Ainda estou a recuperar o fôlego, literalmente.

Baba p’ra esquerda, baba p’ra direita, isto é o conjunto completo da Testosterona de Luxo como diria a Zôzô. Tenho uma poça aos meus pés, até a Petzi já nada em jeito natação sincronizada.
Eu estou que ainda não me recompus.
Sei que isto parece um bocadinho básico, muito à blog de gaja, but I don’t care.
A Rafa publicou e eu também porque o que é realmente bom é pra ser partilhado.
Ainda por cima tão todos de fato…OMG, o que eu gosto dum homem bem vestido.
Se houvesse um Clube dos Homens Bonitos, acho que estavam lá todos. (ok, eu não gosto do Afflek, mas como diria o outro: diz-me onde é o teu caixote do lixo, sim?)
E o que eu gosto do Matthew McConaughey….ai…bom, prossigamos:

Falta cá algum?

PS: Mas afinal como é que conseguiram pôr estes Homens todos dentro da mesma sala?! Mesmo com vários takes de filmagens, há momentos em que estão uns 5 todos juntinhos…

Rui, és o melhor, percebes?! Ah? Ah? GRANDE RUI!

Não sei quantas vezes já cá pus esta música. Possivelmente umas cinco ou mais. É uma das minhas favoritas, não consigo ouvi-la sem sentir o peito a crescer e depois a encolher, e cresce e encolhe repetidamente, sempre.
Eu não sou do Porto, mas quando vou de comboio passo a ponte e todo o sentimento desta música passa por mim em ondas.
A frase “nesse teu jeito fechado, de quem mói um sentimento” diz-me mais que letras sem fim.
E é sempre a primeira vez…em cada regresso a casa…reverte, nessa altivez, de milhafre ferido na asa.

A sorte é eu não ser pessoa de ídolos, senão tinha que estar batida nos concertos do Rui Veloso todo e ó pá, não sei se continuava a gostar das músicas… e daí, se calhar sim.
Rui! Rui! Rui! 😉

Islândia

As fotos são dum colega meu de trabalho (photos by Henk).
Não sei se fiquei com muita vontade de lá ir…um bocadinho árido pro meu gosto…
E diz o meu Colega: um “bocadinho” frio.
Isto pra um Português quereria dizer: frio comó car@..!
Nuts!
Mesmo assim, rendo-me, a beleza natural é estonteante.

Da China

Pelos vistos há 300 Portugueses em Pequim e uns 100 em Xangai…
Comparados com os perto de 30 mil Portugueses na Holanda, achar que 300 é uma grande comunidade num País como a China, digo eu, é um bocadinho sensacionalista “a la jornalista”.
Aqui há um mês atrás, ao passar com a minha amiga Patrícia (que vive cá há 10 anos) na estação central de Den Haag, cruzamo-nos com outras duas Portuguesas que tal como nós, iam cheias de pressa. Ouvimos as 4 a língua comum e olhamo-nos por muitíssimo breves segundos, tal como faríamos num metro em Lisboa, apenas porque quase esbarramos umas nas outras. Seguimos em frente e não dissemos nada umas às outras pelo simples motivo de que: é banal.

Há pessoas que têm fascínio pela China, outros pelo Japão, há quem prefira a Austrália, ou os Estados Unidos, ou até a Índia, e os escolha como casa para viver.
O certo é que, embora me sinta bem num País que não é o meu, viver numa cultura tão diametralmente oposta à minha é algo de que me confesso incapaz.
China, Japão, Tailândia e Índia, não são pra mim.
Já de bom grado passaria 2 ou 3 anos nos EUA ou na Austrália, até pelo Brasil quisás.

Uma coisa é certa, tiro o chapéu ao empreendedorismo, dinamismo e flexibilidade dos Colegas Emigrantes na China. Mais aqui, no ionline.

“Aos 25 anos, começou por estagiar na Câmara do Comércio da União Europeia em Xangai, mas a grande experiência foi na “maior importadora de vinhos da China, a ASC”. Depois de dois anos achou que o seu projecto “tinha potencial” e decidiu, em conjunto com um colega italiano, criar uma empresa de comércio de vinhos. “Importamos vinhos italianos para a China. Mas tenho outros projectos que envolvem também vinhos portugueses.” João está também a sondar as oportunidades noutros mercados emergentes, como o Brasil. Mas tem uma certeza: “Não vou sair da China nos próximos dois anos.””

Como dizia o rapaz que está à frente do The Star Tracker, e acho que com muita razão, os Portugueses continuam a ter nos genes a força e o sentido de aventura dos antepassados das naus que cruzaram oceanos nos Descobrimentos.

Coffee and Company

Esta menina diz, e eu subscrevo!


“(…)O que vos aconselho é o muffin ou croissant com um latte – galão com espuma – da Coffe Company. Há várias pela cidade, na Dam, em Spui, perto da Rembrandtplein, entre a Heineken e o mercado Albert Cuyp, etc.. Sendo caro – não gastam menos de 5€ em cada pequeno-almoço – é preço médio para estas paragens e não ficam nada mal, que estes lattes são uma coisa do outro mundo.(…)” 

Quero lá saber do Starbucks!

Shasows in the sun – Cannes

Os Senhores de Cannes lá devem saber…
A minha análise é que apesar das interpretações brilhantes e duma fotografia lindíssima, tenho que confessar, mesmo correndo o risco de que pensem que sou uma inapta mental, que achei o filme um tédio.
Não foi tempo perdido, mas não é filme que me marque nem por 10 minutos, quanto mais pra vida. Vejam se quiserem, pelo menos o mocinho Joe é lindo de cair pro lado.

A minha casa em Den Haag, finalmente pronta. Família e amigos, podem afiar o dente, toca a comprar o bilhete de abión.

O quarto de hóspedes:

O meu quarto (antes do quilt):

O corredor, cheio de fotos de viagens anteriores:

A minha sala, com bagunça generalizada também, que isto é casa de gente, não de bibelôs:

Cozinha:

E já tá. Desde Novembro até agora, acho que não ficou nada mal. Já tem quadros, tem plantas, tem cortinas, sofás e colchas e até as visitas agora têm direito a uma cama como i’ll faut em vez do colchão de encher ou do sofá desdobrável.

Mas o mais importante é que realmente me sinto em casa. Na MINHA casa.