Preciso de dicas pros spots que se seguem, ó fais favô! Very importante!

Pessoal, vou fazer uma rota de carro pela Europa que será mais ou menos isto:

Primeira semana – Estrasburgo + Suíça + Áustria + Hungria (Budapeste)
Segunda semana – Croácia + Bósnia
Terceira semana – Itália (de Bari a Veneza, sempre pela costa) + Munique + Luxemburgo.
 
Gostava imenso que me dessem dicas sobre coisas imperdíveis em cada um destes Países. Aquelas coisas mesmo MUST DO, MUST GO, MUST SEE. 
Para Munique e Lux não é preciso, mas para o resto agradeço todas as dicas que me possam dar sobre hotéis baratinhos (que aceitem cães, que aqui a garota Petzi vai comigo, que isto há que ser dona todos os dias, não é só nos feriados!), parques de campismo (odeio, mas vai ter que ser que senão é mto guito pela janela), restaurantes, tudo o que quiserem comentar: é à buntade!!
Não há cá ninguém a passar que viva em Itália? Podem comentar que eu não mordo! Dicas sobre Pescara, Ancona, Bari, Bolonha e Veneza, são HIGHLY apreciadas.
E sobre a Bósnia e sobre a Suiça também, trés merci!
MUITO obrigada!!
Sofia

Croácia – foto 2 – Zagreb

Entrada da Catedral

Catedral de Zagreb

Detalhe da cidade, escondida por entre portas

Capela debaixo duma arcada

Centro histórico

Capela debaixo da arcada

Detalhes que fazem a cidade especial

Edifício antigo. E a foto em si é gira, pronto.

O Rossio lá do sítio

Crumble de frutos silvestres, baunilha e iogurte a acompanhar. F** unbelievable!

Restaurante Vinodol no centro de Zagreb

Eu e um dos muitos palácios que ainda se podem encontrar por Zagreb. É gajo pra ser a casa da ópera, mas não tenho a certeza, nunca decoro estas coisas, sou péssima em nomes estrangeiros.
Num dos jardins reparei que as árvores tinham todas olhinhos, foi uma iniciativa muito engraçada.

Detalhe nocturno ou como fazer um cat walk parede acima 😉

Zagreb

A cidade de Zagreb não é nada de louco e transcendental, mas é catita. Tem um centro histórico bonito e algumas curiosidades. Nota-se claramente a influência do império Austro-Hungaro, tal como em Praga, mas como foi palco de muitas guerras e muitos conflitos (os Balcãs nunca tiveram paz por muito tempo) uma boa parte dos edifícios desapareceu e deu lugar ao que eu chamo “estilo comunista do leste horroroso” e alguns novos edifícios que surgiram nos últimos 20 anos pós-guerra. O certo é que a harmonia entre os edifícios não é propriamente estonteante, mas é uma cidade agradável, onde as mulheres andam sempre impecavelmente bem vestidas (um bocado over dressed pra dizer a verdade, principalmente durante o dia), o centro histórico conserva monumentos desde o século XX, e que é gira de se ver…num dia. É minúscula.
A Catedral é lindíssima, há que dizer que é um monumento único e que vale a pena visitar. Riquíssima, e ainda por cima aposto que tinha acabado de ser “lavadinha” pro Papa que esteve lá na semana anterior a nós termos chegado. Caso não saibam, na Croácia há imensos (e fervorosos) Católicos. Nota-se bastante que os Croatas são devotos há que dizer. No meio do centro histórico, debaixo duma arcada, encontramos uma capela. Tenho fotos dos bancos da capelinha que estavam do outro lado, mas como houve uma senhora que ficou bastante visível, não publico porque acho que não é correcto. Mas isto pra dizer que eram praí 3 da tarde quando por lá passamos, e havia mais fieis que no São Bentinho da Porta Aberta. Isto é só um exemplo. Também entramos na Catedral na hora H da missa, e embora não estivesse à cunha, havia lá mais gente que na missa de Sábado da Sé de Braga, e se há mais gente dentro de uma igreja que em Braga, é sinal que são reeeeeealmente católicos.
Outra coisa engraçada foi o Museum of Broken Relationships. É um museu composto de peças que pessoas ofereceram ao museu juntamente com um texto. Essas peças de algum modo tinham um significado muito grande para a relação que tinha terminado. Eu e a Ana saímos de lá completamente deprimidas. Fonix, que aquilo era uma violência! Tivemos que ir lá dentro buscar o H. por uma orelha. No início teve piada, mas depois passamos pra umas salas mais hardcore, em que vi um machado que tinha um texto ao lado sobre a sua história. Ora era de uma moça A que, p’ra deixar de ouvir os amigos mimimi que ela nunca deixava ninguém entrar na vida dela, abriu a porta a uma gaja B que tinha conhecido (sim, era lésbica. Estas paixões homossexuais são sempre muito mais intensas…!). A gaja B mudou-se pra casa da A logo 4 dias depois de se conhecerem. A moça A foi de férias e deixou a nova amiga B lá ficar. Quando voltou tinha uma notinha em cima da mesa da moça B a dizer que tinha encontrado outra pessoa e que depois passava pra vir buscar os móveis e passado 15 dias ainda não tinha aparecido. Ora a moça A não foi de modas…comprou um machado e destruiu a mobília toda da gaja B. Todos os dias partia um móvel inteirinho. Por cada dia a mais que a outra levasse, ela esfodaçava-lhe mais um móvel. Quando a outra veio buscar as coisas, entregou-lhe uma palete de tábuas.
Como vêem, esta foi algo pesadota, mas havia piores.
No fim comprei uma borracha muita gira que diz: Bad memories eraser.
É que a cena do machado pareceu-me muito fixe pra aplicar a algum que outro ex que já tive e achei que realmente esquecer é o melhor remédio 😉 


