! Já sei, too much information…
Mas é mesmo isto, boa vida. Muito boa vida que se agradece ao Universo e se propaga em mil (espero eu) a todos os que passam por cá. Se os meus posts não vos animam a aproveitar os momentos, se não vos incentivam nas vossas resoluções de melhorar a qualidade do vosso sorriso, então não sei o que fará. Aproveitem muito, namorem muito, riam mais, chorem menos, marem a valer, aceitem este dia não se repete, façam amigos, conheçam gente, amem-se, amem os outros, dediquem-se àquilo que gostem, deixem o trabalho de lado, arrumem as dores de cabeça, respirem fundo, meditem, façam uma viagem, nem que seja até ao fundo da rua, abram os olhos ao mundo, deixem-se invadir por cheiros e calor e aceitem acima de tudo que não há muito mais que se possa pedir além de muita saúde que vos permita gozar ainda melhor todos os minutos vividos.
Coisas que parece que ninguém sabe
Vocês sabem o que é:
1) Andar de cú tremido
2) Ter uma mija ou um piço
3) Ficar na lanzeira
4) um testo
Sempre quero ver!
Lisboa vem ter comigo
Segunda feira chega a amiga Nice, em Julho o seu gajo e meu grande amigo Luigi. Acabo de saber que vem daí também a Carolina. Em Maio vem o meu irmão e a Tuna. E por momentos vou cá ter a minha “tropa”, tal como em Lisboa, e beber cervejas como se não houvesse amanhã já não vai ser coisa da Sofia pra passar a ser como “nos bons velhos tempos”. E ter grandes amigos por perto que me tratam por Fifinha e que gostam mesmo de mim, não desfazendo nos actuais que são um must também, mas oh pa… é a minha tropa. E sabe mesmo muito bem. Faz-me sentir em casa, se é que algum dia me vou sentir em casa neste País. Mas isto está bem próximo. Muito próximo. Falta-me o Hugo e o Marmas cá. E a minha Tininha, e a minha Mafaldinha, e depois disso, o resto vinha aí por arrasto. De vez em quando vale a pena sonhar alto. Só assim por uns momentos, fica tudo bem.
O António Barreto falou e disse.
Fica aqui prometido
Se o Sócrates se re-candidatar E ganhar, não volto a trabalhar em Portugal enquanto não houver novas eleições e eu achar que as pessoas ganharam coerência e inteligência. Prometido.
Tava a ver que não!!
A geração anterior à minha falou assim
A minha geração, já se calou, já se perdeu, já amuou,
já se cansou, desapareceu, ou então casou, ou então mudou
ou então morreu: já se acabou.
A minha geração de hedonistas e de ateus, de anti-clubistas,
de anarquistas, deprimidos e de artistas e de autistas
estatelou-se docemente contra o céu.
A minha geração ironizou o coração, alimentou a confusão
brincou às mil revoluções amando gestos e protestos e canções,
pelo seu estilo controverso.
A minha geração, só se comove com excessos, com hecatombes,
com acessos de bruta cólera, de morte, de miséria, de mentiras,
de reflexos da sua funda castração.
A minha geração é a herdeira do silêncio,
dos grandes paizinhos do céu,
da indecência, do abuso.
E um belo dia fez-se à vida,
na cegueira do comércio
A minha geração é toda a minha solidão, é flor da ausência, sonho vão,
aparição, presságio, fogo de artifício, toda vício, toda boca
e pouca coisa na mão.
Vai minha geração, ergue a cabeça e solta os teus filhos no esplendor do lixo e do descuido,
Deixa-te ir enquanto o sabor acre da desistência vai corroendo a doçura da sua infância.
Vai minha geração, reage, diz que não é nada assim,
Que é um lamentável engano, erro tipográfico, estatística imprecisa, puro preconceito,
Que o teu único defeito é ter demasiadas qualidades e tropeçar nelas.
Vai minha geração, explica bem alto a toda a gente
Que és por demais inteligente, para sujar as mãos neste velho processo, triste traste de Deus.
De fingir que o nosso destino é ser um bocadinho melhor do que antes.
Vai minha geração, nasceste cansada, mimada, doente, por tudo e por nada, com medo de ser inventada
O que é que te falta, agora que não te falta nada?
Poderá uma pobre canção contribuir para a tua regeneração ou só te resta morrer desintegrada?
Mas minha geração,
Valeu a trapaça, até teve graça, tanta conversa, tanta utopia tonta, tanto copo, e a comida estava óptima! O que vamos fazer?
Mil obrigadas ao Diogo por partilhar.
