Para algo bastante mais sério como o destino da Europa

Esta entrevista do João Duque é um pouco…intensa, digamos. Mas não deixa de ter razão em muita coisa.

Há o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira…

Mas o que temos neste momento é uma coisa vaga. Há uma emissão de dívida, para salvar uns quantos, mas não há o reconhecimento claro de que há activos por parte do fundo para agir de forma directa, sem passar por 27 parlamentos a aprovar não se sabe o quê. E se for só pelos parlamentos, boa! Porque pode ser ainda mais complicado, quando dos 27 dez ainda têm passar por referendos para permitir que determinado tipo de bens possam servir para pagar dívidas! Mas alguém vai pagar uma dívida destas?! Só se for louco! Portanto, o problema não está nada resolvido. Atamancaram aqui uma solução, não resolveram nada, e isso nota-se! Qualquer coisinha, lá vai o Sarkozy falar com a Merkel ao fim do dia, porque os mercados estão a tremer. É evidente que estão a tremer, os líderes são os primeiros a tremer!

Se falasse com Merkel, hoje, o que tinha vontade de lhe dizer?

Eu tinha vontade de fazer uma pergunta que acaba por ser comum a todos os outros, que é: como é que a senhora quer ficar conhecida para a História? Por aquela que destruiu ou por aquela que construiu a Europa?

(…)

Os alemães vão ficar orgulhosamente sós?

Os alemães qualquer dia não saem da Alemanha. Eles, que gostavam tanto de ir passar férias à Grécia, era só descer um bocadinho, já não podem lá pôr os pés. Arriscam a chegar lá e nada funcionar. Imagine que têm um azar, vão parar a um hospital e depois lhes dizem que não há soro – e nem dizem em alemão, que não sabem, dizem em inglês; olhe, soro, não há! O hospital não tem dinheiro para comprar soro. O senhor, trouxe soro de casa, da Alemanha? Não?! Azar. Vá lá mandar comprar. Depois, a seguir, já não vêm a Portugal, depois já não vão a Itália, nem a Espanha… Ficam a fazer férias debaixo do capacete. Se os cidadãos querem isso, é isso que vamos ter.

(…)

A nossa economia ainda está muito estatizada…

É preciso tirar esse peso, que é muito fácil ser burocratizante, à economia. Porque a administração pública, o Estado, não tem por função desenvolver a maioria das actividades económicas que por aí faz. Não tem. O Estado não deve ter aquilo que deve pertencer à iniciativa privada. E falta iniciativa privada, dos cidadãos. Ainda temos esta cultura, de achar que o Estado é que tem que resolver tudo. E depois, acham que dá segurança estar no Estado. Isto tem que se alterar. Não dá segurança nenhuma estar no Estado, o que dá segurança é estar numa actividade que é bem sucedida.

Portanto, acho que se deve repensar o poder do Estado e os deveres do Estado para depois desobrigar os cidadãos e dar-lhes mais possibilidade de escolha: façam o que entenderem.

Para lerem a entrevista completa cliquem aqui.

O Harry Potter dos geeks e dos nerds é:

Como dizem os meus putos: COLEI nesta série.
Sou grande grande fã do Eureka há muitos anos.
Infelizmente nesta foto falta o meu personagem favorito, o amigo Niall Matter. Deve ser da tendência de toda e qualquer gaja para um bom bad boy.
Agora a sério, gosto de todos os personagens e acho o Fargo uma fofureza.
E os efeitos especiais desta série? Oh God, cada vez melhor. Não percebo um décimo do que eles dizem, mas suponho que os argumentistas tenham tido algumas aulas específicas para escrever isto. É um bocado Anatomia de Grey mas sem tanto drama e com menos gajos e gajas boas por metro quadrado. São cientistas, né? Não querem milagres!
Ou se calhar um Doctor House não sádico do improvável da ciência. É escolher a hipótese mais louca, como viagens no tempo, e voilá, Eureka!
Eu que nunca fui fã de Sci Fi dou comigo a lamber cada episódio como se fosse um frasco de nutella.
Altamente recomendado.
(estas minhas reviews revelam a) blablabla gajos bons blablabla b) que tenho um conteúdo de escrita assustador!)

Comprei uma cena destas e tou louca!

Já fiz um batido de banana, já fiz o jantar usando o cortador e fiz o molho e tudo e tudo, esta cenaça é a loucura!
Andava há calendas pra comprar um liquidificador. Quando cheguei à loja, por mais 10 euros podia trazer o robot de cozinha. Atendendo a que eu quero fazer batidos e não granizados, borrifei-me pro picador de gelo, e trouxe o robot. E dá pra fazer a massa pros bolos e tudo, é verdadeiramente o máximo! (pareço um reclame da TV shop).