Esta foto é de outra peça que lá estava e a que achei um piadão:

A cena branca pendurada na parede é um cinto de ligas

Para comer, confesso que não foi tão fácil quanto eu pensava. A maioria dos restaurantes que apareciam eram “italianos”. Muito estes tipos gostam de uma pizza! Ora aqui a Sofia Maria que tem um amigo em cada esquina, teve a sorte de ter o amigo Goran (já vos disse que gosto muito do povo Croata?) a levar-nos a um dos melhores restaurantes de Zagreb (de que não me lembro o nome, mas vocês também não querem lá ir que quando virem a conta desmaiam. Nós como temos uma “mija” que não podemos com ela, não vimos a dolorosa. Mas garanto-vos que deve ter sido puxada, tipo…bué. Don’t wanna go there.) e a indicar-nos as suas preferências na cidade. Recomendou-nos o Vinodol (com 4 estrelinhas no trip advisor, not bad) que fica assim escondidinho e cuja porta é discreta, mas que além de enorme, serve muito bem, tem um vinho de truz e uns calamares a la romana feitos na hora que oh God! Mas mesmo mesmo de lamber os dedos foi o Crumble de frutos silvestres com gelado de baunilha e uma espécie de iogurte a acompanhar, que eu até estou com fome só de me lembrar. Note-se que eu não sou apreciadora de doces, logo, se eu recomendo um doce é porque é efectivamente a p@ta da loucura, estamos entendidos?


E sobre Zagreb, de momento não se me apraz dizer mais nada, a não ser que é um ponto de passagem e que embora seja uma cidade simpática, não é assimmmm a última coca-cola no deserto, if you know what I mean.

Croácia – foto 1

Vamos lá devagarinho mostrar a beleza incrível da Croácia. Esta foto foi tirada no Parque Nacional de Paklenica, a 500 metros de altitude. Ia-me dando o breco-breco quando subi porque estavam 28 graus e havia poucas sombras. As cabras montesas que eram os Austríacos chegaram MEIA HORA antes de mim. Fui gozada até à morte. Só não desisti a meio porque nunca desisti de coisa nenhuma. Nem na Faculdade, em que tentei desistir de um exame e o Professor não me deixou. Eu não tinha estudado nem uma linha, fui só lá buscar o exame para estudar para a chamada seguinte, e passaram os primeiros quinze minutos e o Prof não deixou ninguém desistir e lá tive que gramar a hora e meia de exame. Tirei um belíssimo cinco. Sim, de um a vinte, um cinco. Mas não desisti. Também não desisti de subir à montanha, mas quando cheguei lá cima já só me saíam impropérios nortenhos ao estilo: p@ta que pariu a gruta, eu quero lá saber das estalagmites e estalactites! O que não era de todo verdade, mas eu estava completamente a morrer e tinha bebido litro e meio de água e precisava urgentemente de ir mijar.