Há umas semanas atrás comprei o livro do Jamie Oliver de 30 minute meals, e reparei no programa da TV que o mocinho usa imenso a blender para fazer os molhos pras saladas. Sempre azeite, limão e mostarda cansa, e quero fazer molhos diferentes, e aproveitar o livro. E foi daí que veio a ideia.
Mas o robot de cozinha superou as minhas expectativas. And I’m sooo happy! Agora é que vou ser gourmet! Me aguardem, visse?

Manos no seu melhor

Veio à Holanda um colega da escola secundária do meu irmão. O meu irmão sempre o descreveu como um gajo “com uma pancada filha da p@ta”.
Ora o moço fez questão de me dizer via facebook que estava em Amesterdão e simpaticamente convidou-me pra tomar café com ele e os amigos. 
Pequeníssimo pormenor: eu não me lembro dele. Tenho uma vaga, vaga ideia de quando ele era puto, mas de resto… branco! E esta semana foi uma roda viva, não tive tempo pra me coçar, quanto mais pra ir tomar café com uma pessoa que eu não conheço.
Mas a melhor parte vem a seguir….
Aqui a vossa amiga achou que era bem contar a história ao irmão. E contei. Só que em vez de ir em mensagem pessoal, foi publicado no mural. A m@rda é que só dei por ela 5 dias depois….já o moço lá tinha passado e com muito fairplay, pôs um like.
Hoje apaguei aquilo, roxa de vergonha. 
O texto dizia algo como: 
“Passou aqui em Amesterdão aquele gajo que andou contigo no liceu e que tu dizes que tem uma pancada filha da mãe. Mas eu não vou tomar café com ele que eu não me lembro do gajo. Ainda bem que não lhe dei o meu número de telefone, senão estava bem tramada! Há cum cada tolo! Beijos”
E o Mano Andorinho, deixou lá aquela porra no mural. Hoje já havia comentários e tudo dos amigos e o tal like… do tolo em questão. Será possível que o meu irmão não viu aquela cena?
Alguém consegue dimensionar o tamanho do “terra engole-me” com que me deparei???

The girl who couldn’t date.

Eu não sei como se tem um date, não sei fazer parte de um.
Reajo muito mal (mecanismo de defesa em alerta máximo) quando alguém que eu mal conheço se mostra interessado em mim e tenta marcar um date.
Sendo simpática, dou um certo ar de louca e atabalhoadamente corro com as pessoas, tentando ser smooth. Nem sempre consigo a parte do “de levezinho”, mas é mais que certo que ponho a milhas em questão de minutos um candidato com grande potencial. Sou toda uma expert.
Depois sou péssima porque fico cheia de pena do dito candidato, porque afinal há que dar valor ao facto de ele ter tido coragem de me telefonar, mas nem assim.
Ontem telefonou-me um rapaz que conheci num jantar há duas semanas. Muito simpático, um verdadeiro amor. Pediu o meu número delicadamente aos meus amigos, e pra azar dele, disse-lhes que tinha gostado imenso de mim. Quando dei por ela estava tudo armado para o colocar em posição de míssil, que é como quem diz, convidado para festas de amigos comuns, o meu número de telefone entregue, tudo com muito boa vontade dos meus amigos que estão mortinhos por me ver andar com alguém que preste.
A gaita é que eu fico logo arcada como os gatos e começo a bufar e andar às arrecuas. Detesto estas situações.
Eu sei que é bom moço, eu sei que conversamos ao jantar e que foi fixe, mas e que tal deixarem-me estar sossegadinha no meu canto?
O rapaz lá reuniu as suas forças e telefonou-me ontem. Galo do caraças, estava de saída e apanhou-me num momento em que eu precisava basicamente de voar em cima da bina. Ora eu não sei conduzir a bicicleta e falar ao telemóvel, por isso despachei o moço que ficou de ligar hoje.
E hoje voltou a ligar. À minha pergunta: so, how can I help you? depois de um longo silêncio ouvi um “I don’t know where nor how to start saying this”. Entrei em pânico. Vinha de lá um convite, e havia que evitá-lo.
Comecei a falar normalmente sobre coisas banais como o fim de semana e lá dei corda ao rapaz que me foi contando mais um bocado da vida dele durante 20 minutos. Quando comecei a ver o relógio a passar começar a ficar verde. Any minute now!
E vai daí e digo-lhe muito rapidamente que vou ter que desligar porque ainda não jantei nem tomei banho e que hoje ainda não tinha feito outra coisa que matraquear (tudo verdade) e que lhe ligava um dia destes (EU ligava, nota bem!) pra combinar um copo.
O desgraçado nem percebeu bem o que tinha acontecido. Num momento estava a falar comigo muito bem, e no seguinte eu estava a despachá-lo.
Ficou super encavacado e disse que esperaria, que sim senhora, e bye bye.
E eu hei-de telefonar. Não sei quando, talvez quando achar que o entusiasmo já lhe passou e que podemos ser amigos.
A merda é que um date é um momento em que conheces alguém melhor. Fazes amigos, porque não? But I can’t date.
Eu faço amigos num ápice no sítio mais inóspito, não preciso de um date. Porque raio é que hei-de precisar de um pra fazer amigos? Ou o que é pior, pra arranjar um namorado?
Naaaah, não me parece.
Por último, é preciso estar-se preparado para se querer uma relação. E eu não estou. Nem sei se quero estar. Ou se vou estar.
Tenho a certeza absoluta que o meu amigo novo vai fazer uma rapariga muito feliz. Just not me.
(e agora tenho que parar de me auto- flagelar por ter andado com tantos atrasados mentais e ter despachado sempre boas pessoas. Shit happens, and you know it.)

No ofense, it’s just a joke!

Chega no céu um negão, vestido de terno branco, todo engomado, sapato de duas cores, impecável, perfumado, cabelo alisado, tudo nos conformes.
São Pedro olhou, olhou e perguntou:
Pois não, quem é o senhor ?
O negão respondeu:
Leonardo di Caprio.
São Pedro olhou bem para ele,consultou a lista dos contemplados para entrar no Paraíso, virou para o negão e disse:
O senhor pode repetir o seu nome ?
E o negão, todo empertigado:
Leonardo di Caprio.
São Pedro pediu licença e foi consultar seu chefe. Chegou e bateu na porta dos aposentos de Deus:
Senhor, tenho um probleminha.
Ao que Deus respondeu:
– Diga Pedro, qual é a sua dúvida?

– Só pra confirmar. O Titanic afundou ou pegou fogo?

Como é que tu já foste a mais de 50 casamentos? (not kidding)

Ora é muito fácil. Primeiro vivi em três Países diferentes e em sete cidades distintas, logo conheço gente que nunca mais acaba. Tenho uma certa facilidade para fazer amigos que são realmente muito boas pessoas e me tratem pra lá de bem como amiga, eu retribuo a amizade e pimbas, surge o convite de casamento.
Tinha um grupo muito grande na Faculdade que deu todo em casar aqui há uns 6 ou 7 anos atrás. Nessa altura fui a 29 casamentos em 3 anos, dos quais só 3 foram de família.
Nos anos seguintes, tenho, em média, 3 casamentos por ano. Desde que estou na Holanda a coisa abrandou, e muito! Mesmo assim em 2008 fui a um casamento em Julho, em 2009 acho que não fui a nenhum…, em 2010 fui ao casamento da Freemind em Junho e em Novembro ao da Patxi e do Pina.
Só este ano recebi convite para:
1) Um casamento de 2 amigos que vivem cá e que casaram em Junho (estava na Croácia, não pode ser)
2) Casamento de dois amigos que também vivem cá e que vai ser em Setembro em Portugal (vou)
3) Dia 15 de Outubro vou a Barcelona ao casamento da minha Laurita (que vai casar em Outubro e não em Setembro só pra eu poder estar presente, reparem no nível, por isso é claro que vou)
4) Em meados de Setembro também casa a minha querida Nuska, mas não vou poder estar porque vou estar a meio da minha viagem. Eu avisei que era pra marcarem pra depois de dia 24! 😛
5) Casamento dia 30 de Julho, no RIO DE JANEIRO, da minha amiga Luciene, amiga de infância. Gostava imenso de ir, mas já não consegui espremer mais dias na agenda para poder viajar até lá.
Resumindo, 5 convites num ano, nenhum dos casamentos é na Holanda, e dois são no “istrangeiro”.
E é assim que eu um dia destes escrevo um livro sobre: How to survive a Portuguese wedding.

Ou isso ou viro consultora de bodas. Estou toda uma craque!

O lado (muito) beto que ha em mim

Ouvir uma entrevista do Pedro Granger e pensar que era menina pra lhe dar uma trinca. E’ tao giro o diabo do rapaz. Completamente a minha onda. Baixinho e tudo. Oh I’ve so been there!
Muito eu gosto dos gajos ao estilo S. Martinho do Porto.
Um dia destes acordo a tratar as criancas por voce!

(e’ favor porem os acentos e as cedinhas que eu daqui nao consigo)