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O Bocas foi connosco

No primeiro dia de viagem no veleiro, o nosso amigo T. sai do camarote com umas belas crocs AMARELO CANÁRIO. Ora a piada está em que o amigo é aquilo que eu chamo um “animal”. Tem um metro e oitenta e seis e pesa 106 kilos bem pesados. Tem umas costas largas dada a natação e râguebi praticados no tempo da Maria Cachucha e está moreno. Obviamente, quando vemos um gajo daquele tamanho, moreno, de calções e com uma pata 45, com umas CROCS AMARELO CANÁRIO, tudo o que nos vêm à lembrança é o Bocas!
Assim que o vi comecei a cantar, foi como que por instinto. A brigada do reumático que nos acompanhava na viagem (4 Austríacos e 4 Alemães) ficou pasmada e levou-me à explicação fatal: o T. é como o Bocas! Boes! Boes! Boes! Boes! Boes in Dutch means Bull (é boi, mas pronto, foi a melhor tradução conseguida).
Aaaaaaahhhh!!! Sofia! Very good!
Foi “crismado” no primeiro dia, cada vez que aparecia com os seus crocs, todos cantávamos a uma só voz:
Welke os kan ons iets leren?

(Que boi e q nos ensina coisas?)
 
Boes boes!! Boes Boes!!

En een fietsband repareren?


(E consegue arranjar um furo do pneu da bicicleta?)
 
Boes boes!! Boes Boes!!

Rock en Roll en ook nog de samba danst hij met je mee!!


(E danca contigo Rock ‘n’ Roll e Samba!)
 
Wie laat zich niet koeieneren?

(Quem e que nao se deixa engrupir?)
 
Boes Boes!! Boes Boes!!
Boes Boes!! Boes Boes!!

Pra dizer a verdade só cantávamos o refrão que o resto não é pronunciável.
Foi uma animação, até porque o amigo aceitou muito bem a brincadeira, e cantava também. Extremamente orgulhoso dos seus crocs amarelos, cada vez que via uns entrava em transe: vês? Olha ali outra pessoa com bom gosto! …. Todas as pessoas “com bom gosto” tinham menos de 16 anos de idade. Nem assim o animal desanimou. E desde então esta música não me sai da cabeça.

Ó PEOPLE! Comé que é? Tasse?

Chez Damas e Cavalheiros,

Vou dar de frosques, que é como quem diz, bazar de FÉRIAS, coisa que já não usufruo desde Setembro do ano passado e quem disser o contrário é perneta!
Vou velejar pra Croácia e fazer um porradão de caminhadas pra ver se deixo de ter rabo de padeira e passo a ter rabo de papo seco.
Vou-vos deixar “xogadinhos” aí durante 15 dias enquanto eu vou curtir, tasse? Vou ali fazer a mala e num bolto tão cedo.
Entonces desejo muita saudinha, muito docinho, muito amorzinho, muito tudo de bom, que eu estou que não me aguento de desesperada por “hólidáis”!
Ora então até ao meu regresso, e um bem-hajam!
Sofia e Petzi Maria (que vai pra casa dos avós que vai muito bem!)

Euroásia é um projecto de gente com muita garra.

Vejam aqui, sigam, vale a pena.

O mundo, na sua imensidão é, ele próprio, uma estrada sem fim que ansiamos percorrer. Nesta viagem de bicicleta, queremos conhecer mais gente, mais estradas de terra batida, montar a tenda em sítios imensamente belos, chegar encharcados a lado algum, comer do que nos oferecem, sorrir mais vezes a quem não conhecemos, partir quando nos apetecer, rir às gargalhadas, parar as bicicletas no topo de uma montanha gelada, chegar a locais inóspitos, sonhar mais alto! Com partida de Ovar (Portugal) a 26 de Setembro de 2010, pedalamos rumo a Macau (China) durante pelo menos dezoito meses, numa viagem de bicicleta com passagem pela Europa, Médio Oriente e Ásia Central. Por Rafael Polónia e Tanya Ruivo.

Ora isto é assim simples

FUI PROMOVIDA!

Pronto, e era isto que eu tinha sentido que ia acontecer. 

– E a segunda metade do ano está em aberto, quisás porque me parece que ainda é cedo planear mais que as viagens…e porque tenho um feeling dos meus (e sou tipo Cavaco Silva que nunca se engana e raramente tem dúvidas) que não me adianta planear nada porque algo/alguém planeará por mim. Prevejo mudanças (ando armada em Maya), só não sei bem quais.

As minhas premonições são fabulosas pá, só não acertei (ainda!) no Euromilhões! E falhei ali por um mês ou 2, mas tasse! Viajei e tudo no segundo semestre! hehehehe

Porque isto não é só leitão

tomem lá com fotos da cidade do Luxemburgo e de Vianden:

A Petzi andou comigo de teleférico. Esta cadela é do best!

Luxemburgo

Luxemburgo

Luxemburgo

Luxemburgo

Luxemburgo

Petzi no Luxemburgo

Luxemburgo

Luxemburgo

Luxemburgo

Luxemburgo

Luxemburgo

Luxemburgo

Vianden

Vianden

Vianden

Vianden e nós

Vianden

Vianden